Mostrar mensagens com a etiqueta Desemprego. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desemprego. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Da absoluta realidade...

O drama dos professores contratados. Entre a paixão e a angústia há quem não desista da profissão

Comentário: Já tive oportunidade de afirmar que depois de conhecer um pouco (apenas risquei a superfície) os meandros da Bolsa de Contratação de Escola, se tivesse de me sujeitar durante muitos anos a este mecanismo de colocação de professores, e não sendo eu alguém propriamente sereno, teria de avaliar seriamente os pesos da "paixão" e da "angústia". Obviamente que existem muitos outros factores (eventualmente mais importantes) que pesam nas decisões, mas admito que tendo alternativa viável (mesmo que ainda pior remunerada) lá teria de enfiar a "paixão" num saco, pois não é este o sentimento que me coloca "pão na mesa".

E quando penso que muitos daqueles que agora são obrigados a desistir ou que andam de um lado para o outro, sem rumo e sem esperança, poderiam ter uma vida melhor se os sucessivos governos compreendessem que a estabilidade de todos os que compõem a classe docente é um factor que interessa a um ensino público de sucesso. Mas pensando melhor... Julgo que quem nos governa saberá disso, mas opta por nos manter neste estado de insegurança para de alguma forma nos manter controlados. Enfim...

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Divulgo, na esperança de não ser utilizado...

...pois tal significará que estão a trabalhar. No entanto, e porque acho que só informados conseguimos ser mais eficientes e eficazes nas nossas reações, acho que todos os que estão numa situação mais precárias o devem ler com atenção.

Nota: Para fazerem download do manual, cliquem na imagem (link FNE).


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Tudo igual...

Professores passam manhã nos centros de emprego 

Comentário: Este é um daqueles cenários que se repetem no tempo e atravessam governos... É o remate final das férias docentes: listas tardias e filas de docentes nos centros de emprego. 

Curiosamente, não me consigo habituar a esta situação nem consigo acreditar que a "máquina" ministerial não consiga concretizar colocações sem "entrar" em setembro.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Alternativas ao desemprego docente

O que faz um professor sem colocação? 

Comentário: O artigo em causa revela os rumos que três colegas tomaram quando se depararam com a impossibilidade de colocação... Não baixaram os braços, não ficaram à espera de uma colocação e nem se sujeitaram aos concursos "viciados" a nível de escola, tendo enveredado por algo novo. 

Pessoalmente, acho que fizeram bem. Se acrescentarmos a todo o descrédito (promovido pelos políticos) a que a nossa classe se encontra sujeita, os cortes salariais, o acréscimo de indisciplina, as salas superlotadas de alunos, a prepotência de alguns poderes locais (vulgo, direções) e a instabilidade em termos de colocação, existindo boas ideias e alguma capacidade de financiamento, porquê não rumar a outras paragens?!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Iniciativa sindical

Fenprof vai erguer no Porto um «Mural do Desemprego»  

Comentário: A iniciativa está agendada para amanhã, na Praça da Liberdade . placa central - no Porto. Para quem quiser saber mais sobre o "(I)Mural do desemprego e da precariedade dos professores portugueses", o melhor mesmo será clicar aqui.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Informações relevantes para quem vai requerer subsídio de desemprego

Como poderá ser útil para muitos dos que visitam esta "casa", deixo-vos com algumas informações relevantes retiradas do sitio da ANVPC e links para manuais de apoio da FENPROF e FNE.

Assim,

ANVPC:

"Mais se informa todos os Professores Contratados, que se irão deslocar para requerer subsídio de desemprego, do seguinte: 

- Ser o próprio interessado a requerer o subsídio; 

- Ser portador do modelo 5044 (original, não cópia nem impressão) devidamente preenchido (carimbado e assinado, sem rasuras, com data de fim de contrato e assinalado um só motivo para despedimento), ou comprovativo do envio pela internet (retirado pela entidade empregadora); 

- Ser portador do original do bilhete de identidade e cartão de contribuinte ou cartão de cidadão ou autorização de residência, válidos;

- Ter disponibilidade e capacidade para o trabalho (não se encontrar de licença de maternidade ou paternidade, nem incapaz por motivo de doença – exceto se a incapacidade por doença iniciada após o desemprego – nº4, art 72º do DL 64/2012 de 15 de março); 

- Residência no concelho do centro de emprego.

Mais Informações de interesse em: 

FENPROF: aqui

FNE: ali

Comecem a preparar os documentos por via das dúvidas... Nunca se sabe se o desemprego nos bate à porta quando menos se espera.

domingo, 19 de maio de 2013

Frase do ano letivo de 2012/2013

" Não houve despedimentos, o que houve foi redução de contratações"

Sejamos claros foram 15 mil reduções.

sábado, 4 de maio de 2013

Eu preferia não

  Se a medida das 40 horas de trabalho aplicadas à função pública se repercutir diretamente no horário dos professores está o caldo entornado. Isto significará com certeza um aumento da carga letiva e na prática existirão muitos professores que poderão ter 300 ou mais alunos à sua contaIsto levará ao esgotamento dos professores (só quem nunca deu aulas é que não percebe que o contato direto com turmas de 30 alunos é de um desgaste profundo e incontornável mesmo para os que pensam ser super professores) e afetará irremediavelmente a qualidade do ensino.

  Nestas condições de trabalho a dúvida que fica é que talvez o melhor é mesmo sair. É que também sabemos que haverá alterações na tabela remuneratória, que evidentemente baixará os salários dos docentes. Esta medida levará também à razia dos contratados e ao aumento exponencial de horários zeros e ao consequente despedimento de mais uns milhares de professores do quadro que ficarão na mobilidade = (18 meses de subsídio desemprego)

  É a destruição da escola pública tal como a conhecemos mesmo à frente dos nossos olhos. E agora vamos assobiar para o lado e pensar que não vai acontecer?

Para isto só tenho uma frase final, as palavras de Bartleby.
“ Eu preferia não

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Dúvidas, duvidas e dividas


  O plano de transformar a escola pública em serviço mínimo continua de vento em popa.
Para o concurso docente aberto esta semana surgem agora 12 mil vagas negativas contra 600 vagas positivas, brotadas após crivo de malha fina. Sobre esta questão só tenho uma pequena dúvida. 

Mas a forma de contabilização das vagas não está vertida em ECD, com critérios claramente definidos?

  Posto isto, e crendo que ninguém tem dúvidas sobre a limpeza que se pretende continuar a fazer no número de professores do serviço público de educação, há que refletir sobre esta forma de eugenia . Existindo um grupo que à partida será o primeiro alvo a (continuar) abater, os professores contratados surge agora a certeza de que outros estarão na calha.Os professores dos quadros de EVT e Educação Tecnológica estarão em boa posição para a mira. Mas fala-se também nos docentes com mais anos de serviço. Ou mesmo outro qualquer que possa ficar com horário zero na sua escola e descobrir que não tem lugar em mais escola nenhuma. Portanto percebe-se daqui que a eugenia não é muito seletiva, somos mesmo considerados todos iguais, e de repente toda uma classe profissional põe-se a fazer contas à vida para ver se escapa ou não a esta razia.

  São já anos contínuos de massacre aos professores, hoje em dia com um discurso que pretende camuflar as verdadeiras intenções de esvaziamento dos quadros de pessoal do MEC (são agora à volta de 100 mil os docentes dos quadros quando já existiram 140 mil) colocando assim em causa a escola pública .

E termino com mais uma dúvida.
Pela avaliação juntaram-se 120 mil, agora está cada um por si?

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Varrimento


  A despesa em educação está em níveis que colocam em causa o serviço público. O retrocesso é evidente e as consequências serão um grande recuo no esforço de aproximação às médias de escolarização da EU. Esta redução nos gastos da educação muito se deve ao despedimento de 15 mil contratados que somando-se às 25 mil aposentações totalizam uma saída do sistema educativo de 40 mil professores

  Não existe nenhuma fórmula milagrosa nem retórica que possa minimizar o impacto negativo e irreparável desta redução do capital humano na educação pública.

 Evidentemente que a possibilidade de se fazerem mais cortes arrasará por completo a escola pública (e representará indiretamente um aumento de impostos.)



     Fonte: Público online.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

R(azia)


Menos 15 mil professores contratados são os resultados diretos das medidas implementadas na educação.
Um despedimento desta ordem de grandeza devia abalar um País, e ainda com maior gravidade neste contexto de números gerais de desemprego assustadores e num sector da educação em que saíram para a reforma à volta de 25 mil docentes nos últimos anos. Tudo somado dá uma redução de 40 MIL PROFESSORES!!!!!
Mas pelos vistos é tudo normal.
E convém não esquecer que a larga maioria dos docentes desempregados não são recém-formados, são professores com 6, 8, 10, 12, 15, 20 anos de serviço.
Dá azia a qualquer um com certeza.

sábado, 1 de dezembro de 2012

O rácio aluno/professor explicado às criancinhas

Quem olhar de uma forma apressada para o rácio aluno/professor de Portugal, pode facilmente tirar a seguinte conclusão precipitada - existem Professores a mais.
É necessário um olhar mais atento e ler todas as pequenas notas de rodapé. Numa das notas das estatísticas do EUROSTAT sobre o rácio aluno/professor, diz especificamente que o valor do rácio, é a divisão simples entre o número de alunos pelo número de professores em exercício em determinado ano letivo. E diz também que esta divisão inclui casos especiais como os Professores de ensino especial e outros casos específicos. Como se sabe em Portugal, os alunos com NEE estão integrados nas turmas regulares e existem Professores de educação especial em todas as escolas para lhes prestar apoio. Sabemos que um Professor de educação especial acompanha uma quantidade reduzida de alunos. É aqui que nós temos a explicação do nosso rácio.
Por exemplo Países como a Alemanha têm um sistema com escolas específicas para alunos com NEE, que faz com que haja um maior equilíbrio entre estas e as escolas ditas “normais”, quanto à relação entre o número de Professores e de alunos e em muitas delas são técnicos que acompanham os alunos e não Professores.
Façam as contas subtraindo os Professores de ensino especial, e digam-me qual o rácio aluno/ professor.
Também os Professores com horários incompletos, as substituições, fazem com que o número de Professores aumente mantendo-se o nº alunos na mesma grandeza.
Só assim se poderá entender que tenhamos um rácio aluno/professor tão baixo, enquanto quem está nas escolas sabe de colegas que têm 11 ou mais turmas a seu cargo e agora cada uma com 30 alunos.
Segundo a própria EUROSTAT os dados de alunos por turma são os mais fidedignos para se entender o peso dos Professores num sistema de ensino. E neste aspeto estamos até acima da média (20,1), e isto com dados referentes a 2010 sem ainda as alterações do novo currículo. E também aqui devemos ter em consideração as turmas que incluem alunos com NEE, senão estaríamos provavelmente acima.
Por isso é preciso algum rigor na interpretação de dados, especialmente quando comparamos sistema de ensino diferentes para não embarcamos em dogmatismos e ideias preconcebidas.
Se querem diminuir ainda mais o número de Professores, não é necessário desculpas, assumam-no e as respetivas consequências para os alunos, para a escola e para o Futuro? deste País.

Dados analisados aqui:

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Desemprego docente...

Evolução do desemprego docente nos últimos 4 anos quase quadriplicou 

Comentário: Os colegas do blogue Ad Duo fizeram um análise estatística com dados provenientes do IEFP e obtiveram um gráfico que não suscita qualquer dúvida. E ainda querem fazer mais cortes no número de professores necessários ao sistema educativo? 



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Desemprego docente agravado...

Quem já vem acompanhando este blogue desde a sua génese, sabe perfeitamente que não sou muito dado à compilação de dados estatísticos (embora lhe reconheça a extrema utilidade), mas utilizo-os sempre que possível. Aquilo que abaixo apresento foi furtado do sítio virtual da FENPROF, e pelos elevados números entretanto determinados julgo que será relevante que os colegas tenham consciência do que está a acontecer.

Assim,

"Os dados desta segunda bolsa de recrutamentos confirmam a brutal redução de docentes contratados nas escolas. Mais, não só se confirma essa redução, como, de cada vez, ela se acentua. Dados comparados entre 2012 e 2011, registam as seguintes reduções:

- Em 31 de agosto – redução de 40,5%;
- Na BR 1 (13 de setembro) – redução de 50%;
- Na BR 2 (20 de setembro) – redução de 58,2%;

Comparando ainda 2011 com 2012, agora só no que respeita à BR 2 (conhecida em 20 de setembro de 2012) temos:
- Horários anuais: 356 em 2011; 379 em 2012 (recorda-se que foi nesta BR 2 que surgiram os problemas, em 2011, de transferência de um número indeterminado de horários anuais para temporários, dando origem a diversos processos);
- Horários temporários: 2682 em 2011; 891 em 2012.

TOTAL DE COLOCAÇÕES PARA CONTRATAÇÃO NA BR 2, EM 2011: 3.038

TOTAL DE COLOCAÇÕES PARA CONTRATAÇÃO NA BR 2, EM 2012: 1270 – Redução de 1.768 colocações (58,2%)!

Se tivermos em conta os 3 momentos de colocação de docentes para contratação, em 2012 (sem contar com as designadas “ofertas de escolas”), a redução global já atinge os 7.675 docentes!
- Colocações em 31 de Agosto : redução de 5.171 colocações para contratação
- Colocações na BR 1: redução de 736 colocações para contratação
- Colocações na BR 2: redução de 1.768 colocações para contratação

O ano transato houve 14 colocações de contratados: a de 31 de Agosto e mais 13 “Bolsas de Recrutamento”! Vamos em 2 BR…"

Definitivamente, estamos perante um problema sério para todos os professores que deverá merecer a atenção de TODOS os sindicatos.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Manual de apoio ao docente desempregado (FNE)

A FNE disponibilizou um manual que contempla as respostas para a pior das situações (que é não conseguir obter colocação). Para acederem ao mesmo, cliquem na imagem.


terça-feira, 29 de maio de 2012

Uma mera afirmação...

Ministro afirma não saber quantos professores vão ficar de fora em 2012-2013

Comentário: Pois... Saber não saberá em números concretos, mas não acredito que não tenha um número aproximado, até porque todas as últimas alterações que têm sido feitas no sistema educativo visam cortar a direito no número de docentes (contratados são os primeiros a "abater"). Nuno Crato salientou que a referências "dezenas de milhares" será fantasiosa... Ao fazê-lo não se compromete.

Certo é que teremos um acréscimo de desemprego docente. E um acréscimo que ultrapassará os 136% registados no decorrer de um ano (aqui). Estamos perante um ataque à classe docente que transforma qualquer injustiça provocada pela avaliação do desempenho docente num pequeno "beliscão".

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Acréscimo do desemprego docente


Comentário: De acordo com a notícia (disponível apenas na versão paga), o número de professores do ensino secundário e superior subiu de 5241 para 9681 (acréscimo de 84,7% no período em análise). Acrescentam ainda que o número de professores desempregados do nível médio de ensino subiu de 4908 para 6199 (acréscimo de 26,3%). No total, 56% de aumento... De 10 149 para 15 880!

São números difíceis de digerir, mas que poderão ser úteis para ponderar seriamente a sobrevivência de alguns colegas na escola pública portuguesa. Já o escrevi há uns tempos na "Sala de Profs" cá da casa, mas vou repetir aqui: pensem em fazer algo mais que "esperar" por uma colocação. Pensem em sair do país e/ou em gerar o vosso próprio emprego (não tem que ser sozinhos, poderão organizar-se), pois no próximo ano lectivo não será melhor.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

20 mil professores contratados...


Comentário: O Governo quer poupar 102 milhões de euros com professores contratados, em 2012. Quem percebe de contas, conseguiu contabilizar o número de colegas contratados que não terão horário no próximo ano lectico: 20 mil! Se pensarmos que até à quinta Bolsa de Recrutamento foram colocados cerca de 27 000 professores contratados (segundo dados do "Diário Económico"), dá para imaginarmos o que irá acontecer, não só em termos de desemprego mas de falência em termos de funcionamento das escolas.

Se realmente o objectivo é cortar nos colegas contratados, os do quadro preparem-se para grandes mudanças. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Concentração de professores contratados e desempregados frente ao MEC


Comentário: Posso estar enganado, mas parece-me que esta iniciativa teve reduzida adesão... E digo reduzida, porque me parece que existirão bem mais que "algumas dezenas" de professores contratados em situação de desemprego, para os lados de Lisboa. Pelo menos esses que estão mais próximos. Obviamente que se estiver a nível nacional os números serão ainda mais expressivos.

Não obstante dos números da adesão, é de louvar mais esta iniciativa. A precariedade dos professores vai ser cada vez maior, e os primeiros da linha são os colegas contratados.

Infelizmente, muitos colegas contratados só andam atentos às novidades enquanto não são colocados. Depois de o serem, abandonam este e outros blogues de professores, passando novamente a um estado de distracção e de letargia. Entretanto surgem mudanças na legislação, iniciativas são convocadas, novos cortes anunciados e as injustiças publicitadas, mas para muitos destes colegas o panorama passa-lhes um pouco ao lado, apenas porque tiveram a sorte de conseguirem uma colocação. 
Retornam passado um ano, quando a tormenta dos concursos recomeça e querem obter informações acerca dos mesmos. E se o escrevo, é porque muitos o afirmam... Sem estarmos informados e actualizados é complicado lutar contra o que quer que seja. E se não aderirmos a iniciativas que defendem a nossa situação em particular, ainda pior.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Iniciativa "Compensação por caducidade do contrato"

Colegas, coloco de seguida um excerto de um email recebido da colega Sara Pinto, que não satisfeita com a recusa da escola em cumprir com o estipulado na lei, avançou com o envio de uma carta para o Director do Gabinete de Gestão Financeira.

Peço aos doutos da legislação que leiam com atenção a carta (que irei colocar em anexo) e que se tiverem reparos a fazer, o façam no sentido de melhorar e de não fazer crítica vazia. Para mim, parece-me um documento exemplarmente redigido e dou os parabéns à colega Sara. 

Assim...

"À semelhança de muitos colegas também eu enviei o requerimento para a escola onde estive colocada a solicitar que me fosse paga a compensação, no entanto, como seria de esperar, a resposta foi negativa, baseada na circular emitida pelo Gabinete de Gestão Financeira (GGF)
Não satisfeita com a resposta, decidi elaborar uma carta que enviei ao Diretor do GGF a contestar a decisão de não pagamento da compensação por caducidade do contrato. Tentei elaborar a carta baseada na legislação que aprova o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas.
Decidi enviar-lhe a carta em anexo para que, se assim o entender, a publique no blogue para a partilhar com todos os colegas que queiram enviar ao GGF. É óbvio que poderá não se adequar a todos os casos, mas cada um poderá fazer as alterações que entender.(...)"

Anexo: documento docx

Mas atenção, não basta pararem por aqui... Se pararem com o envio de uma carta similar a esta, garanto-vos que estarão perante um derrota garantida. Esta carta poderá servir como um grito de revolta, como um clamar por justiça, mas o mais provável é que a resposta seja igual à da escola ou, no pior dos casos, não receberem qualquer resposta.

O melhor que têm a fazer é reunir todos os documentos e seguirem para tribunal (com ou sem apoio sindical). Acredito que será o passo seguinte da colega Sara. Se não o fizerem, receio que exista uma forte probabilidade de todas as cartas que entretanto possam redigir, possam constituir (infelizmente) uma perda de tempo.