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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Concursos de professores 2021/2022 - Listas definitivas (Mobilidade Interna e Contratação Inicial)

No ano passado as listas de colocação relativas aos concursos de Mobilidade Interna e Contratação Inicial foram publicitadas no dia 14 de agosto (uma sexta-feira). Este ano não foi diferente... Felizmente! Assim, os professores têm algum tempo para gerir mudanças.

Para acederem às listas, cliquem abaixo:

LISTAS DE MOBILIDADE INTERNA;

LISTAS DE CONTRATAÇÃO INICIAL.

Bem sei que nem devia escrever isto, mas antes de perguntarem o que se segue, leiam com calma e atenção a nota informativa que acompanha as listas (AQUI).

quinta-feira, 11 de março de 2021

Concursos de professores 2021/2022 - Documentos relevantes

Tal como expectável foram divulgados no sítio virtual da DGAE (aqui) os diversos manuais de candidatura relativos aos concursos de professores 2021/2021, assim como mais alguns documentos necessários ao procedimento. 

Assim, e de acordo com o que pode ser lido, a aplicação eletrónica (ACOLÁ) para esta primeira etapa dos concursos Interno / Externo / Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento encontra-se disponível entre o dia 11 de março e as 18:00 horas de 19 de março de 2021 (hora de Portugal continental) .

Como sempre escrevi, NÃO RECOMENDO que iniciem e terminem AINDA HOJE (ou mesmo amanhã) o processo de CANDIDATURA, tendo em consideração que existem algumas mudanças relativamente a concursos anteriores, que interessa perceber bem (como por exemplo, a questão dos colegas que este ano concorrem ao abrigo da "norma travão").

Podem encontrar os links diretos abaixo:

CONCURSO INTERNO


CONCURSO EXTERNO / CONTRATAÇÃO INICIAL / RESERVA DE RECRUTAMENTO 

quarta-feira, 10 de março de 2021

Concursos de professores 2021/2022 inicia amanhã...

De acordo com aquilo que já é tradição, "o prazo para apresentação da candidatura é de sete dias úteis, tendo início no 1.º dia útil após a publicação do presente aviso". 

Deste modo, os concursos interno, externo e de contratação inicial, terão início amanhã (11 de março) e terminam a 19 de março.

Entretanto, devem aparecer os "preciosos" manuais de candidatura...

Concursos de professores 2022/2021 - aviso de abertura

Eis o aviso de abertura do procedimento concursal de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário para o ano escolar de 2021/2022. 

Tal como em ano anteriores, este é um dos poucos documentos que recomendo impressão em papel.

Para acederem ao mesmo cliquem AQUI.


Aviso de abertura para os concursos de professores 2021/2022 deve estar para breve...

No sítio virtual do S.TO.P podem encontrar (aqui) uma cópia de uma mensagem de correio eletrónico enviada pela Diretora-Geral da DGAE aos dirigentes sindicais, onde são convocados para uma reunião a decorrer amanhã (11 de março) no sentido de esclarecer o conteúdo relativo ao aviso de abertura dos concursos de professores 2021/2022.

Deste modo, devemos estar a horas da publicitação do aviso de abertura...



terça-feira, 18 de agosto de 2020

Concursos de professores 2020/2021 - Aceitação da colocação (Mobilidade Interna e Contratação Inicial)

Tal como já havia referido anteriormente, o prazo de aceitação da colocação para os concursos de Mobilidade Interna e Contratação Inicial (onde se incluem as renovações) termina hoje (às 23:59h). Eu não me atreveria a deixar mesmo para o final esta etapa tão relevante, mas existe sempre quem goste de arriscar...

Se quiserem interpor recurso hierárquico, poderão fazê-lo até às 18h de dia 21 de agosto de 2020.

Quer a aceitação quer o recurso hierárquico são concretizados na aplicação SIGRHE.

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Concursos de professores 2020/2021 - Listas definitivas de Contratação Inicial

Tal como as listas de Mobilidade Interna, também as de Contratação Inicial foram publicitadas hoje no sítio da DGAE. 

Para acederem às mesmas, cliquem AQUI. Convém também lerem de forma atenta, a nota informativa (acolá).

Concursos de professores 2020/2021 - Listas definitivas de Mobilidade Interna

Já se lia algures nas redes sociais que as listas de colocação (relativas aos concursos de Mobilidade Interna e Contratação Inicial) poderiam sair hoje (14 de agosto) ou na próxima 2.ª feira (17 de agosto). Quem avançou com estas datas, sabia o que "dizia"...

Para acederem às mesmas podem clicar AQUI. É conveniente ainda lerem a nota informativa que acompanha a publicitação das listas (acolá).

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Quem espera, desespera



Não me venham dizer que os prazos para a divulgação das listas vão ser cumpridos.

A desconsideração por parte de quem espera que milhares de professores, em meia dúzia de dias (eu sei, estou a ser generosa), agarrem nas suas tralhas (e, eventualmente, família) e na próxima segunda-feira estejam prontos para trabalhar em parte incerta do país é inqualificável. 
Passam-se os anos... décadas... e nada muda. Agosto tem sempre um sabor agridoce. 

terça-feira, 29 de maio de 2018

Concursos de professores 2018/2019 - Listas provisórias de ordenação

Tarde e a más horas, mas aparentemente para darem cumprimento ao que consta do calendário dos concursos (aqui).

Utilizem os links abaixo, para acederem às listas em causa:




sexta-feira, 11 de maio de 2018

Concursos de professores 2018/2019 - Aperfeiçoamento das candidaturas

Tal como já havia referido (aqui) começa hoje a fase onde podemos aperfeiçoar alguns dados das nossas candidaturas, tal como referido em nota informativa (acolá), publicitada no sítio virtual da DGAE.

Para acederem ao manual necessário para esta fase, podem utilizar o link abaixo:

Manual de instruções - Aperfeiçoamento da Candidatura Eletrónica (Concurso Interno Antecipado / Concurso Externo Ordinário / Contratação Inicial / Reserva de Recrutamento / Concurso Externo Extraordinário)

Embora o prazo para o aperfeiçoamento termine às 18 horas de 15 de maio, o melhor mesmo é aproveitarem este fim de semana para procederem a eventuais alterações ou rectificações.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Concursos de professores 2018/2019 - Fase de candidatura termina amanhã

Como sempre, não recomendo candidaturas nos primeiros dias e muito menos recomendo que deixem este procedimento para o último dia. Se bem que estes últimos tempos, os servidores da DGAE tem melhorado a sua estabilidade ao nível dos acessos, certo é que os imprevistos podem sempre acontecer.

Quais as fases dos concursos de professores que se seguem?

Amanhã pelas 18h termina a fase de candidatura dos concursos interno antecipado, externo ordinário, externo extraordinário e contratação inicial. Seguem-se então três momentos de validação da candidatura:

Primeiro momento - Cinco dias úteis, destinados à validação das candidaturas por parte dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas. Esta só é possível se o agrupamento de escolas ou escola não agrupada tiver toda a documentação necessária e exigida legalmente. A não validação, por parte da respetiva entidade de validação, no prazo estipulado no ponto anterior, implica a invalidação total da candidatura, sem prejuízo do disposto no ponto seguinte 

Previsivelmente decorrerá entre 4 e 10 de maio.


Segundo momento - Três dias úteis, destinados a que o candidato proceda ao aperfeiçoamento dos dados introduzidos apenas nos campos alteráveis, cabendo ao candidato juntar a documentação em falta, de modo a ser assegurada a validação da candidatura. 

Deverá decorrer entre 11 e 15 de maio.


Terceiro momento - Dois dias úteis, destinados a que a entidade responsável proceda a nova validação, caso tenha havido, por parte do candidato, o aperfeiçoamento dos dados da candidatura, ou a apresentação de algum documento em falta. 

Previsivelmente entre 16 e 17 de maio.

Seguir-se-á a publicitação das listas provisórias, que de acordo com o calendário dos concursos (aqui) será algo a ocorrer nas segunda quinzena de maio.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Estratégia, vingança ou estupidez?


Comentário: Esta é a realidade que todos ficaram a saber quando o aviso de abertura dos concursos de professores para 2018, foi publicitado na passada sexta-feira. Se lerem com atenção os esclarecimentos que coloquei relativamente aos concursos externos (aqui), irão constatar que não estamos perante um exagero dos meios de comunicação ou dos sindicatos dos professores, mas sim de uma realidade. 

Para quem quiser "atalhar" caminho, deixo o esclarecimento em causa:

"São, ainda, considerados na 2.ª prioridade,  candidatos provenientes dos estabelecimentos particulares que tenham lecionado em turmas dos 2.º e 3.º ciclos e secundário financiadas por contrato de associação, desde que tenham sido opositores ao Concurso de Contratação Inicial, no ano imediatamente anterior ao da realização do concursos externos e tenham lecionado num horário anual não inferior a 365 dias em dois dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso, em estabelecimentos particulares com contratos de associação e ou em estabelecimentos integrados na rede pública do Ministério da Educação".

Traduzindo: um docente proveniente de um estabelecimento particular com contrato de associação, que tenha manifestado oposição (não é colocação, ok... Pode não ter ficado colocado. Basta ter concorrido) ao concurso de Contratação Inicial anterior, e tenha lecionado em dois (730 dias) dos seis anos escolares anteriores ao da realização deste concurso, num estabelecimento particular com contrato de associação, concorre na mesma prioridade que um colega proveniente do ensino público, com o tal mínimo de 365 dias nos últimos seis anos escolares.

É um ano de diferença... Sim, eu sei. Mas acredito que existam muito colegas do privado que tenham esses dois anos de lecionação, em horário anual, o que não deixará ninguém descansado.

Estamos, mais uma vez, perante uma realidade repetida, que sofreu um hiato (resultado de terem existido negociações com os sindicatos de professores. Algo que não aconteceu para este concurso externo extraordinário), mas que mais uma vez acarreta consequências negativas para os colegas que sempre lecionaram em escolas públicas. 

Volto a afirmar o que sempre afirmei: não acho justo que quem tenha conseguido arranjar emprego numa escola privada, com critérios ("locais") que não são os dos concursos nacionais de professores, tenha acesso a vagas nas escolas públicas, em igualdade de circunstâncias com aqueles que têm percorrido Portugal, resultado da aplicação de prioridades e critérios nacionais. Se este tipo de situação é para repetir, então o melhor mesmo é que os "concursos" para vagas em instituições particulares com contratos de associação, sejam concretizados nos mesmos moldes dos concursos nacionais.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Eis os esclarecimentos de Alexandra Leitão para os próximos concursos...


Comentário: E depois da "bomba" (que por alguns já era esperada) anunciada na semana passada, relativamente à "repetição" do concurso de mobilidade interna em moldes similares aos que decorreram no anterior concurso, chegam alguns esclarecimentos da nossa adorada Alexandra Leitão, em forma de entrevista. Para já, tudo o que foi referido por esta personagem, converge com a interpretação que fiz na semana passada (aqui).

Pela sua relevância, irei transcrever a entrevista, até porque poderá interessar rever estes esclarecimentos para memória futura. Estou certo que ainda deveremos ter muita polémica relativamente ao tema dos concursos de professores, o que não é necessariamente bom, porque nos distrai de outro tema eventualmente mais relevante como é o "descongelamento" real do nosso tempo de serviço.


Vamos então à entrevista:


"O concurso de mobilidade interna destina-se apenas aos professores dos QZP e aos professores do Quadro de Escola e Quadro de Agrupamento que não tenham horário completo. É isto? 


Certo. 


Todos os 14 mil professores dos QZP terão de concorrer de novo ao concurso agora aprovado pelo Parlamento?

Sim. De quatro em quatro anos todos os horários distribuídos a docentes de QZP são postos a concurso. Isso aconteceu em 2017 e deveria acontecer novamente apenas em 2021. A deliberação adoptada no Parlamento, na sexta-feira, implicará que tal ocorra já este ano. A proposta do Governo era que, este ano, apenas se movessem os QZP que o pretendessem fazer.

Todos os 14 mil horários ocupados pelos professores dos QZP serão colocados a concurso?

Sim, em cumprimento do que foi aprovado no Parlamento. Todos os docentes dos QZP têm obrigatoriamente de ser opositores ao concurso de mobilidade interna.


O professores que estiverem satisfeitos com os horários que estão a ocupar nos QZP têm de concorrer também? Podem concorrer ao mesmo horário que já ocupam?

Sim, todos os professores de QZP terão de concorrer, independentemente de estarem ou não satisfeitos com a sua colocação. Todos concorrem a todos os horários. Os horários são todos postos a concurso e os docentes manifestam preferências por escolas e não por horários.

Quantos mudarão de escola mesmo que não queiram?

Todos os docentes de QZP têm de ir a concurso. Se, na sequência desse concurso, ficam ou não em horários que queiram é impossível prever, contudo ficam sempre colocados de acordo com as preferências que manifestam.

Quando haverá condições para lançar este concurso?

Assim que a deliberação aprovada na sexta-feira seja lei (publicada em Diário da República) haverá condições para publicar o aviso de abertura do concurso. Tal ocorrerá necessariamente mais tarde do que o ano passado, quando o aviso foi publicado a 11 de Abril.

Com a antecipação do concurso de mobilidade interna o que acontece aos professores que estão a contrato nas escolas? E quantos são?

Com a antecipação deste concurso os professores contratados não poderão renovar as suas colocações [possibilidade prevista na lei para os períodos de intervalo de quatro anos entre um concurso de mobilidade interna e outro, desde que a direcção concorde] e terão de ir todos a concurso. São cerca de 3000.

Está previsto para Abril um outro concurso, que é o da vinculação extraordinária (para contratados). O concurso da mobilidade interna tem de acontecer antes desse?

Os concursos de vinculação (concurso externo e concurso externo extraordinário) são para que professores contratados possam entrar para a carreira, vinculando em quadro de zona pedagógica. No ano passado este Governo vinculou 3500 professores e neste ano será sensivelmente o mesmo número. O concurso de mobilidade interna é posterior ao concurso de vinculação, mas todos os concursos são necessariamente abertos ao mesmo tempo, através do mesmo aviso sucedendo-se sequencialmente. O tal aviso que no ano passado foi publicado em 11 de Abril. O Governo fará tudo o que seja necessário para que, apesar da alteração legislativa, os concursos decorram sem sobressaltos."

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Afinal vamos ter um concurso ordinário...


Comentário: Ao contrário daquilo que o atual Ministério da Educação pretendia, não deveremos ter  um concurso extraordinário, mas sim um concurso ordinário de Mobilidade Interna (MI). Traduzindo, num concurso extraordinário, "apenas" concorreriam os professores dos quadros que se encontram insatisfeitos com as suas colocações para este ano escolar... Se aquilo que hoje foi divulgado for vertido para normativo legal, teremos basicamente um concurso realizado nos mesmos moldes e com as "mesmas" vagas daquelas consideradas no concurso anterior. Basicamente um hard reset ao concurso de Mobilidade Interna.

Posso escrever que o que acabou de acontecer é um passo importante para a reposição da justiça  (reparem que não escrevi "ilegalidade") relativamente ao que ocorreu no concurso de MI do ano passado. No entanto, é para mim difícil afirmar felicidade, pois sei que nenhum dos professores que entretanto obteve uma melhor colocação (resultado de uma "inversão" de critérios de colocação na MI) teve culpa nisso, e que resultado dessa mesma colocação, definiram a sua vida a médio prazo. 

É previsível que teremos agora mais um episódio de "professores contra professores", onde os "bem" colocados irão apontar o dedo aos "mal" colocados, que se mexeram para que esta situação ocorrida na MI fosse revertida... É uma situação de inevitável dualidade de sentimentos!

Mas existe uma verdade inegável: nenhum professor teve culpa no que aconteceu no anterior concurso de MI... Os únicos culpados estão no Ministério da Educação! Esses sim, deviam ser alvo da nossa revolta e indignação.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Aqui está uma proposta com sentido...

"Relativamente ao regime geral de concursos, o Ministério da Educação limitou-se a uma proposta de realização de um concurso interno antecipado, que não merece acordo da FENPROF por apenas prever a alteração de normas para a mobilidade interna e a contratação (alterações de que a FENPROF discorda), não admitindo outras alterações, essas sim, necessárias. Desde logo, criando prioridades únicas para os docentes dos quadros, sejam de escola / agrupamento ou de zona pedagógica, que se candidatam tanto ao concurso interno, como à mobilidade interna. Alterações que se deverão estender à redução da área geográfica dos QZP ou à universalidade de candidatura, permitindo que todas as vagas que são abertas para concurso externo, sejam, antes, colocadas em concurso interno."
(Fonte: aqui)

O problema é que por mais sentido que façam estas propostas, existirá sempre quem delas discorde... Com os atuais moldes dos concursos, faz todo o sentido reduzir a extensão das áreas dos Quadros de Zona, assim como facultar aos atuais professores dos quadros, as vagas que surgem a posteriori (nomeadamente as "extraordinárias"), e às quais estão vedados de concorrer. Desde que sejam criados mecanismos de gestão do número de vagas (de modo, a não impossibilitar ou reduzir as novas entradas em quadro), não constato aqui grandes problemas, a não ser uma maior justiça nos concursos.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Proposta de alteração do normativo legal dos concursos (versão 1)

De acordo com o SINDEP (aqui) já terá chegado às mãos sindicais, a primeira versão de proposta de alteração do diploma que regulamenta os concursos de professores, nomeadamente no que concerne aos seguintes pontos:

a) Concurso de vinculação extraordinário do pessoal docente das componentes técnico artísticas do ensino artístico especializado;
b) Novo concurso interno;
c) Integração (e profissionalização) na carreira do pessoal docente do ensino artístico especializado.

Como só ontem me apercebi desta novidade e os meus dias têm sido bastante preenchidos ainda não tive tempo de analisar esta primeira proposta com a atenção que merece (e é uma primeira versão, como tal, deverá ser alvo de alguns "retoques"), mas fica o download abaixo (cliquem na imagem - link SINDEP).


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Mais do mesmo...


Comentário: Todos os que lêem este blogue há alguns anos, sabem que sou contra os concursos extraordinários (pelo menos, nos moldes em que têm sido concretizados, nomeadamente com a utilização de critérios - aparentemente - aleatórios), porque não obstante de reporem algum justiça, geram injustiças nuns casos e ampliam-nas em outros. O melhor mesmo seriam concursos ordinários, com apuramento real de vagas e onde todos fossem a jogo... Estas entradas aos "bochechos" causam-me confusão.

No entanto, a fórmula parece agradar a Governos, partidos e (alguns) sindicatos... Vai daí, repetem-se anualmente vinculações extraordinárias, com vagas exclusivas para alguns e com outros que se encontram vedados de a elas concorrer, por falta de sorte no tempo de serviço.

Para perceberem melhor o que poderá acontecer, o melhor mesmo é lerem o excerto da notícia que coloco abaixo:

Nota: negritos e sublinhados de minha autoria.

"Tal será feito, disse a bloquista Joana Mortágua, através de uma norma travão que determinará que serão três, em vez de quatro, os contratos necessários para os docentes serem vinculados (estes contratos continuam a ter de ser sucessivos, anuais e completos); e que eliminará a regra de terem de ser no mesmo grupo de recrutamento. Para além destas alterações, haverá uma nova vinculação extraordinária. 

As duas primeiras regras da norma travão permitirão vincular 1200 professores, caso contrário seriam apenas cerca de 400. E não são "uma alteração extraordinária", permanecerão na lei, garantiu a deputada: "Foi uma alteração estrutural à lei que facilita a vinculação de professores para o futuro." Já a abertura de um novo processo de vinculação extraordinária permitirá vincular os restantes 2400."

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Não nos atirem areia para os olhos!

Estou tão, mas tão farta da demagogia que tem marcado este assunto...
E como me revejo nas declarações do nosso ilustre deputado Porfírio Silva, quando disse que "a desfaçatez em política deveria ter, apesar de tudo, alguns limites."....

Hoje não pude deixar de ler as declarações da Alexandra Leitão. E, se nada mais, haja ao menos coerência!  Afirmou a Srª Secretária de Estado que:


Ah.... mas esperem lá... 

Se a preocupação do ME é, de facto, a poupança - coisa que não posso deixar de defender enquanto contribuinte - não deveria ter garantido, aquando da RR1 (dia 6 de setembro), que qualquer professor dos quadros de um determinado grupo fosse colocado em horários com, pelo menos, maior número de horas que os dos contratados do mesmo grupo?     DEVERIA!
Foi isso que aconteceu?      NÃO!

Vou ilustrar com alguns exemplos, que facilmente poderão confirmar no sítio da DGAE. 

LISTA DE COLOCAÇÕES DA RESERVA DE RECRUTAMENTO 1 - GRUPO 330 - (6/9/17) 

     Quadro 1 | MOBILIDADE INTERNA:
Comentário:
Basta uma página para se constatar que o ME colocou, no dia 6/9/2017, vários professores dos quadros (obrigatoriamente opositores a todas as escolas do QZP 1) em horários incompletos. 


     Quadro 2 | CONTRATAÇÃO:
Comentário:
Também aqui e bastando para tanto uma página, podemos confirmar que o ME contratou, no dia 6/9/2017, vários professores contratados para horários completos em escolas pertencentes ao QZP 1.

Agora voltem acima nesta publicação, releiam as afirmações da secretária de Estado da Educação e tirem as vossas conclusões... 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Mais alguém anda intrigado...

... sobre o paradeiro do nosso ME, Tiago Brandão Rodrigues, a quem ainda não ouvimos prestar quaisquer declarações sobre as reivindicações dos professores colocados a 25/8?

Sr. Ministro, os professores merecem mais e melhores explicações (para ser simpática, usemos um eufemismo) que aquelas que ouvimos à Secretária de Estado Adjunta e da Educação e ao Sr. Deputado Porfírio Silva sobre esta matéria.