sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Pode clarificar o que quiser...


Comentário: O Ministério da Educação pode clarificar o que quiser no que concerne à igualdade entre docentes do público e das escolas privadas com contrato de associação, porque na realidade essa igualdade não deveria ter acontecido... Por mais anos que passem não consigo conceber a "cunha" como um critério de seleção equiparado à graduação profissional. E para que não me acusem de discriminação, e tal como já referi inúmeras vezes, coloco no mesmo cesto os colegas que conseguiram lecionar em escolas através de BCE e onde ocorreu recurso persistente a critérios "manhosos" feitos à medida.

Relativamente ao esclarecimento em si, isto é, "apenas os professores de turmas abrangidas pelos contratos de associação podem concorrer nesta prioridade, evitando que professores de níveis de ensino em que não existe sequer a modalidade de contrato de associação -- como o pré-escolar -- possam aproveitar a formulação genérica do novo diploma para concorrer a vagas nas escolas públicas nas mesmas condições que os professores do público", não me deixou minimamente satisfeito, porque a premissa inicial mantém-se! A FENPROF terá ficado satisfeita com este esclarecimento... Para mim, isto é uma mão cheia de nada.

1 comentário:

  1. Consta-se que determinados privados, que possuem, por ex. dois estabelecimentos, um com associação e outro não, mas atribuem declarações de tempo de serviço, conforme... "o envolvimento" ;)

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