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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Resultados da 1.ª fase dos exames finais nacionais do Ensino Secundário

O IAVE divulgou no seu sítio virtual, 3 documentos que me parecem relevantes se lidos com a devida contenção e enquadrados na realidade destes últimos anos (nomeadamente do atual).

Ficam os links:


quinta-feira, 28 de maio de 2015

(Ainda) O PET e os alunos com deficiência auditiva severa

Para que não restem dúvidas sobre (mais) esta polémica relacionada com o teste PET da Cambridge, estas eram a adequações previstas pelo Despacho n.º2179-B/2015, de 2 de março.



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Afinal não seria bem assim...

Prova de inglês obrigava alunos surdos... a ouvir CD

Comentário: Ao contrário do que se falou na semana passada, o IAVE lá vem esclarecer que a confusão residia nas escolas que não solicitaram os materiais adequados, uma vez que o CD facultado “não era, naturalmente, para ser ouvido pelo aluno, mas sim pelo professor, para que este o reproduzisse ao mesmo ritmo, permitindo aos alunos fazer a respetiva leitura labial”.

E mais uma vez, está tudo na imaginação dos "outros", na falta de informação de "alguém" e na má-vontade de "alguns". O problema nunca está no MEC! Enfim...

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Pedido de dispensa da componente letiva e não letiva - classificadores e supervisores dos 1.º e 2.º ciclos

Bem... O sítio do IAVE sofreu uma remodelação e não sei se é de mim, ou se é da novidade, mas existem informações úteis (e importantes) que deveriam estar mais facilmente acessíveis. Deste modo, e para quem saber onde está o "raio" da informação relativa ao "pedido de dispensa da componente letiva e não letiva - classificadores e supervisores dos 1.º e 2.º ciclos" (aqui), o melhor mesmo é após acederem à página do IAVE, implementarem a seguinte sequência:

1. Clicar em...

2. Depois em...


3. Seguida de...

4. Deslizarem a página até ao fundo, e clicarem em...


E eis o raio do documento, que contém a mapa que nos interessa:


Nota: Fica o agradecimento à Nélia, pela partilha da "descoberta".

sábado, 23 de maio de 2015

Debate sobre Exames, Provas Finais e etc e tal... 19/05/15 TVI24

Debate com o (saudoso) Paulo Guinote, Santana Castilho e o Presidente do IAVE, Hélder Sousa. Aqui fica o link do debate. Para ver ou rever. (O cabelo curto fica-lhe bem, Paulo ;)

terça-feira, 19 de maio de 2015

Calendário de Provas e Exames (maio de 2015)

No sítio do IAVE existe um mapa bastante útil (aqui), com as datas das diversas provas e exames, e após concretização pelos alunos, links diretos para as mesmas e respetivos critérios de correção. Aconselho.

Deixo-vos com o mapa de maio...


sábado, 9 de maio de 2015

Petbullying



Não sei se já têm conhecimento da circular conjunta IAVE DGEsTE sobre o PET, datada de 8/05/15.



Na mesma (disponível carregando AQUI) pode ler-se:

"Assim, considera-se que:
1. A Direção de cada Unidade Orgânica (UO) deve proceder à convocatória dos professores classificadores por si designados que não concluíram, até à data, a certificação para as funções de classificador, através do agendamento de uma ou mais sessões, perfazendo cada uma três horas, a decorrer no estabelecimento de ensino, para que o professor possa concluir o seu processo de certificação, ficando assim em condições de executar as tarefas de classificação das várias componentes do teste.

2. Na ausência do docente às sessões para as quais foi regularmente convocado, a Direção deverá agir em conformidade.

3. As situações em que não se realizem sessões de Speaking agendadas por falta de comparência ao serviço de professores designados para o efeito devem ser comunicadas aos diretores das UO a que pertencem os professores em falta, para os devidos efeitos."

Porque nem sei bem o que dizer, cada qual que tire as suas conclusões!

PS. Também diz isto:
"6. Tendo presente o objetivo atrás enunciado – garantir a plena realização do teste nas suas componentes escrita e oral por todos os alunos –, poderá ser considerada a possibilidade de professores classificadores que pertençam a um determinado núcleo de escolas realizarem sessões de Speaking em escolas do núcleo a que pertencem ou em escolas de outros núcleos geograficamente próximos em número superior a seis."

terça-feira, 28 de abril de 2015

Vigilância ao Teste Escrito Cambridge, Dia 6 de maio

Mais informações aqui.     

sexta-feira, 24 de abril de 2015

O Presidente do IAVE e o PET

Congratula-se o Sr. Presidente do IAVE nesta reportagem porque: 

“Essa controvérsia foi completamente ultrapassada. Nós, em articulação com a Universidade de Cambridge, chegámos à conclusão de que era possível reconhecer que a sua formação académica inicial [dos professores designados para classificadores] seria bastante para poderem, digamos, candidatar-se a ser classificadores.”

Sr. Hélder Sousa:
Então mas a frequência de um programa de formação para os potenciais professores classificadores não era uma exigência de Cambridge sem a qual “os certificados não poderão ser emitidos”?!  É que eu li isto neste vosso comunicado de imprensa e sei que agora até já são elegíveis  professores que nem a formação concluíram...


Ah… e já agora: pode ser distração minha, mas acho que nenhum professor de inglês em Portugal se “candidatou” a ser classificador dos testes PET.

Ah... e já agora, Parte II: a propósito da possibilidade de serem efetuados descontos por greve ao serviço PET, recorde-se o ponto 1 do Artº 83º do ECD "Considera-se serviço docente extraordinário aquele que, por determinação do órgão de administração e gestão do estabelecimento de educação ou de ensino, for prestado além do número de horas das componentes letiva e não letiva registadas no horário semanal de trabalho do docente."




quarta-feira, 15 de abril de 2015

Fazer omoletes...com os ovos dos demais - PET

Divulgado a pedido de uma professora de Inglês, também ela apanhada na teia do PET.


"De todos os artigos que li, nenhum considerei abrangente (mea culpa – talvez não tenha procurado o suficiente…). Assim sendo e porque a temática me é cara, surgiu a indómita vontade de sobre ela opinar…
Para uma visão global desta problemática, há que explanar três vertentes que embora se correlacionem, cada uma per se constituiria argumento de peso para contestar a arbitrariedade com que tal “fardo” foi e está a ser imposto:
1.     O envolvimento dos professores de Inglês;
2.     O público-alvo (alunos de 9º Ano);
3.     A instituição Escola.
1.     No que respeita aos professores de Inglês.
·         Os docentes são obrigados a realizar formação;
·         Não bastando o supra mencionado, têm que se submeter a uma avaliação por parte da instituição Cambridge, o que em si constitui um descrédito face às habilitações académicas e profissionais reconhecidas pelo estado Português;
·         Se não somos idóneos, qual a razão de nos afectarem a tal tarefa?
·         Porque não mobilizarem os seus próprios formadores?
·         Ao invés, se é necessária uma certificação, qual a razão de não ser aberta a todos os voluntários (com tantos desempregados) que para tal se dispusessem, independentemente das suas qualificações/habilitações se as nossas, pelos vistos, de nada servem?
·         O Estado está a disponibilizar mão-de-obra a uma entidade privada (não nacional), o que implica horas extra e não remuneradas para os visados. Em todos os outros países, este trabalho é pago e exercido em regime de voluntariado.
·         Quer para a formação, quer para as posteriores tarefas, os professores envolvidos têm que faltar nas suas escolas, mas suas turmas, aos seus alunos. De acordo com as normas vigentes, cada docente pode ser escalonado para realizar de quatro a seis momentos de avaliação oral, tendo cada uma deles a duração de uma manhã ou tarde.
·         Os supra citados momentos de avaliação oral implicam sempre a deslocação dos avaliadores a estabelecimentos de ensino onde não leccionam, apenas tendo direito a ajudas de custo se o trajecto (só ida) for superior a 20 Kms. Não só farão horas extra e não remuneradas, como serão onerados com despesas acrescidas de deslocação.
·         Os avaliadores da componente escrita, para tal incumbência, terão que aceder a uma plataforma online. Estamos, mais uma vez, a falar de horas extra de trabalho de casa, com o consequente decréscimo de tempo para dedicar às tarefas oficiais e já tão lesada vida privada.
2.     Público-alvo (alunos de 9º Ano).
·         Para além dos exames obrigatórios de Português e Matemática a que os alunos de 9º ano terão que se submeter, é mais uma prova, que em nada conta para a sua classificação oficial final;
·         Apesar da obrigatoriedade, só terão direito ao respectivo certificado mediante o pagamento de 25€;
·         Ver-se-ão privados de dois turnos de aulas (algumas das quais só têm uma vez por semana) para a realização das várias componentes da prova (escrita e oral).
·         Os testes têm uma orgânica completamente diferente da que estão habituados e podem eventualmente implicar o cancelamento de momentos de avaliação anteriormente calendarizados, sendo por vezes impossível a sua remarcação sem se sobrepor a outras avaliações, o que é altamente indesejável;
·         À volta desta questão, alguém (entenda-se editoras), está desde já a tentar potenciar o seu negócio, com a publicação de manuais destinados à preparação dos alunos para este tipo de exames, que os próprios professores de inglês desconhecem, dado o seu secretismo e uma vez que deles não podem ser vigilantes. Pergunto-me: se são assim tão secretos, sendo proibida a sua divulgação, como é que as editoras a eles têm acesso? Se tal não é indício de jogadas mercantilistas… negociatas… cada um que tire as suas conclusões…
·         Fará algum sentido os professores prepararem os seus alunos para este tipo de exames em detrimento do programa oficial que têm para cumprir?
·         É uma certificação extemporânea, dado que no seu percurso escolar a frequência da disciplina de inglês é obrigatória no mínimo até ao décimo-primeiro ano, altura em que a proficiência dos alunos será superior ao nível que nesta fase se venha a certificar.
3.     A instituição Escola no seu todo também não fica incólume face a este processo:
·         Não haverá aulas aquando da realização da prova oral, pois à semelhança de um exame nacional, mão pode haver mais de quinze alunos por sala, sendo cada uma delas vigiada por dois professores, fora os suplentes, que têm que ser convocados e estar de prevenção;
·         O supra citado lesa os restantes alunos de outros anos, muitos deles sujeitos a exames nacionais e com testes marcados para esse dia, implicando igualmente a intervenção de outros professores de outras disciplinas, muitos deles a trabalhar horas extra, não pagas;
·         Para além dos professores vigilantes, há também que constituir um secretariado de exames, com regras ainda mais restritivas que as vigentes;
·         A Escola é responsável pela produção de pautas em duplicado, quer para a prova escrita, quer para a oral, (na escola onde leciono, isto significa a impressão de 1156 pautas) sendo-lhe totalmente imputado o custo de consumíveis.
Em termos de custos, é só fazer as contas aos milhares de professores envolvidos e respectivas horas dedicadas a este projecto, para se apurar a verba com que o Governo presenteou esta entidade privada (o Cambridge) e o lucro que vai ter, só pela mão-de-obra gratuita e forçada que lhe é atribuída. A troco de quê? … cada um que tire as suas conclusões.
Notas:
Após ter escrito o presente texto, deixou de ser obrigatória a certificação dos professores de Inglês. No entanto, tal constituiria uma obrigação, não tivesse a tutela entretanto corrigido a sua posição face às evidências do enorme erro que cometeria, sob pena de ser parte activa no descrédito do ensino oficial em Portugal."


O presente artigo não observa intencionalmente as regras do novo acordo ortográfico.


Margarida Martins

domingo, 12 de abril de 2015

Dispensa da Componente Não Letiva dos Examiners e Team Leaders

Porque me parece que existe um conjunto de professores envolvidos no PET que ainda não leu o Despacho nº 3446-B/2015 com a devida atenção, aqui vai uma observação. Quem ler a alínea b) do Artº 15 do referido despacho atentamente, constatará que a  dispensa da componente não letiva (e embora o despacho seja omisso, presumo que se refiram à CNL de estabelecimento) não ocorrerá logo no início do 3º período, mas apenas "durante o tempo em que decorrer a classificação das provas e até ao final do 3º período (...)". Sabendo que a prova escrita está agendada para o dia 6 de maio, pode concluir-se que esta dispensa só será atribuída a partir do dia 7 de maio, na melhor das hipóteses.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Enfim...

Professores afirmam que IAVE publicou exemplos de questões da PACC com erros 

Comentário: Aparentemente a versão que atualmente se encontra disponível no sítio virtual do IAVE (aqui) resulta de uma substituição de outra (publicitada a 4 de março) que continha erros. A "asneirada" foi divulgada no blogue "Aventar" (acolá) e merece leitura atenta (especialmente por parte dos colegas de Física e Química) por constituir apanágio deste MEC (e das suas filiais).