quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Mais do mesmo...

Directores e professores relatam "situações inexplicáveis" que "apontam para erros" na colocação de professores 

Comentário: Se lerem a notícia cujo link coloquei acima poderão ficar com uma noção de todo o ambiente de normalidade que caracteriza este concurso de professores 2014/2015. Posso estar errado, mas não me recordo de um concurso com tantos problemas, alguns dos quais bastante graves.

5 comentários:

  1. É a (a)normalidade que tanto apregoam.

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  2. É verdade... E tenho a certeza que ainda vamos ter reforço de (a)normalidade em breve.

    Abraço

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  3. Viva Ricardo.
    Não te lembrarás certamente, mas estivemos juntos nalguns jantares de amigos comuns em Montalegre, em 2003/2004, talvez. Há muito que sigo este blog, no qual reconheço o excelente trabalho e dedicação que prestas à esta nobre causa de ajudar e esclarecer as dúvidas de quem anda nesta vida. Pois, aqui acedi pela primeira vez para colocar uma dúvida que estranhamente não vejo abordada em nenhum chat de conversação. A dúvida versa sobre a forma de interpor recurso hierárquico para os indevidamente retirados da MI. Alguém nesta situação está a conseguir fazê-lo? Que passos seguiram? A aplicação simplesmente não apresenta para nós o estatuto de candidatos à mobilidade, uma vez que, na prática, não o chegámos a ser.
    Eu continuo convencido que houve falha das escolas neste processo. A minha candidatura, e de muitos outros colegas, nunca figurou como validada, não sendo como tal emitido um verbete definitivo. Ou, por outro lado, no devido momento, não foram identificados na plataforma os docentes com ACL. Deste modo nunca chegámos a ser candidatos a coisa alguma, pelo que agora nem a aplicação viabiliza o recurso hierárquico.
    O comentário vai longo, sei que a disponibilidade agora começa a ser pouca, mas se souberes de algum esclarecimento, agradeço a partilha. Um abraço. Licínio Ribeiro

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  4. Ricardo, hoje vi o que parece ser uma das maiores a(normalidades) deste MEC. Ao ver agora o blog do Arlindo, parece que descobriram a fórmula usada para a ordenação dos candidatos na BCE.
    A lei refere uma ponderação de 50%/50% e não 50% da graduação profissional +50/ da pontuação nos subcritérios. Como é possível que tenham somado alhos com bugalhos?! Assim é óbvio que as listas de ordenação na BCE levaram uma grande volta em relação às listas de ordenação dos candidatos no concurso nacional.
    No meio de tanta angústia pela não colocação, quase me deu vontade de rir à gargalhada com tal ideia que saiu de alguma cabeça "brilhante". Desculpem mas para imaginar uma coisa destas, só pode ser brilhante.

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  5. quem se trama são sempre os mesmos,os HONESTOS

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