quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Mas existem para tudo o resto...


Comentário: Se quiserem começar a manhã com uma "pilha de nervos" podem ler a notícia acima... Ficam alguns excertos da entrevista a António Costa, para recordar daqui a alguns meses:

- "Já foram neste momento descongeladas as carreiras de 32 mil professores, até ao final deste mês mais 12 mil professores verão a sua carreira descongelada e no próximo ano serão mais 19 mil. Até 2020, não haverá nenhum professor que não tenha tido uma progressão na sua carreira;

- "(...) o primeiro-ministro queixa-se que o seu Governo encontrou sempre “uma barreira inamovível” em torno da exigência dos nove anos, quatro meses e dois dias. “Perante a absoluta intransigência sindical, nós passámos a lei aquilo que era a nossa proposta de contabilizar dois anos, nove meses e 18 dias. Não é um número que tenha caído do ar, tem um critério. Tal com aconteceu com os outros funcionários que não tinham sido sujeitos a avaliação, em que foram tidos em conta 70% dos respetivos módulos de progressão, o que fizemos no caso dos professores foi aplicar a mesma regra. E como os módulos de progressão dos professores são, em regra, quatro anos, aplicámos os 70% (...)".

Se existissem dúvidas que temos à frente do nosso país alguém que não prima pela honestidade, estas declarações serão suficientes para as esclarecer. 

1 comentário:

  1. APRENDAM A FAZER CONTAS... NÃO QUEREMOS VOLTAR ao TEMPO DA MENTIRA REPETIDA... Por muito que a repita, ela nunca será transformada em verdade.
    Quando se diz que, se for feita a JUSTIÇA aos PROFESSORES haverá um IMPACTO de 600 milhões no Orçamento, Estamos perante uma MENTIRA. António Costa diz que “Não existem 600 milhões” para dar aos professores. Grande LATA. Há SEMPRE dinheiro para os BANCOS (e usam os nossos impostos!) e não há para DEVOLVER o direito ao tempo de serviço aos professores portugueses???
    Pior. Não se trata de DEVOLVER o dinheiro que os professores perderam, que lhes foi confiscado.
    Trata-se, SIM, do FIM DA INJUSTIÇA, de PÔR TERMO ao ROUBO LEGAL do tempo de serviço dos PROFESSORES. Esse tempo estava CONGELADO. Foi, repetidamente dito que a carreira foi descongelada! E, DESCONGELAR não é PARAR de CONGELAR! Quando se descongela algo, recupera-se para quer se possa comer. E não pode ser congelado de novo.
    Por isso, é legítimo exigir que cumpram o prometido, que nos devolvam o tempo que é nosso. Não pedimos o dinheiro que perdemos (e não foi pouco!) com o congelamento.
    E, tanto António Costa como Mário Centeno sabem muito bem disso. Mas insistem em falar como se estivéssemos a exigir uma benesse. Não. O tempo é nosso. Foi trabalhado e temos direito a que nos seja contabilizado. A não ser que queiram ficar com esses 270 milhões que foram "roubados legalmente” aos professores.
    Mais: o que se diz o GOVERNO diz é... MENTIRA... Próprio de quem quer mandar ENGODO para os olhos dos portugueses.
    Depois a aberração. Diz a notícia que o primeiro-ministro considera que “não é sério” um entendimento PSD/CDS-PP com Bloco e PCP para contabilizar todo o tempo de serviço congelado aos professores. Conclusão: Sério, para os socialistas, é continuar e perpetuar o roubo aos professores?
    DIZ A NOTÍCIA: "Se fosse contabilizado todo o tempo de carreira antes congelado aos professores, António Costa estima que o impacto global financeiro seria na ordem dos 600 milhões de euros. "Esses 600 milhões de euros não existem no Orçamento."
    Ora, podem não estar previstos esses 600 milhões porque não é esse o valor e o valro real pode ser ACOMODADO no ORÇAMENTO porque são 270 milhões e não 600 milhões. O impacto no Orçamento apresentado por António Costa é MENTIRA. Na verdade, se fizermos as contas com honestidade, como o ORÇAMENTO é composto por “IMPOSTOS e “RECEITAS”, o impacto no orçamento tem de considerar o que sé gasto e o que é recebido pelo Estado. Assim, veremos que o impacto não é de 600 milhões mas apenas de 270 milhões, aproximadamente.
    Expliquemos: Cerca de 40% desse valor volta aos cofres do estado... Logo, 600 milhões menos os 240 milhões de impostos (IRS) resulta apenas em 360 milhões. E, como a MAIORIA deste dinheiro servirá para ser gasto em Portugal, e como tal, os professores devolverão ao Estado 23%. Deste valor (correspondente ao IVA). Como tal, entrarão nos cofres mais de 80 milhões (82,8 milhões). Conclusão: para repor a justiça aos professores (que já perderam e nunca reclamaram o que lhes foi "roubado", o Estado apenas terá de encontrar 270 milhões. PONTO FINAL.

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