segunda-feira, 13 de abril de 2009

A merecer uma visita...

Encontrei este sítio, por mero acaso... Provavelmente já conheciam, mas não faz mal nenhum divulgar. Os livros são fantásticos, bem ilustrados, com movimento e som. Um autêntico recurso, para quem utiliza a internet nas aulas. Espero que apreciem.

(link: aqui)

A nota informativa de pulsão pleonástica.

Foi publicitada uma nota informativa (a 6 de Abril) no sítio da DGRHE, relativa à contagem de tempo de serviço para efeitos de graduação profissional para o grupo de recrutamento Espanhol (código 350), para os docentes titulares de uma habilitação profissional para os grupos de recrutamento identificados na Portaria nº 303/2009, de 24 de Março (códigos 200, 210, 220, 300, 310, 320, 330 e 340) que tenham, posteriormente, concluído uma habilitação profissional para o Espanhol (com data posterior à da obtenção da primeira habilitação profissional). Nada de novo, e até certo ponto desnecessário, mas entendido se nos lembrarmos dos últimos acontecimentos (post de 6 de Abril).

De «besta» a «bestial»... Quando interessa.


Comentário: A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, garantiu hoje que as escolas resolvem todos os casos de carência alimentar que identificam e considerou alarmistas as declarações do director-geral da Saúde sobre os problemas de alimentação de alguns alunos. "Confio que as escolas resolvem esses problemas e que fazem muito mais do que é a sua obrigação estrita em matéria de suprimento de necessidades alimentares", afirmou. Mesmo que seja apenas por um dia, a Ministra da Educação conseguiu elogiar a escola pública, transformando-a em «bestial». Contam-se pelos dedos de uma mão, as vezes em que esta situação ocorreu.

Adenda ao 2º Parecer de Garcia Pereira.

No Público a 13/04/2009: "As interrupções dos mandatos de Conselhos Executivos, ordenadas pelo Ministério da Educação, são inconstitucionais, ilegais e perigosas, considera o advogado Garcia Pereira. Numa adenda a um parecer que elaborou sobre o novo regime de gestão das escolas do básico e secundário, hoje divulgada, o advogado sustenta mesmo que este último cavalo de batalha do ME é “susceptível de produzir consequências tão avassaladoras quanto imprevisíveis” nas escolas.

O novo regime de gestão prevê que, até ao final do próximo mês, todas as escolas e agrupamentos do pré-escolar, básico e secundário tenham um director em vez de um Conselho Executivo. Os concursos para os novos dirigentes deveriam ter sido abertos até ao final de Março. Muitas escolas estão agora em processo eleitoral, mas outras optaram por levar até ao fim o mandato dos sues Conselhos Executivos.

Foi o que aconteceu, por exemplo, no Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, nas Caldas da Rainha. O ME respondeu a esta decisão fazendo cessar o mandato do CE (terminava em 2010) e substituindo este órgão por uma Comissão Administrativa Provisória, a quem compete agora iniciar o processo de eleição do director.
(...)
Segundo o advogado, não existe nada no Decreto-Lei nº75/2008, que institui a figura de director, que torne legalmente possível decisões como a que o ME adoptou para com o agrupamento de Santo Onofre.

Pelo contrário, sustenta, este diploma estipula “de forma muito clara, que os actuais titulares dos órgãos de gestão completam os seus mandatos”, como salvaguarda também, para evitar situações de “vazio de poder”, que se entretanto estes tiveram chegado ao fim, serão prorrogados até à eleição do director. (...)"

Ver Artigo Completo (Público)
------------------------
Comentário: É importante que os colegas leiam o artigo completo, e não apenas o resumo que coloquei. O parecer de Garcia Pereira (iniciativa do blogue "A Educação do meu Umbigo") é bastante claro neste ponto, mesmo para quem não compreende nada de «leis». Para quem quiser saber um pouco mais sobre a denominada «autonomia escolar», o melhor mesmo é ler o Decreto-Lei nº75/2008, de 22 de Abril.
------------------------

Com tranquilidade...


Comentário: Em parte, tenho de concordar com a Ministra da Educação. Muitos professores já se encontram na fase posterior à da desmobilização. Se dúvidas restassem, os mais de 75% de colegas que entregaram os Objectivos Individuais (OI) servem para esclarecer. A esmagadora maioria destes 75%, entregou os OI, não por concordar com este modelo de avaliação do desempenho, mas por concluir que a luta não cumpriu objectivos. A resignação é a «palavra-chave» nas escolas e a Ministra sabe-o perfeitamente. A resistência é esporádica e não organizada. Estratégia errada que os sindicatos insistem em seguir e que os professores estão fartos de acompanhar. Os intervalos entre iniciativas são excessivamente grandes, e as divisões entre os docentes que entregaram os OI e os que não entregaram são cada vez maiores. Posso estar errado, mas não me parece que as próximas iniciativas sindicais tenham grande sucesso.

A realidade dos colegas contratados.

Não me agrada minimamente escrever este tipo de posts, no entanto, tenho de o escrever por uma questão de consciência. Existem alguns colegas contratados que pensam que devido à grande mobilidade que este concurso (supostamente) vai ter, tem grandes hipóteses de entrar em quadro. Recomendo que não pensem assim, pois as probabilidades de levarem com um «balde de água fria» são extremamente elevadas. Este concurso de docentes é bastante diferente dos anteriores. E eu passo a explicar o porquê.

1.º As vagas de Quadro de Zona Pedagógica terminaram. Por regra, era por aqui que muitos colegas entravam em quadros. Ao eliminarem estas vagas, o Ministério da Educação, reduziu substancialmente o «bolo» de vagas. Um «golpe» de raiz economicista, que terá um forte impacto nas colocações e na manutenção da precariedade dos colegas contratados.

2.º As vagas de Quadro de Agrupamento (e de Escola não agrupada) são as únicas vagas colocadas a concurso, e na esmagadora maioria dos casos não servem sequer para assegurar 60% de «conversões» de colegas QZP em QA ou QEna. Se as vagas para este concurso, não são suficientes para os colegas QZP, quanto mais para os colegas contratados.

3.º Ao contrário de outros concursos, de 100% de vagas libertadas pelos colegas que entretanto se reformaram, nem 20% terão sido reconvertidas para este concurso.

4.º Em algumas escolas, onde existem 2 ou 3 colegas QZP (para além dos QE residentes) e mais uns quantos contratados, não abriram vagas de QA ou QEna, chegando mesmo a surgirem vagas negativas nestas escolas. Pelo que sei, alguns destes horários vão-se manter, mas não foram consideradas nas vagas para o concurso.

5.º Vão surgir imensas vagas, na próxima fase concursal, mas essas não servem para novas «entradas» em quadro. Vai ser aqui, que a real mobilidade se vai registar.

Para além do que já acima referi, e para piorar o cenário para os colegas contratados, sei que muitos colegas QZP, restringiram bastante o seu concurso, concorrendo apenas a mais um ou dois QZP´s. E se o fizeram, é porque leram a legislação, e sabem que na próxima fase do concurso, terão fortes hipóteses de conseguir uma colocação (ao abrigo do DACL) próximo de casa. Concorrem «à frente» dos colegas contratados, e com sorte ficarão em «casa». Isto significa, que a maioria dos colegas contratados que ficavam actualmente com um bom horário, perto da sua residência, irão ficar bem mais longe.

Perdoem-me esta chamada de atenção, mas alguém tinha de a fazer. Existem mais alguns elementos relevantes para a situação que acabei de expôr, mas creio que o que coloquei já é suficiente para vocês compreenderem a ideia geral.

sábado, 11 de abril de 2009

Análise comparativa dos sistemas de ADD a nível europeu.

Descobri por mero acaso, este artigo, mas creio que poderá ser relevante para quem quer conhecer um pouco mais sobre o tema "Avaliação do Desempenho Docente". Merece alguns minutos de leitura...

Analise Comparativa ADD

Publish at Scribd or explore others: School Work Presentations & Spre bachillerato optativas

Boa Páscoa.