ou os problemas de saúde surgem a posteriori?
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Já não é a primeira vez (nem será a última) que isto acontece...
ou os problemas de saúde surgem a posteriori?
quinta-feira, 11 de março de 2021
ATENÇÃO: Apenas estão disponíveis horários completos para a Mobilidade Interna e Contratação Inicial
Deste modo, nos concursos de Mobilidade Interna e Contratação Inicial, apenas estarão disponíveis horários completos.
E para aqueles que possam ter dúvidas, deixo-vos com a transcrição do Aviso de abertura:
Parte IV - Necessidades temporárias
II - Concurso de mobilidade interna
B - Candidatura
9 — Aos docentes opositores ao concurso de Mobilidade Interna apenas serão disponibilizados horários completos, devendo os docentes manifestar as suas preferências por ordem decrescente de prioridade.
III - Contratação Inicial e Reserva de recrutamento
A - Manifestação de preferências
1 — Aos candidatos opositores ao concurso de Contratação Inicial apenas serão disponibilizados horários completos, devendo os docentes manifestar as suas preferências por ordem decrescente de prioridade.
Continuo a considerar que é melhor absorver toda a informação durante 48 horas e depois, com calma, (eventualmente no sábado ou no domingo) avançar para a plataforma SIGRHE.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
Mas alguém esperava algo diferente?
"96% dos docentes estão a trabalhar em casa e a quase totalidade (95%) usa o seu próprio equipamento"
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
E quando (quase) tudo se faz sem planeamento...
...só pode dar asneira, com uma interrupção letiva inesperada a ser "decretada" como consequência de uma falta incompreensível de ação (no caso, aquisição de equipamentos informáticos prometidos num ano e adquiridos no seguinte).
Dificilmente teremos ensino "à distância" para todos ainda este ano letivo, quando se "contrata" a aquisição de equipamentos no 2.º período (reparem bem na data).
Enfim.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Da cumplicidade política...
Aparentemente teremos escolas encerradas já amanhã...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
Costa não surpreendeu...
Tal como não me surpreenderá que a tal "campanha permanente" de testes de antigénios anunciada por António Costa (leiam aqui) também não se venha a concretizar, pois algo similar já havia sido anunciado e até ver nada foi concretizado. Por aquilo que sei, as poucas testagens concretizadas em escolas foram patrocinadas pelos municípios e não tiveram intervenção do governo central.
Resta-nos assumir o eventual prejuízo para a nossa saúde (e para aqueles que nos rodeiam), a dos nossos alunos e da sua família e gerir da melhor forma este confinamento "fofinho", que dificilmente não terá consequências graves. E quando me dizem que a economia "falou mais alto", não consigo concordar... Acho que a economia teve influência, mas sem dúvida que a política imperou. Quando se dirige o país a pensar na manutenção do poder, dá nisto...
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
Primeiro período letivo com balanço positivo, mas às custas de quem?
Somos, definitivamente, uma classe envelhecida...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Professores sem componente letiva, mas a trabalhar...
Comentário: Atrevo-me a dizer que este poderia ser um esclarecimento redundante, não fosse o facto de existir muita gente a pensar que os professores sem componente letiva passam as 35 horas de trabalho na máquina de venda automática a tirar cafés, na sala dos professores a ver CMTV ou mesmo a dormir no carro (obviamente estacionado dentro do recinto escolar ou nas suas proximidades).
Adiante.
Filinto Lima mostra-se preocupado com a formação que vai ser dada aos professores sem componente letiva, relativa ao desempenho de novas funções em saúde pública. Preocupação legítima, à qual juntaria outra, relativa ao fornecimento dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Se investirem em três míseras máscaras por professor, tal como aconteceu na Escola Pública, o melhor mesmo é estes colegas começarem a colocar algum dinheiro de parte... É que isto é tudo muito bonito, mas ao final de uns meses de trabalho, se fizerem bem as contas em gastos com EPI, irão constatar que ultrapassa (e bem) os gastos com papel, tinteiros e canetas para esse mesmo período.
terça-feira, 1 de dezembro de 2020
Mobilização de docentes com ausência de componente letiva para a saúde pública
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
Satisfeitos ou desorientados?
Comentário: Quando li o título do artigo dei por mim a pensar: "Eis um título intemporal!". Com ou sem pandemia, a conclusão de que estamos "exaustos, ansiosos e desorientados" é das mais comuns quando fazem estudos sobre o "estado de alma" da classe docente. Este e aquele que diz que somos muito bem pagos. Mas se a primeira é uma constatação, a segunda será mais uma medida política para "cortar pernas" a uma eventual justificação de recuperação de direitos (o tempo de serviço é um deles) por parte dos professores.
Adiante.
Por norma não leio artigos que considero terem um elevado potencial para aumentar a minha ansiedade, mas já que estou a regressar às atualizações, arrisquei... e acabei por me deparar com outro adjetivo. Ora leiam o seguinte excerto:
Nota: negritos de minha autoria.
"A boa notícia: a maioria dos inquiridos (81%) mostra-se satisfeita com as medidas públicas adotadas e admite que a escola tem colaborado com o corpo docente. Outra nota positiva: a perceção de que as orientações para prevenir a Covid-19 nas aulas presenciais são eficazes é partilhada por 43% dos educadores e professores. O consenso é menos visível no que respeita às regras sanitárias, com 36% a admitirem que elas perturbam a gestão em sala de aula. Quase um quarto dos inquiridos (22%) não se sente confiante a gerir o grupo de alunos no novo contexto educativo".
Admito ter ficado surpreendido com tanta satisfação... A realidade dos inquiridos deve ser radicalmente diferente da minha e daqueles que me rodeiam. Para além disso, a conclusão divulgada acaba por ser desconcertante quando se lê o desenvolvimento da notícia.
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
De um ponto de vista epidemiológico não faz qualquer sentido...
Comentário: Não sei se os casos são abafados ou não, mas certo é que costumo saber das situações de infeção (e não... não estou a referir-me a rumores) bem antes de serem divulgadas oficialmente, o que não deixa de ser preocupante porque o tempo nestas situação é um factor essencial. O argumento utilizado, por norma, é o de evitar o alarmismo... No entanto, julgo que essa será uma premissa errada, tendo em consideração que as situações acabam por ser faladas, e a incerteza poderá causar mais "ruído" que a informação.
Considero que todas as situações confirmadas devem ser reportadas pelos diretores das escolas / agrupamentos de escolas, não só aos professores e restantes funcionários, mas também aos encarregados de educação. Desconheço se existe alguma orientação política para "abafar" casos de infeções pelo novo coronavírus, mas a existir não faz qualquer sentido de um ponto de vista epidemiológico.
A teoria dá nisto...
ssão deverá ser concretizada com quem não está no "terreno" e tem uma visão normativa da organização escolar.
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
A sério?
A triste constatação de uma realidade há muito anunciada...
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
Mas alguém estava à espera de um desenvolvimento diferente?
terça-feira, 1 de setembro de 2020
Regresso à escola...
Nunca como agora se discutiu o regresso à escola, na (denominada) "nova normalidade", onde os receio são imensos e as dúvidas indiscutíveis. Como já tinha referido em post anterior (aqui) durante o mês de agosto restringi as minhas visitas às redes sociais e blogues de professores para manter a minha sanidade mental. E de alguma forma consegui atingir o meu objetivo... No entanto, a televisão é sempre uma constante, e por mais que mude de canal, as notícias sobre a COVID-19 e o regresso à escola são permanentes.
Tal como todos, tenho obviamente receio de regressar à escola, mas é um receio racional, baseado no estudo de artigos (recordo-vos que sou da área da biologia), e não de rumores ou alarmismos. E se não divulgo notícias sobre o COVID-19 e o regresso à escola não é por não as conhecer, mas porque considero que já existe divulgação q.b., e quem quer saber mais sabe sempre onde procurar informação (fidedigna ou não).
E o que é que eu posso afirmar à data de hoje, relativamente ao meu regresso à escola? Em primeiro lugar, irei tomar todas as precauções que estejam ao meu alcance, nomeadamente o uso sistemático de máscara e a desinfeção das mãos. Em segundo lugar, irei fazer absoluta questão que os meus alunos cumpram (dentro da sala de aula, porque fora dela eu não posso fazer grande coisa) com as regras que o meu agrupamento irá instituir (e que julgo serão similares a nível nacional). Para além disso, irei diminuir o meu tempo de permanência em locais pouco ventilados e aqueles onde me veja obrigado a permanecer (como as salas de aulas) terei sempre as janelas e portas abertas. Também sei que será complicado falar com a máscara e que a minha voz irá sofrer com isso, mas quando começar a "falhar", paro. Gosto de circular pelas salas de aulas, mas também sei que irei restringir os meus movimentos...
E é essencialmente isto.
Não sinto necessidade em alimentar mais a minha apreensão, nem o irei fazer... Gostava que aqueles que me rodeiam também o fizessem, mas não somos todos iguais e nem todos encaram esta situação da mesma forma.
Aproveito este post para vos desejar um regresso à escola em segurança, num ano letivo que será certamente desafiante a todos os níveis.
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Da brutal confusão que foi a devolução de manuais escolares...
Num ano letivo repleto de excecionalidades, esta novela era perfeitamente dispensável. No entanto, se juntarmos a isto, os ataques informáticos (cof... cof...) ao portal das matrículas e os recentes problemas de acesso ao sítio virtual da DGAE (e ao SIGRHE) vemos um padrão de erros (ou se quiserem, problemas) consecutivos, onde ninguém assume culpas e as decisões são tomadas ao sabor do vento.


















