segunda-feira, 23 de abril de 2012

Constatações...

Professores agredidos e humilhados na escola

Comentário: A reportagem é da TVI e irá passar logo à noite no "Jornal das 8". Penso que nenhum professor irá ficar surpreendido com aquilo que é relatado na reportagem em questão. Infelizmente, em muitas escolas, esta é a realidade... Uma realidade que muitos optam por não ver e outros por não acreditar.

11 comentários:

  1. le professeur portugaisabril 23, 2012 9:46 da tarde

    A escola socialista: a da indisciplina e do facilitismo.
    O Ramiro Marques publicou alguns posts nos últimos dias com os quais só posso concordar.
    Sectarismos à parte.

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  2. Vi a reportagem.O MEC até agora não se quis pronunciar.O respeito pelos professores por parte da tutela não melhorou grande coisa. Continua a haver muita indiferença.

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  3. Aspectos importantes ficaram por dizer: que efeito relevante têm 5 ou 10 dias de suspensão?
    Sabemos que neste tipo de alunos, suspensão significa uns dias de férias.
    O aluno vai para a rua, é-lhe marcada falta de presença, mas esta não tem qualquer efeito: a
    seguir surgem as aberrações dos PITs, o aluno pode faltar vezes sem conta ou ser posto na rua que o número de faltas não tem qualquer efeito efectivo.
    Que eficácia tem o actual regime disciplinar?
    Que instrumentos eficazes de autoridade tem o professor?
    O actual estatuto do aluno encerra muitos dos males: o laxismo, a impunidade a permissividade.
    Depois ainda a enjoada ladainha psicológica "o aluno é posto na rua mas não se resolve o seu problema".
    Simplesmente porque o lugar AQUELES alunos não é na escola e o(s) seu (s) problema(s) ultrapassa(m) a competência e a função da escola.
    A escola não deve continuar a ser o reduto de estudantes e de marginais, uma coisa não é compatível com a outra.
    Embora num futuro muito próximo outra coisa vai acontecer: em algumas escolas ficarão os alunos/estudantes noutras os alunos/marginais.
    E, nestas, em vez de psicólogos coloquem agentes da PSP e autorizem os professores a irem armados.

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  4. Vi com atenção a reportagem da TVI que falava dos problemas e das escolas portuguesas no seu quotidiano. E quanto a isso nada de mais a dizer. No entanto, após a reportagem, alguns telefonemas e sobretudo o da minha mãe com 76 anos de idade ( o que me coloca com 30 e tal anos de serviço mas no grupo dos mais resilientes, de acordo com o psicólogo interveniente) alertaram-me para um facto mais importante: o MEC nada diz? Desde foi "uma falta de educação, de princípios, de postura democrática..." até "estes senhores ao não responder demonstraram a massa de que são feitos: amoral e amorfa!" lembraram-me que a sociedade sabe o que se passa na escola e o MEC saberá?
    M. Regina

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  5. Credo, Carlos Narciso!Mas compreendo o que quer dizer.

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  6. É inaceitável que no exercício da sua atividade profissinal qualquer cidadão seja verbal ou físicamente agredido.
    Como tal, e porque muitas escolas não conseguem literalmente fazer cumprir o estipulado no respetivo Regulamento Interno, todos os professores deveriam denunciar essas situações e apresentar queixas formais nas instâncias próprias.
    Infelizmente nem sempre há condições para tal. Existem muitos constrangimentos e pressões a vários níveis.Mas é imperioso que se use frontalidade, transparência e honestidade, de forma a combater a chaga da indisciplina nas escolas.
    Penso que já se entrou numa espiral de indisciplina em toda a sociedade, com registo de violência até nas urgências hospitalares...Mesmo sendo este serviço público considerado de grande utilidade!Sim... Porque de conhecimentos e cultura já ninguém parece precisar e, nessa medida, a Escola está em desvantagem... Daí esta se ter transformado nos últimos anos em "local de permanência", por oposição ao que deveria ser: "local de aprendizagem".

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  7. Para além da Direção das escolas, o Minstro é que deveria agir. Quando sucede mais uma agressão a um colega, fala-se que é preciso devolver a autoridade aos professores, que vai ser considerado crime publico. Mas depois tudo cai no esquecimento. Se o ministro um dia apanha-se com um destes alunos a enfrentá-lo como reagiria? Com a voz monocórdica, ou dava a outra face, pra não causar traumas à criança, ou faria o que deveria ser feito, que era dar-lhe um valente "muro" e depois fazer o discurso que deveria ser feito. Há muitos anos trabalhei num ATL, onde existe hoje uma TEIP e constatei que aquelas crianças só entendiam uma única linguagem: o grito e a palmada. Provavelmente seria necessário um trabalho intenso da parte de outros técnicos, como psicólogos, mas como naquela altura não
    se recorria muito a esses recursos. era só o professor que tinha que resolver. No entanto, nunca aconteceram situações tão graves comos as de hoje. Eram outros tempos.

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  8. defendam-se se são agredidos socos neles, depois vão preSos, eheheeheh


    pORTUGAL HIPÓCRITA NO SEU MELHOR.

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  9. Direito à legiítima defesa, nenhuma escola pública pode punir um professor por isso.

    OU MELHOR NAO DEVIA, FELIZMENTE QUE EXISTEM TRIBUNAIS PARA HARMONIzAR OS CASOS.

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