sábado, 7 de março de 2015

Para todos os que concorrem...

Nos dias "quentes" dos concursos de professores existe sempre um tema que domina muitas conversas e que, por norma, não me costumo pronunciar porque não gosto de melindrar ninguém ou sequer diminuir a relevância que alguns dão a determinados assuntos. É um "defeito" meu, que como tudo na vida, por vezes tento ultrapassar estando consciente de que alguns poderão entender este meu post de uma forma negativa (quando é o exato contrário).

Deste modo, e porque já estou um pouco saturado de tantas questões sobre o tema "vagas", fica a minha opinião sobre este tema, sob a forma de 3 apontamentos:

a) É de extrema relevância sabermos qual a evolução das vagas (seja de escola/agrupamento ou de zona pedagógica) ao longo dos anos, daí que qualquer estudo entretanto elaborado se revele mesmo muito útil;

b) É relevante fazermos algum tipo de análise estatística acerca das vagas das escolas/agrupamentos e quadros de zona pedagógica para onde temos interesse em concorrer, até para nos podermos orientar numa perspetiva de "maior probabilidade" de colocação;

c) Relativamente aos quadros de escola e de agrupamento, é relevante não só sabermos quantas positivas, nula e negativas existem, porque facilmente as nulas se tornam positivas (basta alguém concorrer e ficar colocado noutra escola). Raciocínio similar pode ser feito para as negativas, se bem que com menor probabilidade de colocação.

Esclarecidos os apontamentos, vamos à reflexão:

O conhecimento das vagas embora possa orientar a forma como concorremos, não deve ditar a mesma, pois não sabemos o que realmente vai acontecer. Negativas, nulas ou positivas o facto é que todos os códigos de escola e agrupamento vão a "jogo", e como tal, não sabemos o que daí pode resultar. Alguém que concorra tendo em vista as escolas/agrupamentos e zona pedagógicas com mais vagas pode acabar por ficar mais longe (ou não ficar de todo) do que outro que faça o seu concurso de acordo com a distância à sua residência.

Aceitem que em grande parte, os concursos de professores, nada mais são que jogos de "sorte" em que o conhecimento profundo das vagas poderá ser relevante, mas não o factor que decide uma colocação. No final - e para os concursos que não estejam relacionados com a contratação de escola - o que irá contar será essencialmente a vossa graduação profissional, a abrangência geográfica da vossa candidatura e as escolhas dos outros que vos antecedem nas listas.

4 comentários:

  1. Bem verdade: A eterna sensação de que os concursos de professores nada mais são do que jogar na bolsa...

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  2. Boa tarde. Em que prioridade concorre um docente de QA em EdEspecial dos Açores neste interno se resolver mudar de lugar para o continente? Já li coisas diferentes no 132 e nas suas alterações e no aviso de abertura. Obrigado

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  3. Mas afinal os QZP são ou não obrigados a concorrer no CI? É que de acordo com o aviso de abertura ponto 1.1 alínea b), acho que são obrigados , dado que os QZP são sempre docentes sem componente letiva; não é?
    Asilva

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  4. joguem.....o jogo continua e os bafejados pela dita,têm agora possibilidade da concrtização....
    nestes ultimos anos,só por grande sorte ou grande cunha conseguiram 365,dias...assim sendo os velhos reformam-se em contratados ,os ditos entram no quadro e o governo arrecada mais algum....a maxima actual é quanto mais velho,menos ganhas....

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