Comentário: Obviamente que o MEC garante que não haverá fome nas escolas. Também era só o que faltava. Cortam nos professores, cortam no pessoal não docente, cortam nos materiais (papel higiénico incluído), cortam no crédito horários das escolas/agrupamentos... Só faltava agora cortar na comida e deixarem os nossos miúdos a passar fome.
Mas mais do que esta "não notícia", o que realmente interessa é o que consta no último parágrafo do artigo em questão: "A CNIPE vai também começar a preparar uma "proposta de protocolo" a assinar com o Ministério para começar a receber apoios financeiros pela primeira vez desde a sua constituição formal, em 2008. Maria José Viseu afirmou que "até ao momento" a CNIPE, nascida de uma cisão dentro da Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), tem funcionado exclusivamente "a expensas próprias" dos seus membros". Finalmente...Vamos ver se começa a surgir uma balança mais equilibrada em termos de representantes dos encarregados de educação. O representante que mais dá a cara já começa a ter uma imagem muito desgastada (faz lembrar o Mário Nogueira). É necessário "sangue novo"!


