quinta-feira, 23 de maio de 2013

Em negociação...

Fenprof quer limite máximo de 60 quilómetros para a mobilidade geográfica  

Comentário: Certo é que só hoje tiveram início as "negociações", mas aquilo que irá ocorrer nos próximos dias poderá afastar ainda mais os professores dos sindicatos. Acho bem que lidem com este problema não só de um ponto de vista corporativista (bem sei que muitos não gostam deste termo, mas se não defendermos os nossos interesses, ninguém o fará), mas também de estratégia a médio e longo prazo.

Outros temas deveriam ser alvo de discussão... Temas bastante relevantes e que terão um impacte esmagador no número de professores colocados em setembro deste ano. Mas parece que agora não interessa! Enfim.


14 comentários:

  1. Vi e ouvi a entrevista de MN aos jornalistas após a reunião de hoje e acho que argumentou muitíssimo bem! E, sim, acho que esta defesa de um limite de km igual a toda a função pública é legítimo!
    Apesar de todos os defeitos que lhe apontam, ainda não vi ninguém a superá-lo no combate, mobilização docente e denúncia de esquemas manhosos por parte do MEC!
    Se com ele, e a FENPROF, isto está como está, imagine-se sem!! Nem é bom pensar...

    ResponderEliminar
  2. Então e aqueles professores do quadro (com mais de vinte anos de carreira) que estão efetivos a distâncias bem superiores? Vão novamente ser ultrapassados na mobilidade interna? E que tal respeitarem a graduação, independentemente de serem QA ou QZP? Seria mais justo.Este ano não será possível a aproximação à residência, a manter-se o previsto.

    ResponderEliminar
  3. Os professores que têm Horário 0 só tem é que concorrer para onde houver vaga... não é assim que fazem os contratados e QZP? Tb andamos afastados centenas de km

    ResponderEliminar
  4. Concordo com o Ricardo. Há outros assuntos bem mais relevantes que parecem andar esquecidos.. Já tinha alertado para isso, aqui em alguns comentários, e para o facto de ser algo que é igual para toda a função pública. Só estamos a pedir o que é legítimo para a função pública em geral.
    Tenho pensado é no que vão fazer aos médicos que assinaram ganhar mais (penso que cerca de 23%) para ter as 40h de trabalho; irão reduzir os ordenados? Como ficarão em relação aos outros médicos?

    ResponderEliminar
  5. anonimo das 11:37 vai tomar no ...

    ResponderEliminar
  6. Então, e no caso dos contratados que são obrigados a concorrer a 2 QZP, mesmo para horários pequenos ou substituições?
    Antes do aumento da extensão dos atuais QZP esta obrigatoriedade ainda se tolerava. Qual é o fundamento desta obrigatoriedade? Esta obrigação só faria sentido se o MEC assumisse as suas responsabilidades com quem explora há anos, isto é, garantir o vencimento dos contratados que não obtiverem colocação nos 2 QZP a que tiveram de concorrer.
    Qual é a posição dos sindicatos sobre este assunto? Como sempre não tomam posição NENHUMA.



    ResponderEliminar
  7. concordo plenamente com o último comentário, dos contratados terem obrigatoriamente de concorrer a 2 qzps...porquê??? se o ME não tem qualquer vinculo com os contratados. Já no ano passado foi a mesma coisa e fartei-me de reclamar e admirava-me imenso pouco se falar disso....mas este ano com as novas mega zonas quase que têm de concorrer a metade do país...então se o horário não for completo pagam para trabalhar...mas disto ninguém fala....felizmente, fui das contempladas nesta vinculação extraordinária mas não me esqueço dos direitos de todos os professores, incluindo os contratados..... boa sorte para todos.

    ResponderEliminar
  8. Realmente não faz sentido algum a obrigatoriedade de um contratado concorrer a 2 qzps, mas também não faz muito sentido (como muitas vezes é apanágio das propostas da fenprof) limitar a 60 km a mobilidade dos professores. Isso só iria trazer confusão ao sistema (o que parece ser o que muitas vezes se quer...) pois atualmente os docentes de qzp já são obrigados a concorrer para distâncias muito maiores. Recordemo-nos do qzp do baixo alentejo... ou o do alentejo cenntral... os docentes dos qzps concorrem a todas as escolas do seu qzp, quem viver num dos limites destas regiões arrisca-se a ser colocado a muito mais de 60 kms.

    ResponderEliminar
  9. Luizinho
    O limite de 60km para mobilidade é para a função pública em geral, daí se falar em 60km também para os professores. O facto de os atuais qzp serem obrigados a concorrer a distâncias superiores sem a sua concordância deveria ser ilegal, mas... neste mec/governo tudo é possível.

    ResponderEliminar
  10. QZP contra contratados contra Quadros contra AEC contra contra contra...
    Continuamos uma classe sem CLASSE! E eles vão dividindo... e reinando! VAMOS ACORDAR!
    Daniel Matos

    ResponderEliminar
  11. Obrigada, anónimo das 7:16 por também ver o absurdo da obrigatoriedade dos contratados terem de concorrer a 2 zonas. Se nem os professores QZP são obrigados a concorrer a 2 zonas (e ainda bem), por razão nos fazem essa imposição? Não percebo o silêncio sobre este assunto.

    ResponderEliminar
  12. Era do QZP de Bragança e faço atualmente 100Km + 100Km por dia. Com o crescimento dos QZp quantos irei ter de fazer???

    ResponderEliminar

  13. Na Mobilidade Interna (administração Pública é o que está em vigor desde 2008 - 60km ..

    ver -

    "Situações em que se dispensa o acordo do trabalhador:

    » Na mobilidade interna temporária

    » Na mobilidade interna, quando o local de trabalho de destino se situe até 60Km*, inclusive, do local de residência, e a mobilidade interna se opere para:

    - Órgão, serviço ou unidade orgânica situado no concelho do órgão, serviço ou unidade orgânica de origem ou em concelho confinante

    - Órgão, serviço ou unidade orgânica situado no concelho de residência ou em concelho confinante

    - Órgão, serviço ou unidade orgânica situado em concelho integrado nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, desde que o concelho de residência ou o concelho do serviço de origem se situem naquelas áreas metropolitanas

    - Órgão, serviço ou unidade orgânica situado em concelho confinante com as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, desde que o local de residência ou do serviço de origem se situe em concelho daquelas áreas metropolitanas

    * Quando a mobilidade interna respeite a trabalhadores integrados em carreira/categoria de grau de complexidade 1 e 2 a distância da residência ao novo local de trabalho reduz-se para 30Km

    » Os trabalhadores, tanto na mobilidade interna como na mobilidade interna temporária, podem solicitar a não sujeição à mobilidade, invocando e demonstrando prejuízo sério para a sua vida pessoal, no prazo de 10 dias a contar da data da comunicação da decisão de mobilidade, nomeadamente através da comprovação da inexistência de rede de serviços de transporte publico coletivo que permita a realização da deslocação entre a residência e o local de trabalho, ou da duração desta.

    » Na mobilidade interna, o membro do Governo responsável pelas áreas das finanças e da Administração Pública define, por despacho, as condições e os termos em que podem ser compensados os encargos adicionais com deslocações em que o trabalhador incorra pela utilização de transportes públicos coletivos."

    em www.assistente-tecnico.blogspot.com

    Os Docentes vão perder a "guerra" pois não estão coesos.. a "grande questão" é a perda a longo prazo e não nestes próximos dias.

    Assistente Técnico na Administração Pública


    ResponderEliminar
  14. Para mim, já era bom ter um lugar no próximo ano letivo. Nem me dou ao luxo de questionar o concorrer a 2 QZP. Sempre o fiz para conseguir colocação com horário completo. Neste momento, como as coisas estão para nós, contratados, já nem me preocupo com isso.

    ResponderEliminar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...