segunda-feira, 27 de maio de 2013

Os professores contratados (a termo), a escola pública e a ação sindical

Uma reflexão do César Israel sobre o papel dos contratados no Sistema Educativo Português.
 Um texto que recomendo  para uma leitura devagar.

17 comentários:


  1. Claro que os contratados terão de saír, ou querem que sejam despedidos os do quadro?

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  2. Os professores contratados, como o nome indica, são contratados a termo. Eles sabem quando saiem. Por isso a sua questão não se põe.

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  3. saiem? O que significa?

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  4. É este tipo de comentários que fazem? Quanto mais conheço os humanos, mais gosto de cães e gatos.

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  5. O texto fere os olhinhos de quem é, foi e será um "encostado"... Se isto fosse justo, se o mérito valesse para alguma coisa nesta vida, se a idade não fosse um posto, se saber escrever fosse um requisito para se ser professor, se este país não fosse uma m****, íamos ver quem saía... (claro que não me refiro a todos os professores do quadro, que conheço muitos e bons, nem sequer à maioria, mas a uns quantos que eu cá sei).
    Como se a palavra "quadro" fosse um escudo ou uma barreira que divide quem interessa dos que não interessam... Talvez divida, mas da forma inversa (lá está, salvaguardando a maioria dos professores do quadro e alguns contratados também, claro). SG

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  6. Tenho pena de quem fica!
    Gostaria só de lembrar que há professores do quadro com muito menos tempo de serviço do que alguns contratados, em grupos diferentes, como é óbvio.
    Prezo em saber que os quadros que aqui fazem comentários aceitam tão bem que os contratados saiam. É bom saber que vão fazer o seu trabalho e o deles. Sr, Ministro, faça então o favor de lhes dar 9 e 10 turmas ou mais pois eles acham que os contratados não fazem falta e estão mesmo dispostos a trabalhar por dois, mesmo ganhando menos... Não há pachorra!...

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  7. É a primeira vez que leio um texto à altura da dignidade, do empenho e dedicação dos professores contratados. Já fico contente em saber que há pelo menos uma pessoa neste país, que tem esta opinião acerca dos professores contratados.
    Pela leitura de alguns comentários anteriores, chego também à conclusão de que isto também serviu de combustível para potenciar alguns incêndios já existentes.

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  8. Para a híbrida, incendiada andas tú, pelos vistos o que procuras é uma mangueira para te apagar o fogo.

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  9. Realmente vê-se que a maior parte dos comentários são feitos por pessoas do quadro, que não têm respeito nenhum pelos contratados!
    Pode-se ser que se vire o feitiço contra o feiticeiro, gostava de ver e muito!

    Professora contratada há 13 anos e sem vagas paro quadro há muito, muito tempo!

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  10. para o quadro(desculpem)

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  11. Uma lição a propósito de cães (animal que muito estimo):

    Cão que não tem medo, chega-se e morde!
    Cão que ladra, tem medo!
    maria

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  12. O problema foi o uso abusivo, desde pelo menos 1993(!), de Professores obviamente necessários ao Sistema Educativo, sem os vincular a um Quadro. Estes Professores foram assim contratados, ano após ano, com salários anedóticamente baixos (sabem que há vários índices salariais, para os contratados, antes do 151?.
    Estes Colegas tapavam buracos em qualquer lugar, com qualquer número de horas pagas, por qualquer tempo...
    Para os "sindicatos", estes colegas foram sempre a apetecível moeda de troca. Para o Ministério da Educação "eram o sonho tornado realidade", pois estes Colegas foram sucessivamente aumentando as suas habilitações, sendo já comum possuírem três cursos Superiores.
    Para a maioria dos colegas do "Quadro", estes eternamente contratados também davam muito jeito, pois além de outras vantagens, permitiam com o ganho em salários, aumentar os seus índices e os seus próprios salários. Claro que o contratado teria sempre os piores horários, as piores Turmas, as piores situações...
    Mas isto tornou a classe frágil, desconfiada dos "sindicatos", alimentou ressentimentos entre pares, criou fracturas, agora totalmente óbvias...
    Quem ganhou? O Ministério da Educação.
    Quem perdeu? Portugal.
    Os Colegas contratados, e as suas famílias, sim, não esquecer também que eles também têm família, foram exterminados a 1 de Setembro de 2012, tendo-se tornado um resíduo neste ano lectivo. Os últimos serão exterminados agora.
    Quanto a nós dos "Quadros", bem chegou o aparentemente impensável... Mas, não seria de esperar, que após o extermínio dos Colegas contratados, chegasse a nossa vez? Não teríamos sido nós a cavar a nossa própria sepultura com estas posturas?
    Quem perde? Será Portugal. Quantos Povos sobrevivem sem um Sistema Educativo? Sabemos da História da Humanidade que nenhum...
    Será tarde para mudar a sorte do jogo? Não, não é, se mudarmos a forma como interagimos enquanto classe e, não esquecer, enquanto Portugueses com responsabilidades acrescidas...
    Se não houver união, pelo menos agora no holocausto, será o fim, também para os "Quadros" (para quem ainda só pense no seu umbigo) e acima de tudo o fim do sonho Portugal...

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  13. Para Marina prof. quadro:
    Na sua cabeça só há porcaria! Na minha há preocupações, trabalho e dedicação à escola pública. Tenha dignidade e respeito pelos outros.

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  14. Como é possível que haja por aqui pessoas de tão baixo nível? Marina, Marina, não te fica nada bem...
    Das duas uma: ou os que andam por aqui não são todos colegas ou então está tudo louco! Não se apercebem de que deitar o outro abaixo também vos derruba? Pertencemos todos à mesma classe, ou não?

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  15. Toda a gente sabe que os contratados acabam em julho, outros em agosto e ainda outros, quando acabarem as aulas em junho. Por isso penso que a luta é de todos e não entre quadros e contratados. É essa luta que o governo explora e bem, e nos mantém desunidos. Mas pelo que eu tenho visto na escolas por onde passei, tipo esse armário da sala de aula é meu por isso não mexes; esse lugar na sala de professores é meu por isso não te sentas; isto assim não vai lá. Além de que os contratados trabalham mais. Basta ver as vigilâncias, que têm poucos professores dos quadros. Etão em "outras atividades" é sempre a resposta.

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  16. Dou aulas há 29 anos. Quando comecei ainda não tinha 21 anos. Lecionei em dois graus de ensino, corri o país para fazer tempo de serviço e entrar para o quadro. Assisti a muita coisa boa e má no sistema educativo. Nunca vi isto...Nunca me tinha apercebido, porque já estou na mesma escola há 18 anos, destas guerras estéreis e fratricidas. Que é isso dos do quadro e dos contratados? que linguagem...somos professores. Dividam-se, e vamos ver quem ganha...não seremos nós. Eu gosto de ser professora, amo a minha profissão, não quero cair nesta menoridade...gosto dos meus colegas e quando olho para eles, na sala de professores, não lhes vejo o tipo de contrato que têm. Sou respeitada por todos, aprendo com eles e tenho a certeza que nenhum me desejaria o desemprego. Nem eu lho desejo a ele(a). Nunca pensei assistir a isto. Que pena...

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  17. Dou aulas há muitos anos (+ -39)e nunca pensei que no ensino hovesse tanta gente mal formada, tanto do quadro como contratados, é pena porque assim não vamos a lado nenhum.

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