Comentário: A parceria em causa destina-se a assegurar a leccionação de mandarim em (pelo menos) 23 escolas públicas portuguesas, sendo estas aulas responsabilidade de professores chineses pagos pelo Governo da República Popular da China.
Aparentemente a distribuição destes colegas pelas escolas portuguesas será responsabilidade do MEC...
Resumindo: temos um instituto chinês suspeito de censura e vigilância aos seus professores e uma ministério português conhecido internacionalmente por não conseguir distribuir os seus professores de forma eficiente e rápida. Temos todos os ingredientes reunidos para termos mais um início de ano letivo bombástico!
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