segunda-feira, 7 de março de 2016
Da parcialidade...
Comentário: A resposta é de Mário Nogueira e consta num artigo onde (mais uma vez) revela uma complacência muitíssimo pouco habitual para com o Governo. Obviamente que não surpreendente, mas é sinónimo que até o mais convicto professor... opps... sindicalista... se deixa "corromper" pela sua filiação partidária.
Tema(s):
Nacional,
Politiquices,
Sindicatos
Novidade para alguns...
Comentário: Julgo que não será novidade para muitos, mas o facto é que as cábulas nos smartwatches não são um exclusivo no Reino Unido, existindo mesmo por terras lusas... Não há muito tempo - e já no final do ano letivo e com as classificações atribuídas - fui agraciado com a partilha de um aluno que me mostrou como copiava nos testes de outras disciplinas que considerava menos agradáveis.
A partir daí, tenho sempre especial atenção a quem gosta muito de olhar para as horas no seu smartwatch... Fica a dica para quem é menos dado a tecnologia e a reflexão para eventuais acertos em Regulamentos Internos. ;)
A partir daí, tenho sempre especial atenção a quem gosta muito de olhar para as horas no seu smartwatch... Fica a dica para quem é menos dado a tecnologia e a reflexão para eventuais acertos em Regulamentos Internos. ;)
Tema(s):
Alunos,
Internacional,
Nacional
sexta-feira, 4 de março de 2016
Da dificuldade...
...em compreender o sítio virtual do Ministério da Educação (sim... eu sei que é herdado do anterior governo), onde não existe sequer um organograma da estrutura ministerial e faltando o mínimo para que o comum dos mortais saiba a que organismo recorrer sempre que seja necessário obter esclarecimentos.Embora suspeite que esta ausência de organização se deva à tradicional promoção política nacional do "povo ignorante", julgo que não ficaria nada mal ou implicaria grandes custos fazerem algo em condições. É que esta coisa dos sítios minimalistas e repletos de publicidade governamental já chateia.
Deste modo, e mesmo sabendo que irão faltar links, deixo-vos com alguns sítios virtuais úteis:
Tema(s):
Ministério da Educação,
Nacional
Para mais tarde recordar... ou não!
Comentário: O povo português tem memória curta e, eventualmente, nas próximas eleições legislativas pouco ou nada interessará se a despesa pública aumentou, ou se os cortes orçamentais forem ainda maiores que aqueles introduzidos pelo governo de Passos Coelho. No entanto, e porque alguns de nós perdem tempo a refletir na política e não no partido, ficam as tais medidas (aparentemente) mais relevantes destes primeiros meses de governação:
"1 - Aumentar salário mínimo
O salário mínimo nacional subiu para 530 euros este ano, mesmo faltando o acordo dos parceiros sociais. Meta é chegar a 600 euros em 2019. Em compensação, Governo deixou cair em 2016 a manutenção do desconto de 0,75 pontos percentuais em sede de TSU.
2 - Repor 35 horas
Os funcionários públicos vão beneficiar, a partir de Julho, da jornada de trabalho de 35 horas por semana. Aos protestos, por a aplicação da medida não ser imediata, Governo alegou que há serviços da administração pública que precisam de tempo para se adaptarem ao novo horário.
3 - Devolver cortes salariais
Foi uma medida aprovada em Dezembro: a reposição faseada da totalidade dos cortes salariais no sector público até ao início do quarto trimestre de 2016. No ano anterior, o governo PSD/CDS-PP repusera 20% da totalidade dos cortes salariais aplicados desde a entrada em vigor do OE para 2011.
4 - Reverter venda da tap
Governo fechou um acordo com os novos accionistas da TAP no sentido de reverter o processo de venda da companhia aérea. Objectivo era que os privados, em vez de 61%, aceitassem uma posição minoritária, ficando com o controlo da gestão.
5 - Repor os feriados
A maioria parlamentar aprovou o regresso dos feriados que o governo anterior suprimira a partir de 2013. Dois são religiosos (Corpo de Deus em Junho, feriado móvel, e 1 de Novembro), os outros dois são civis (5 de Outubro e 1 de Dezembro).
6 - Resgatar banif
Ainda envolta em polémica, esta medida implicou um orçamento rectificativo para aplicar uma medida de resolução no banco e para vender parte da sua actividade ao Santander Totta. Operação envolve um apoios públicos na ordem de 2,2 mil milhões de euros.
7 - Eliminar exames
O fim dos exames do quarto ano, que pesavam 30% na nota final do aluno, e da prova de avaliação docente foram duas conquistas para os professores.Também terminoua Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades dos professores contratados (PACC), assim como o regime de requalificação dos docentes."
"1 - Aumentar salário mínimo
O salário mínimo nacional subiu para 530 euros este ano, mesmo faltando o acordo dos parceiros sociais. Meta é chegar a 600 euros em 2019. Em compensação, Governo deixou cair em 2016 a manutenção do desconto de 0,75 pontos percentuais em sede de TSU.
2 - Repor 35 horas
Os funcionários públicos vão beneficiar, a partir de Julho, da jornada de trabalho de 35 horas por semana. Aos protestos, por a aplicação da medida não ser imediata, Governo alegou que há serviços da administração pública que precisam de tempo para se adaptarem ao novo horário.
3 - Devolver cortes salariais
Foi uma medida aprovada em Dezembro: a reposição faseada da totalidade dos cortes salariais no sector público até ao início do quarto trimestre de 2016. No ano anterior, o governo PSD/CDS-PP repusera 20% da totalidade dos cortes salariais aplicados desde a entrada em vigor do OE para 2011.
4 - Reverter venda da tap
Governo fechou um acordo com os novos accionistas da TAP no sentido de reverter o processo de venda da companhia aérea. Objectivo era que os privados, em vez de 61%, aceitassem uma posição minoritária, ficando com o controlo da gestão.
5 - Repor os feriados
A maioria parlamentar aprovou o regresso dos feriados que o governo anterior suprimira a partir de 2013. Dois são religiosos (Corpo de Deus em Junho, feriado móvel, e 1 de Novembro), os outros dois são civis (5 de Outubro e 1 de Dezembro).
6 - Resgatar banif
Ainda envolta em polémica, esta medida implicou um orçamento rectificativo para aplicar uma medida de resolução no banco e para vender parte da sua actividade ao Santander Totta. Operação envolve um apoios públicos na ordem de 2,2 mil milhões de euros.
7 - Eliminar exames
O fim dos exames do quarto ano, que pesavam 30% na nota final do aluno, e da prova de avaliação docente foram duas conquistas para os professores.Também terminoua Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades dos professores contratados (PACC), assim como o regime de requalificação dos docentes."
quarta-feira, 2 de março de 2016
Isso sim, seria uma boa medida...
Comentário: O desaparecimento dos "centros comerciais" educativos seria uma medida extremamente positiva, principalmente se acompanhada com a redução do número de alunos por turma e um profundo corte na burocracia. Obviamente que existem outras medidas que poderiam ser implementadas (nomeadamente a efetiva responsabilização dos encarregados de educação pelo comportamento - e não só - dos seus "rebentos"), mas isso sim seria um passo positivo.
No entanto, e mesmo tendo a FENPROF um "pé" (ou melhor, um dedo) no Governo, não acredito nem por um segundo que este PS volte atrás com esta estratégia de "campos de concentração" (sim... poderá ser uma analogia excessiva, mas estamos a falar do "genocídio" da educação pública em Portugal), acima de tudo porque pode sempre utilizar argumentos virtualmente positivos e que aparentemente convencem a opinião públiva (seja lá o que isso for).
No entanto, e mesmo tendo a FENPROF um "pé" (ou melhor, um dedo) no Governo, não acredito nem por um segundo que este PS volte atrás com esta estratégia de "campos de concentração" (sim... poderá ser uma analogia excessiva, mas estamos a falar do "genocídio" da educação pública em Portugal), acima de tudo porque pode sempre utilizar argumentos virtualmente positivos e que aparentemente convencem a opinião públiva (seja lá o que isso for).
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Governo,
Iniciativas,
Ministério da Educação,
Nacional,
Sindicatos
De louvar...
Comentário: Não obstante dos motivos que estão na base do protesto (alguns deles plenos de justiça e outros que nos causarão alguma estranheza - nomeadamente a questão da autonomia), é de saudar a adesão de alunos e encarregados de educação ao mesmo, numa iniciativa que aqui em Portugal dificilmente conseguiria ser concretizada. Até porque por cá, se entende a escola pública como um depósito de crianças... a qualidade essa fica em segundo plano ou para as escolas privadas (devidamente "subsidiadas).
Tema(s):
Alunos,
Encarregados Educação,
Internacional,
Professores
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