terça-feira, 3 de outubro de 2017

"Onde está a solução para injustiças na colocação de professores por mobilidade interna?"

A questão não é minha, é da FENPROF (aqui). E a ausência de resposta justa, é responsabilidade do Ministério da Educação (ME). Recordo aos mais desatentos ou desinteressados neste tema, que a solução encontrada pelo ME (acolá) para os problemas na Mobilidade Interna (podem ler este artigo da Helena Rechena para o jornal Observador, para melhor se situarem), não satisfazem, por não corrigirem de imediato as injustiças que se criaram, não podendo sequer ser consideradas como procedimentos que permitam essa correção no futuro.

Ficam as soluções da FENPROF, que decerto não recolherão a atenção dos nossos patrões, agora que as eleições autárquicas já terminaram:

"No sentido de resolver este problema, a FENPROF, no ofício agora enviado, voltou a apresentar ao primeiro-ministro as propostas que já fez chegar ao ME, ainda que, até agora, sem qualquer reação da sua parte. Assim, defende: 

- Simulação da colocação a que teriam direito os docentes lesados e colocação administrativa nas escolas ou agrupamentos em que teriam direito; 
- Abertura de processo negocial tendo em vista a necessária introdução de alterações que se encontram devidamente identificadas relativamente ao diploma legal de concursos; 
- Realização, no ano letivo 2017/2018, de um concurso geral, antecipando a realização de concurso interno e mobilidade interna, realizando um novo concurso de integração extraordinário e contratando docentes no âmbito da contratação inicial sem recurso à figura de renovação de contrato."


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