terça-feira, 24 de maio de 2016

Para relaxar...

Música dos "OneRepublic" - (Tema: Wherever I Go)

Isso sim seria uma excelente ideia para verificar o tal ensino de qualidade...


A evitar...


Comentário: Embora já tenha afirmado que nesta questão particular do financiamento de redundâncias, Mário Nogueira tem desempenhado com primor o seu papel, creio que avançar com este tipo de sugestões (ou soluções) só servirá para radicalizar ainda mais as ações dos membros do desesperado lobby privado.

Análise da Rede de Estabelecimentos com contrato de associação (estudo)

Eis o famoso estudo que muitos anseiam por ler, e que teve como "principal objetivo elaborar um diagnóstico descritivo sobre os estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação (EEPCCA)"

Neste estudo constam "fichas" relativas a cada uma dessas escolas, onde consta "informação sobre as próprias escolas (turmas de início de ciclo constituídas em 2015/2016) e sobre as escolas públicas que foram identificadas como sendo de proximidade". Ainda de acordo com nota introdutória do estudo, "cada ficha apresenta uma análise sobre o contexto dessas escolas (com base nos dados administrativos reportados), complementada por algumas notas sobre a realidade local (análise que complementa a informação compilada pela DGEEC, com informação recolhida pelas DSR e ainda com o conhecimento que as mesmas têm do “terreno” – da responsabilidade da DGEstE)".

São 126 páginas de estudo, e que obviamente será agora alvo de "porrada" por parte do lobby privado, assim como dos seus amigalhaços partidários.


Rede de oferta de Cursos Profissionais para o ciclo de formação 2016/2019

Cliquem na imagem abaixo, para acederem à lista (link DGEstE)...


Piscina olímpica... Que maravilha!


Comentário: É natural que se desconfie, quando temos piscina olímpica (e outras coisas que tais) "patrocinada" por uma escola profissional com contrato de associação e cujos fundos provêm essencialmente  do Governo (isto é, dos nossos bolsos). São referidos outros exemplos interessantes (um dos quais na cidade que me viu crescer), que recomendo ler com espírito aberto e fraca esperança de que estes cortes venham realmente a ser implementados.

Bem sei que posso parecer pessimista, mas tenho mesmo sérias dúvidas que o atual Governo consiga aguentar com tanta pressão política. E não... Não me falem em pressão social, porque a maioria dos alunos pertence à escola pública, e como tal, não vislumbro qualquer apoio à continuidade do financiamento destas escolas por parte da esmagadora maioria dos portugueses.

Da partilha de recursos...


Comentário: Embora compreenda o que se encontra nos normativos legais, não posso admitir que veja com maus olhos esta hipótese... No entanto, e como desconheço na sua quase plenitude a realidade do primeiro ciclo, não consigo conceber se estamos perante algo positivo para alunos e professores, se existe algo mais.

Do exagero...

...mesmo que com criatividade.

E se a FENPROF já anunciou que iria avançar com um processo jurídico contra a JSD (os autores do cartaz em causa), já o Ministério da Educação nada referiu. 

Para o bem e para o mal, não há qualquer dúvida que o atual Governo "cutucou" um ninho de vespas com fortes ligações partidárias... E se pensam que a batalha do combate à redundância está ganho, poderão estar redondamente enganados.


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Novidades nas tabelas de preços da ADSE...

Se já tinham visitado o sítio virtual da ADSE (aqui) devem ter-se deparado com a seguinte informação:


Obviamente que as tabelas (acolá) foram analisadas, tendo surgido forte polémica com o pagamento das próteses. Hoje (ali), "a direcção da ADSE (o subsistema de saúde dos funcionários e aposentados do Estado) recuou e decidiu suspender a entrada em vigor da nova tabela de preços das próteses intraoperatórias (pacemakers, lentes oculares, implantes auditivos). Os novos preços deviam começar a aplicar-se a 1 de Junho e obrigavam os beneficiários a pagar um máximo de 200 euros pela colocação destes dispositivos, quando até então eram comparticipadas a 100% pela ADSE e não tinham qualquer custo para o doente"

Continuemos a estar atentos, pois se não tiram por aqui vão buscar a outro lado qualquer...