sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Mas é assim que tem de ser...


Comentário: E se é assim que é feito noutras áreas, porque não na nossa área profissional? E não me venham com o argumento de não existir orçamento ou de que a nossa população estudantil está a decrescer, pois se estes professores se mantêm em contratos sucessivos é porque precisam deles. 

E fica um excerto da notícia que me parece relevante: "O partido pede ao Governo que considere, além do limite de três contratos sucessivos previsto no Código de Trabalho, como horário anual "aquele que corresponda a um contrato celebrado até 31 de dezembro e com termo até 31 de agosto do mesmo ano escolar". E não celebrado em setembro, no início do ano escolar como acontece atualmente."

Mesmo defendendo que se cumpra o código de trabalho, parece-me que o Bloco de Esquerda se "esticou" um pouco na interpretação de horário anual... Tudo bem que a atual definição (um horário anual é definido como aquele que corresponde ao intervalo entre o último dia estabelecido pelo calendário escolar para o início das aulas e 31 de agosto do mesmo ano escolar) poderá ser redutora, mas irmos até 31 de dezembro será acreditar no Pai Natal.

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