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quinta-feira, 9 de abril de 2020

As declarações do PM relativas ao 3.º período (em resumo)

Por motivos óbvios dificilmente um resumo ultrapassará a qualidade da visualização do vídeo que disponibilizei (aqui), no entanto, convém sistematizar o que foi referido, para não nos perdermos.

Assim, e no que concerne ao 3.º período, ficam algumas das principais orientações:

(1) não existirão atividades letivas presenciais para o ensino básico;

(2) decorrerá apoio diário com emissão televisiva de conteúdos pedagógicos no canal RTP Memória e a partir de 20 de abril;

(3) a avaliação no ensino básico será feita sem provas de aferição e exames no 9.º ano, no entanto, deverá considerar aquilo que for concretizado no Ensino à Distância;

(4) 2 possibilidades de ação: Plano A - possibilidade de atividades letivas presenciais no secundário, em concreto, nos 11.º e 12.º anos, mas apenas nas disciplinas sujeitas a exames nacionais; e Plano B - ensino à distância para todos os anos de escolaridade até ao final do terceiro período;

(5) calendário de exames do 11.º e 12.º anos será adiado para: 1.ª fase - 6 e 23 de julho e 2.ª fase - 1 e 7 de setembro;

(6) com base no calendário anterior, o terceiro período irá terminar a 26 de junho;

(7) todos os docentes que desenvolverem atividade letiva presencial terão de usar máscara (aparentemente fornecida pelo Ministério da Educação);

(8) os professores que integrem grupos de risco serão dispensados das atividades letivas presenciais.



Se quiserem ler o comunicado do Conselho de Ministros de 9 de abril, poderão clicar acolá.


O que disse o PM sobre o terceiro período? (em vídeo)

Até poderia fazer um resumo do que foi dito pelo nosso Primeiro Ministro, mas tendo em conta que esta interrupção letiva foi profícua em aprendizagem na utilização de recursos multimédia para o Ensino à Distância, optei por gravar um vídeo e acrescentar o logótipo do blogue. 

São quase 8 minutos de pura adrenalina... ;)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

O desespero de um pai...

...perante a ineficácia de um sistema que protege os agressores. Bem sei que muitos criticarão a atitude deste encarregado de educação, mas enquanto pai tenho algumas dificuldades em apontar o dedo à atitude em causa.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Prós e Contras - Escolas Sob Pressão

Começo por afirmar que não vi o programa (ou se quiserem, debate) em causa, não por falta de tempo, mas sim por já não acreditar no formato do mesmo, e porque a tradição me levou a concluir que quando o tema é educação se ouve tudo e mais alguma coisa (nomeadamente especialistas em produção académica e compiladores de livros de estratégias de ensino), menos quem está no terreno diariamente. E mesmo quando se chama quem está na escola diariamente, por norma, aparecem colegas que traçam um panorama que não é aquele que eu (e muitos colegas) conheço e com o qual lido diariamente.

Também constatei que no painel, não constava nenhum elemento do Ministério da Educação... E para mim, esse, por si só, é um forte argumento que atesta a (falta de) importância que o tema da indisciplina tem para o nosso "patrão".

No entanto, e por saber que alguns colegas ainda conseguem ter paciência para o programa "Prós e Contras", fica o link (cliquem na imagem abaixo) para o debate em causa.


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

E alguns alunos são prejudicados pelos pais que os educam...


Comentário: A liderança da CONFAP já nos habituou a este tipo de intervenções públicas, que poderão ser interpretadas por alguns como retribuição em declarações para compensar subsídios governamentais. E Jorge Ascenção (Presidente da CONFAP) vai mais longe, afirmando que "cabe ao governo a responsabilidade de dar um serviço público de qualidade" e acrescentando que "depois dos dados OCDE [um estudo que referia que os salários dos professores portugueses são "relativamente altos"], que cada um lê como quer, podem surgir mais questões" relativamente à justiça das reivindicações dos professores.

Enfim.

Como é possível que alguém que representa os Encarregados de Educação não compreender que com professores desmoralizados, desmotivados e com (aproximadamente) sete anos do seu trabalho pura e simplesmente eliminados, é difícil ter um serviço público de qualidade?! É que a escola mais do que edifícios, equipamentos e materiais, é acima de tudo um espaço de relações interpessoais... E não é com decretos que impõem mudança e motivação que o panorama é passível de melhorias. 

O meu conselho para estes representantes dos Encarregados de Educação é que falem com os alunos, e vejam o que realmente é importante para eles.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Acho muito bem que contestem... Eu faria o mesmo!


Comentário: De acordo com a notícia, "a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) defende que todos os professores têm de estar presentes nas avaliações dos alunos, caso contrário os pais poderão contestar as notas finais". E têm toda a razão... Ao contrário da CONFAP, parece-me que nesta confederação temos pais e encarregados de educação que compreenderam o alcance da intransigência governamental.

Dificilmente os Diretores das Escolas / Agrupamentos de Escolas que estão a fazer questão de cumprir a nota informativa ilegal da DGEstE, não terão problemas. Aliás, tendo muitos deles assinado documentos que remetem para o cumprimento da nota informativa em causa, e sabendo (pela posição que ocupam e pelo facto de estarem devidamente informados no que concerne a normativos legais) que estão a cometer uma ilegalidade, não sei como é que se irão safar de um procedimento disciplinar. Os professores e os seus representantes não deixarão passar isso em branco...

quarta-feira, 1 de março de 2017

E com cada nova "revolução" na educação, temos novos manuais escolares...


Comentário: Esta é uma das consequências naturais de cada novo ciclo partidário de "revolução" na educação em Portugal... Embora existam muitas outras, esta é uma daquelas que mais me incomoda porque estamos a enviar para o lixo, manuais válidos, recentes (bem recentes) e que não poderão ser "reciclados" entre alunos. E mesmo que o Ministério da Educação refira que não há motivos - neste momento - que justifiquem a alteração de manuais, o facto é que essa alteração deverá ser concretizada no ano letivo subsequente.

Para tristeza nossa (e dos encarregados de educação) e gáudio dos editores dos manuais, estamos perante mais uma tradição cíclica. 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O problema é que uns não sabem ler, alguns são míopes e outros não querem saber...


Comentário: Acho francamente positivas este tipo de iniciativas, onde o objetivo é lembrar aos Encarregados de Educação qual o seu papel e ao mesmo tempo permitir algum grau de reflexão nas atitudes e comportamentos (eventualmente menos positivas) junto dos seus educandos. No entanto, e por aquilo que conheço, por norma os destinatários (os reais e não a generalidade utilizada para não ferir susceptibilidades) destas iniciativas não querem saber delas...

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Do radicalismo...


Comentário: Por norma, e a não ser que exista uma decisão ao nível de grupo disciplinar, não atribuo mais de 3 TPC por período no ensino básico e 1 TPC de quinze em quinze dias no 10.º e 11.º anos de escolaridade... Mas sei perfeitamente que existem colegas que atribuem um número bem mais elevado, por semana. E se este procedimento até poderá ser considerado normal por alguns (que até defendem a relevância destes trabalhos como uma preparação para os exames nacionais ou para acelerarem "matéria"), sempre questionei a eventualidade de todos os professores pensarem assim, e de atribuirem TPC como se "não houvesse amanhã".

Não concordo com excessos (no caso, nenhum TPC ou tantos que quando os alunos chegam a casa, só têm tempo para jantar e depois estão até às 23h a resolver exercícios), e contínuo a considerar - até prova em contrário - que alguns TPC não fazem mal a ninguém, até pelo contrário.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Defendo isto há anos...


Comentário: Embora estejam previstas coimas no artigo 45.º do Estatuto do Aluno e Ética Escolar, o certo é que as mesmas nunca foram implementadas... E tal implementação dificilmente ocorrerá num futuro próximo, principalmente se considerarmos alguns dos partidos que constituem a "geringonça" que mantém este Governo.

Desde que iniciei as minhas funções enquanto docente, apenas não fui Diretor de Turma, 2 anos letivos, pelo que sei que obtinha bons resultados junto de pais menos interessados nos seus filhos, sempre que referia a possibilidade de contraordenação. E obviamente que sei da (quase) impossibilidade de tal consequência, mas a realidade é que muitos pais apenas "acordam para a vida" quando lhes falam em coimas. É triste, mas é verdade!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O senhor Diretor esteve mal...


Comentário: Sinceramente... Estamos perante pais que não se importam de colocar em causa um início estável de ano letivo para os seus "rebentos" e mesmo contra todas as indicações governamentais (e normativos legais entretanto aprovados) insistem em matricular numa escola privada "redundante" na esperança de que a mesma continue a ser financiada com fundos públicos.

O Diretor esteve mal! Se os Encarregados de Educação não se importam em sujeitar os seus filhos a este tipo de "chantagem" amarela, envolvendo-os numa situação que lhes poderá trazer alguns amargos de boca e angústia para os seus educandos, então o senhor Diretor tinha mais é que os deixar.

Agora a sério... Cada vez compreendo menos o que se passa na cabeça de alguns Encarregados de Educação, mas também sei que anos a fio de financiamento público das "redundâncias" amarelas dá nisto. E enquanto tivermos a "geringonça" esta situação de reposição de justiça deverá manter-se. Mal esteja o PSD ou o PS sozinhos no Governo voltamos ao mesmo de sempre (isto é, esvaziamento do "público" e financiamento do "privado"). Os gestores das escolas privadas sabem disso e os Encarregados de Educação também.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Então que escolham...


Comentário: As escolhas têm sempre custos, e obviamente que se existe oferta pública gratuita por perto, essa opção pode e deve ser paga... Se a opção gratuita não existir por perto, acho bem que seja patrocinada pelo Estado Português, até porque temos escolaridade obrigatória.

Continuo a afirmar que não acredito que esta "contenção orçamental" vá para a frente, pois já me deparei várias vezes com este "filme" do Governo "mau" que afirma parar de patrocinar "às cegas", turmas no privado.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Tenho dúvidas...

 
Comentário: E não, não tenho dúvidas que a redução de alunos por turma possa contribuir positivamente para a diminuição da indisciplina. Tenho dúvidas é que realmente consigam "forçar" mais esta medida. 

Estou em crer que isoladamente esta medida possa ter algum impacto, mas seria necessário encontrar outras soluções, nomeadamente aquelas relacionadas com a possibilidade de "desmame" (forçado ou não) ou "integração" (difícil, na maioria das nossas turmas) de um dos maiores focos de conflito na sala de aula... o telemóvel!

No entanto, continuo a não acreditar que este Governo (a par dos anteriores) queira devolver dignidade e autoridade aos professores, pois como já afirmei imensas vezes, interessa manter a nossa classe profissional ocupada, cansada e desiludida.

quarta-feira, 2 de março de 2016

De louvar...

 
Comentário: Não obstante dos motivos que estão na base do protesto (alguns deles plenos de justiça e outros que nos causarão alguma estranheza - nomeadamente a questão da autonomia), é de saudar a adesão de alunos e encarregados de educação ao mesmo, numa iniciativa que aqui em Portugal dificilmente conseguiria ser concretizada. Até porque por cá, se entende a escola pública como um depósito de crianças... a qualidade essa fica em segundo plano ou para as escolas privadas (devidamente "subsidiadas).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Para imprimir e fornecer a alguns encarregados de educação

Não é o caso deste ano letivo, mas enquanto Diretor de Turma já senti necessidade de fornecer documentos a determinados Encarregados de Educação (aqueles que na realidade não o são), para melhor compreenderem que tipo de educação estão a dar aos seus educandos, mas nunca arranjei nada suficientemente telegráfico... Hoje descobri um artigo do jornal Sol (aqui) que me parece digno de impressão e que irei transcrever:

10 coisas a evitar se não quer criar um delinquente 

"As crianças são sempre crianças. Mas a verdade é que existem umas mais bem-educadas e sossegadas e outras mais irreverentes e mal-comportadas. 

O Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil (CADIn) fez uma lista (de uma forma irónica) das ‘regras’ para criar estes filhos insubordinados, ilustrando as atitudes dos pais perante as mais diversas situações: 

1. “Comece desde muito cedo a dar ao seu filho tudo o que ele quer”. E que tal impor algum respeito e controlo? Se a criança tiver tudo o que quer, irá convencer-se que o mundo gira à sua volta. 

2. “Faça sempre tudo aquilo que devia ser o seu filho a fazer”. A verdade é que, se não quer ter um parasita em casa, tem que o ensinar a fazer a cama, a arrumar o quarto e a não sujar a roupa sempre que vai para a escola. 

3. “Nunca o repreenda”. Claro que tem que ser admoestado na altura certa! Se em adultos temos que ouvir repreensões dos nossos chefes, de amigos e de familiares, como é que estaremos preparados para isso sem que os nossos pais nos tenham feito o mesmo? Uma pessoa quando está errada deve ser chamada a atenção, independentemente da idade. 

4. “Satisfaça todas as suas exigências e caprichos no que se refere a alimentação, vestuário e conforto”. Se a criança só gostar de pizzas, hambúrgueres e gelados, acha que é esse que deve ser o seu menu diário? Se estão 5 ºC vai deixar a sua filha ir de calções para a escola? Não deixe que as modas e as birras à hora de jantar se sobreponham ao bom senso. 

5. “Discuta o mais possível com seu cônjuge na frente dele”. É normal os adultos terem discussões e os casais se desentenderem. O que não é normal é envolver uma criança numa conversa para graúdos. Ao vê-la a falar mal com o seu marido, a criança irá pensar que pode fazer o mesmo e perde o respeito por um dos progenitores. 

6. “Encoraje a utilização de calão e ria-se das gracinhas menos próprias que possa ter”. Os palavrões ficam mal em qualquer idade, mas nas crianças são especialmente perigosos. Não o deixe pensar que se pode falar assim em qualquer lado e com qualquer pessoa. Não se ria do que, no futuro, pode não ter graça nenhuma. 

7. “Deixe o seu filho navegar livremente na internet e ler tudo o que lhe apetecer”. Cada conteúdo tem uma idade apropriada para ser visto. Uma criança de cinco anos não deve ver reality shows - onde a violência e as futilidades são recorrentes –, nem uma de 8 deve ter livre acesso ao Facebook, onde pode ser encaminhada para site menos próprios. Além de poder copiar os mais exemplos, estes podem ser ‘caminhos’ perigosos. 

8. “Nunca incuta princípios morais ao seu filho”. Se não o fizerem, para que servem os pais? Não espere pelos 18 anos para lhe dizer que está errado aproveitar-se dos outros ou fazer pouco dos que o rodeiam. 

9. “Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser”. Mais cedo ou mais tarde, vai perceber que com o passar do tempo ele ai pedir cada vez mais dinheiro. Nessa altura vai se arrepender de não ter imposto limites e de não o ter ensinado a gerir as poupanças. 

10. “Defenda sempre o seu filho!”. Por muito que goste da sua criança, é preciso ter noção que às vezes a culpa é dela. Se estiver sempre a defender o indefensável, a criança não terá respeito pelos amigos, pelos professores e, com o passar do tempo, por aqueles que o estão sempre a proteger."

Este é um daqueles artigo que irá direto para o meu arquivo informático de Diretor de Turma, pois considero que até pode ser um daqueles artigos fornecidos por mim no início do ano letivo e que poderá servir para reflexão conjunta.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Uma boa questão...

 
Comentário: E aposto que muitos progenitores biológicos de "qualidade" responderão: "Não as suficientes! É que quanto mais tempo passarem a massacrar os professores nas escolas, menos tempo chateiam em casa"... Obviamente que poucos desses pais admitirão publicamente o raciocínio, mas o facto é que conhecemos muitos que estou certo assim pensarão.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Das ilegalidades...

 
Comentário: Não aprecio este tipo de notícias porque aparenta estimular a repetição, o que neste caso parece comprovar-se pois esta é a segunda vez em menos de um mês que é concretizada uma gravação em ambiente de sala de aula. Obviamente que nem será necessário "esticar-me" em explicações quanto à ilegalidade destas gravações...

Preocupa-me ainda que a par das agressões a professores (que aparentam agora ter entrado na "melhor" tradição parental portuguesa), também as gravações em ambiente de sala de aula possam minar ainda mais as faltas de respeito a que somos sujeitos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pedir não custa...

 
Comentário: Bem... Na realidade custa-me pedir o que quer que seja, mas quando é para os meus filhos acabo por me importar um pouco menos, como tal, compreendo a pretensão do CNIPE em termos de defesa da eliminação dos exames do 6.º e 9.º ano. 

Quanto à eliminação do PET que esta confederação de pais defende, não podia estar mais de acordo. Espero é que o façam rapidamente, pois estamos a falar de uma parceria com uma instituição privada e, por norma, os "contratos" são redigidos por forma a penalizar fortemente o Estado incumpridor.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Situações que se repetem...

Mãe julgada por sequestro e agressão de professora

Comentário: Infelizmente já tive a oportunidade de trabalhar em escolas onde ocorreram agressões a professores, e não obstante da óbvia crítica às agressões dos encarregados de educação, fica também a má recordação da falta de apoio moral aos agredidos, por parte dos colegas de profissão. 

Aparentemente aqueles professores que "apanharam porrada" estariam a pôr-se a jeito por quererem fazer cumprir com o estipulado no regulamento interno e estatuto do aluno... Este seria o resumo possível daquilo que ia ouvindo em surdina, sendo fácil aferir a apologia do "fechar os olhos" às infrações dos alunos (independentemente da sua gravidade), Não sei se será um problema geral, mas suspeito que possa ser uma vez que não somos uma classe propriamente unida.

Quanto a um eventual castigo dado a esta encarregada de "educação" (antes, falta dela), seria interessante que de uma vez por todas fosse exemplar. E se não fosse um castigo "pedagógico", pelo menos que sirva para intimidar próximas (e mais do que previsíveis) agressões a professores.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Da realidade dos mega...

Regresso às aulas num agrupamento com dois mil alunos e 200 professores

Comentário: Bem sei que existe quem olhe para os cargos de gestão, como se fossem de alguma forma inimigos de quem está "apenas" nas salas de aula, mas tenho de admitir que mesmo com uma boa equipa de trabalho, gerir números tão elevados de seres humanos (com realidades e objetivos diferentes) não deixa de ser uma tarefa hercúlea e - quando bem feita - digna de admiração. 

Relativamente à situação de existirem turmas de 30 alunos, só mesmo quem nunca tenha estado numa sala de aula é que considera ser possível trabalhar com qualidade e esperar bons resultados.