Mostrar mensagens com a etiqueta Rankings. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rankings. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Nisto estamos em pleno acordo


Comentário: A afirmação é de António Costa e não podia estar mais de acordo... Estamos a falar de realidades completamente diferentes, em que existe (à partida) um crivo de alunos (e dos seus encarregados de educação), uma mensalidade que paga muita coisa (e onde os valores monetários determinam "mínimos" de classificação), onde temos disciplinas (as que não estão sujeitas a exame) com notas mínimas e as que têm exame com "reforço" horário. Na realidade, comparar isto seria muito estúpido... Mas é feito e anualmente publicitado.

Mais uma vez, não faço qualquer divulgação de rankings, pois há algum tempo que deixei de acreditar na "boa vontade" da sua elaboração e divulgação.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Nova fórmula de cálculo para os rankings escolares


Comentário: Quem me conhece pessoalmente ou me acompanha ao longo dos anos no mundo virtual sabe que eu não sou fã de rankings, porque embora saiba que são um mal necessário, não permitem fazer uma reflexão séria sobre o trabalho desenvolvido numa organização escolar, e menos ainda sobre a qualidade do trabalho... Até porque a "matéria prima" não é a mesma.

No entanto, e até ver este novo indicador em funcionamento, parece-me que estaremos perante um avanço positivo e com leituras passíveis de maior aproximação em termos da realidade escolar. 

Deixo-vos com dois excertos da notícia, que me parecem relevantes:

"Outra novidade do indicador é que, em vez de comparar a totalidade dos alunos de uma escola com a totalidade dos alunos de outra, põe frente a frente os dados de estudantes com características semelhantes, valorizando depois a sua evolução. Por exemplo: alunos que, a nível nacional, tinham uma classificação média de 10 valores em determinado momento. O ponto de partida da comparação são os resultados das provas do 9.º ano, sendo depois considerado o percurso dos estudantes (sem retenções) ao longo de dois ou três anos". 

"Este indicador não premeia a retenção e ao mesmo tempo não premeia a seleção de alunos, porque estamos a comparar alunos comparáveis", defendeu João Costa, para o qual os resultados dizem mais sobre a qualidade de ensino de determinado estabelecimento do que uma simples lista elaborada com base nos resultados absolutos: "Uma escola que recebe alunos de nível dez e os leva a 17 é uma escola muito melhor do que uma que recebe alunos de 15 e os leva a 17", ilustrou".

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ranking das Escolas 2015

Já o escrevi inúmeras vezes, e não consigo deixar de repetir: os rankings das escolas são tradicionalmente explorados pelos meios de comunicação social de uma forma que não aprecio, e que para o bem e para o mal acaba por redundar em publicidade gratuita para as escolas privadas. Conforme já tive oportunidade de partilhar, em turmas de secundário por mim lecionadas já aconteceu ter alunos que a determinada altura do ano letivo (por norma, após divulgação de rankings de escolas) se transferiram para escolas privadas... Coincidência? Não me parece.

No entanto, e porque sei que existe quem lhes dê grande importância e apenas olhe para o posicionamento em termos de graduação nacional, sem mais pesquisar, fica o link (cliquem na imagem).


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E não...

Volto a repetir aquilo que escrevo todos os anos, por esta altura: não dou qualquer relevância aos rankings das escolas, como tal, nem sequer perco tempo em analisá-los.

No entanto, e porque sei que há quem goste, ficam dois links:


Ranking das Escolas 2013 - Público

Ranking das Escolas 2013 - Jornal de Notícias

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Os rankings e o trabalho dos professores...

No Correio da Manhã - Artigo de Opinião - a 13/10/2009: "Deve ser inglório para muitos professores verificar o ranking do Ensino Secundário. A esmagadora maioria dos docentes são pessoas dedicadas, competentes e investem o seu esforço e o seu tempo na profissão.

Quase todos nós tivemos ou conhecemos professores e professoras dessa estirpe. No entanto, nos resultados do ranking, o ensino público aparece mal na fotografia, sem culpa da maior parte destes profissionais. É verdade que há uma minoria de incompetentes. Sei do que falo. Os meus filhos estiveram no ensino público e tiveram dois professores excelentes e uma demasiado incompetente. Entretanto mudaram para uma boa escola privada, habitual frequentadora do ‘top 10’ e a principal diferença não é na qualidade dos professores, uma vez que os bons professores da escola pública são tão bons como os melhores das privadas.

As principais diferenças residem na disciplina, na ética do trabalho, na exigência e na organização da escola. É evidente que outro factor importante no sucesso é o envolvimento das famílias na educação dos seus filhos e no ensino público, poucos pais se interessam. Mas estes rankings também mostram que a guerra da ministra com os professores não se centrava no mais importante. Não é com avaliações burocráticas que se melhora a escola."

Ver Artigo Completo (Correio da Manhã)

------------------------
Comentário: Certeiro, este artigo de opinião... Faltaria acrescentar que a «ausência» de escolas públicas do top também poderá estar relacionado com outros factores que não a exigência e organização das privadas. E a palavra-chave poderá ser mesmo "facilitismo". E o facilitismo imposto nas escolas públicas não é propriamente um bom condimento para o sucesso nos exames nacionais. Bem... Não era, pois também já começam a «ceder» nos exames.

Ainda a propósito deste tema, aconselho a leitura deste post do Paulo Guinote. Mais uma daquelas análises que irão servir de carapuça para muitos directores... Eu pessoalmente, conheço um ou dois, a quem recomendaria a leitura. Mas isso são contas para um futuro próximo.
------------------------

Mais um ranking...

Mais um ranking, desta vez é do Diário de Notícias. Para quem quiser dar uma vista de olhos, basta clicar aqui.