terça-feira, 18 de setembro de 2012
"Nenhum professor com ausência de componente lectiva [ou seja, sem dar aulas] entrará em mobilidade especial".
Professores sem aulas fora da mobilidade especial
Comentário: A afirmação que coloquei como título do post terá partido do secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida. Espero um dia não ter de fazer um link para este post, por motivos menos agradáveis...
No entanto, e como sabemos que a política é um fenómeno dinâmico nada nos garante que se consiga encontrar uma justificação para justificar uma eventual mobilidade especial e, obviamente, uma ou duas alternativas à mesma.
Lá teremos de aguardar pelo fim das "negociações" relativas à vinculação extraordinária (entre outros tópicos de "troca" sindical), para destaparmos mais qualquer coisita.
No entanto, e como sabemos que a política é um fenómeno dinâmico nada nos garante que se consiga encontrar uma justificação para justificar uma eventual mobilidade especial e, obviamente, uma ou duas alternativas à mesma.
Lá teremos de aguardar pelo fim das "negociações" relativas à vinculação extraordinária (entre outros tópicos de "troca" sindical), para destaparmos mais qualquer coisita.
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Carreira,
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Por via das dúvidas...
... o melhor mesmo é colocar aquilo que a escola efetivamente pede em termos de tempo de serviço.
Cliquem na imagem para acederem à informação colocada no sítio do SPN, onde é referido que a "DGAE acaba de confirmar que a data de referência para a contagem do tempo de serviço a inserir nas ofertas de escola é o dia 31 de agosto de 2011".
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Contratação de escola,
Contratados,
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Polémica,
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Professores
Greve de uma semana?!
Plataforma pela Educação lança apelo para greve
Comentário: A Plataforma pela Educação apela a uma greve de uma semana nas escolas, onde os dias seriam repartidos por cada ciclo de ensino (e terminando com uma greve nacional da função pública).
Pois sim...
Estou convicto que a adesão a uma proposta destas estará votada ao fracasso. Enquanto classe, somos demasiados e com interesses demasiado díspares. Infelizmente. Para além disso, muitos (eventualmente a maioria) iriam utilizar o argumento da crise (dos cortes salariais e nos subsídios) para não aderirem. Existe uma solução para este "problema orçamental", que poderia ser promovido pelos sindicatos (similar ao que acontece nos sindicatos dos transportes públicos) mas que por qualquer motivo não o é.
Para além das greves de um dia (que já cansam) também existe a alternativa da greve de zelo, mas com tantos professores a darem horas e horas à escola (de forma voluntária) e que com isso, acabam por "forçar" outros a trabalhar também pela noite dentro, receio que estejamos perante um processo inquinado.
Existem outras soluções? Talvez... Mas enquanto não resolvermos o problema do umbiguismo da classe, da rejeição às iniciativas sindicais, do interesse imediato com a obtenção de uma colocação (basta ver o que acontece neste blogue... nas fases concursais está a "abarrotar" pelas costuras, mas depois perde cerca de 50% dos visitantes) e da falta de vontade para ir acompanhando as tropelias do governo, pouco ou nada se poderá fazer.
Pois sim...
Estou convicto que a adesão a uma proposta destas estará votada ao fracasso. Enquanto classe, somos demasiados e com interesses demasiado díspares. Infelizmente. Para além disso, muitos (eventualmente a maioria) iriam utilizar o argumento da crise (dos cortes salariais e nos subsídios) para não aderirem. Existe uma solução para este "problema orçamental", que poderia ser promovido pelos sindicatos (similar ao que acontece nos sindicatos dos transportes públicos) mas que por qualquer motivo não o é.
Para além das greves de um dia (que já cansam) também existe a alternativa da greve de zelo, mas com tantos professores a darem horas e horas à escola (de forma voluntária) e que com isso, acabam por "forçar" outros a trabalhar também pela noite dentro, receio que estejamos perante um processo inquinado.
Existem outras soluções? Talvez... Mas enquanto não resolvermos o problema do umbiguismo da classe, da rejeição às iniciativas sindicais, do interesse imediato com a obtenção de uma colocação (basta ver o que acontece neste blogue... nas fases concursais está a "abarrotar" pelas costuras, mas depois perde cerca de 50% dos visitantes) e da falta de vontade para ir acompanhando as tropelias do governo, pouco ou nada se poderá fazer.
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Não, não existem...
Os PCT, PCE e PCA ainda existem?
Comentário: Partilho daquilo que os colegas do blogue Ad Duo afirmam, ou seja, "com a publicação do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabeleceu a nova reorganização curricular do ensino básico e secundário, os PCA, PCE e PCT deixaram de se constituir como documentos necessários à estratégia de concretização e desenvolvimento dos currículos".
Durante todo o mês de agosto acreditei piamente que nos tinhamos "livrado" dos Projetos Curriculares de Turma (PCT) e dos Projetos Curriculares de Escola (PCE) ou Agrupamento (PCA), no entanto, uma vez de regresso à escola, verifiquei em Conselho de Diretores de Turma que afinal o dito cujo PCT não tinha desaparecido.
Não sei como se encontra esta situação a nível nacional, mas cheira-me a burocratização desnecessária... Embora não tenha grandes dúvidas no que concerne à inexistência de PCT´s no presente ano letivo, penso que seria interessante se o MEC enviasse algum tipo de esclarecimento às escolas/agrupamentos. E mesmo assim, não sei muito bem porquê, estou convicto que continuarão a existir.
Durante todo o mês de agosto acreditei piamente que nos tinhamos "livrado" dos Projetos Curriculares de Turma (PCT) e dos Projetos Curriculares de Escola (PCE) ou Agrupamento (PCA), no entanto, uma vez de regresso à escola, verifiquei em Conselho de Diretores de Turma que afinal o dito cujo PCT não tinha desaparecido.
Não sei como se encontra esta situação a nível nacional, mas cheira-me a burocratização desnecessária... Embora não tenha grandes dúvidas no que concerne à inexistência de PCT´s no presente ano letivo, penso que seria interessante se o MEC enviasse algum tipo de esclarecimento às escolas/agrupamentos. E mesmo assim, não sei muito bem porquê, estou convicto que continuarão a existir.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Interessante...
Já não será novidade para alguns professores (nomeadamente aqueles que desempenham o cargo de Diretor de Turma) e encarregados de educação, no entanto, fica a informação do Portal do Consumidor:
"Aproximando-se o ano letivo 2012-2013, a Direção-Geral do Consumidor disponibiliza, de novo, em parceria com a APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição uma brochura com o objetivo de promover a saúde e segurança dos mais novos, com dicas para os pais mas também para as crianças e os jovens em idade escolar.
A brochura em formato eletrónico alerta para os cuidados na escolha, compra e utilização de artigos escolares, transmite alguns conselhos quanto à prevenção de riscos para a saúde e segurança das crianças e jovens em idade escolar e alerta pais e filhos para a importância de uma alimentação saudável e para a utilização segura da internet".
Para acederem à brochura, é só clicarem na imagem acima.
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