Fenprof quer salvar professores da requalificação Comentário: Por motivos óbvios (e a não ser que estejam num qualquer agrupamento isolado do mundo e com um Diretor "alienado" da realidade) não acredito que a esmagadora maioria dos 159 docentes que em fevereiro deverão passar pelo processo de requalificação (perdendo com isso 40% do salário) esteja de "braços cruzados". As atividades e apoios diversos concretizados por estes colegas deverão ser suficientes para demonstrar que não obstante de não terem componente letiva, continuam a ser úteis e necessários.
No entanto, não sou cego nem surdo, e como tal, tenho de admitir que tal realidade (aquela onde as bibliotecas se assemelham a cafés, e onde alguns passam muito tempo com jornais e revistas...) possa ocorrer, mesmo que a coberto de influências locais (partidárias ou outras). Mas acredito que tais situações sejam residuais e que não serão esses os colegas os mais preocupados com a requalificação, pois a "máquina" lá lhes resolverá o problema.
Se os sindicatos não conseguirem solucionar a questão da requalificação, seguir-se-ão (em breve) mais quatro centenas de professores...


