(Fonte: IAVE)
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Uma prenda de Natal para o blogue...
É com imenso prazer que anuncio
uma nova rubrica neste blogue, que pretende quebrar com o registo sóbrio a que
vos habituei durante uma boa parte desta última década de blogue. Para tal, e a
partir desta semana, o “Professores Lusos” irá contar com uma nova autora: a Dalila
Ribeiro. Conheci-a em Montalegre há uns valentes anos, mas só há algum
tempo comecei a dar mais atenção à sua escrita, a apreciar os seus relatos, as
descrições do seu quotidiano profissional, as narrações de situações aparentemente banais,
mas que quando descritas com humor e sem pretensiosismo, me fazem "esquecer" ou
mesmo relativizar o meu dia a dia.
Tema(s):
Pessoal
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Até parece que vou de boleia numa estrada sinuosa...
Comentário: É tal a esquizofrenia governamental no que à vinculação de professores diz respeito, que começo a sentir-me enjoado com tanta curva e contracurva de promessas... Embora esta "estratégia" negocial não seja nova, continuo a considerar pouco "decente" a simulação do "polícia mau versus polícia bom" para se conseguir afastar a contestação imediata e adormecer as hostes.
Não acredito em promessas no que a este tema diz respeito, até porque nem precisavam de as fazer se cumprissem com o Código do Trabalho!
Não acredito em promessas no que a este tema diz respeito, até porque nem precisavam de as fazer se cumprissem com o Código do Trabalho!
Negociações até à primeira semana de 2017.
De acordo com o que se pode ir lendo nos sítios virtuais de alguns sindicatos de professores (FENPROF e FNE, a título de exemplo) parece que vamos ter negociações relativas aos diplomas concursal e de vinculação de docentes contratados nas próximas semanas (uma por semana, à exceção da semana do Natal).
Tal como já referi anteriormente, a primeira proposta é, no essencial, uma exagero do Ministério da Educação que serve para dar espaço de manobra negocial e determinar algures um ponto intermédio ou de conforto, para que os sindicatos mais suscetíveis de influência assinem, argumentando com o já cansativo "é melhor pouco que nada"... A partir do final desta semana e até ao final da próxima é que aparecerá aquilo que será mais aproximado ao que o Ministério da Educação quererá aplicar, ou melhor, poderá aplicar tendo em conta que temos um Governo suportado por partidos mais benevolentes com a nossa classe profissional.
Não será excessivo afirmar que convém estarmos atentos, sabendo que pouco ou nada podemos fazer que não confiar naqueles que aparentam representar-nos.
Tema(s):
Concursos,
Nacional,
Negociação,
Preocupante,
Professores,
Sindicatos
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Gosto...
...até porque existem dias em que a letra da música não me sai da cabeça, principalmente quando tenho de me sujeitar a falar com certas pessoas e substituo "Guns for hands" por "Gun for mouth".
Mas é assim que tem de ser...
Comentário: E se é assim que é feito noutras áreas, porque não na nossa área profissional? E não me venham com o argumento de não existir orçamento ou de que a nossa população estudantil está a decrescer, pois se estes professores se mantêm em contratos sucessivos é porque precisam deles.
E fica um excerto da notícia que me parece relevante: "O partido pede ao Governo que considere, além do limite de três contratos sucessivos previsto no Código de Trabalho, como horário anual "aquele que corresponda a um contrato celebrado até 31 de dezembro e com termo até 31 de agosto do mesmo ano escolar". E não celebrado em setembro, no início do ano escolar como acontece atualmente."
Mesmo defendendo que se cumpra o código de trabalho, parece-me que o Bloco de Esquerda se "esticou" um pouco na interpretação de horário anual... Tudo bem que a atual definição (um horário anual é definido como aquele que corresponde ao intervalo entre o último dia estabelecido pelo calendário escolar para o início das aulas e 31 de agosto do mesmo ano escolar) poderá ser redutora, mas irmos até 31 de dezembro será acreditar no Pai Natal.
E fica um excerto da notícia que me parece relevante: "O partido pede ao Governo que considere, além do limite de três contratos sucessivos previsto no Código de Trabalho, como horário anual "aquele que corresponda a um contrato celebrado até 31 de dezembro e com termo até 31 de agosto do mesmo ano escolar". E não celebrado em setembro, no início do ano escolar como acontece atualmente."
Mesmo defendendo que se cumpra o código de trabalho, parece-me que o Bloco de Esquerda se "esticou" um pouco na interpretação de horário anual... Tudo bem que a atual definição (um horário anual é definido como aquele que corresponde ao intervalo entre o último dia estabelecido pelo calendário escolar para o início das aulas e 31 de agosto do mesmo ano escolar) poderá ser redutora, mas irmos até 31 de dezembro será acreditar no Pai Natal.
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