sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Primeira reacção da FNE à proposta de modelo de ADD de Nuno Crato

aqui tinha colocado a reacção da FENPROF à proposta de modelo de ADD apresentada pelo Ministro Nuno Crato... Faltava a reacção da segunda organização sindical mais relevante. Para acederem à mesma, cliquem na imagem abaixo.

10 comentários:

  1. Vejam lá se este cromo do 25 de Abril perde tempo com ADD's. Ele quer é fazer cumprir Abril, ou seja, quer promoções.

    http://aeiou.expresso.pt/congelamento-das-promocoes-vai-esfrangalhar-forcas-armadas=f670212

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  2. off topic

    Finalmente os professores contratados parece que começam a mexer-se:


    http://smartforum.educare.pt/index.php?id=198989

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  3. Zá Lima. De facto, é urgente os contratados se unirem. Penso que só assim poderão reivindicar, não só os direitos que têm vindo a perder de forma escandalosa e consentida por todos, como também poderem se afirmar como profissionais indispensáveis ao sistema de ensino português.

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  4. Não sei se a constituição de um sindicato de profs contratados poderá ter algum impacto. Infelizmente não acredito nisso. Vejam a multiplicidade de sindicatos de professores que existem e a acções que têm desempenhado... Deveria haver apenas um ou dois sindicatos fortes e que lutassem pelos verdadeiros interesses de todos os docentes (quando digo todos são esmo TODOS). Não se vêem acções dos sindicatos, nos últimos tempos que demonstrem preocupação em defender os contratados, mas mais um sindicato não sei se adiantará. Acho que o que precisamos é uma ordem de professores, capaz de fazer valer as suas legítimas pretensões.

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  5. Compreendo a situação dos contratados, mas (mais) um sindicato não me parece solução, apenas vai dividir mais a classe; depois surgiria o sindicato dos QZP´s, dos QA, dos profs. dos 8º e 9º escalão, etc....

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  6. Olhando para lá da ADD, Ramiro Marques propõe aqui (http://www.profblog.org/2011/08/medidas-para-reformar-o-ensino-primario.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Profavaliao+%28ProfAvalia%C3%A7%C3%A3o%29) algumas medidas com sentido. Porém parece-me estranho que não haja referência a um dos grandes problemas do ensino em Portugal: o part-timezinho. Dar aulas e ter outro negócio sem penalização é daqueles disparates que só se perpétua por haver interesse de gente influente metida nos partidos. É lamentável! Ter um negócio, uma outra profissão... e ser Professor?!!

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  7. A TRABALHAR DESDE 2000/2001 A CONTRATOS PARA O ESTADO E COM UM ANO QUE NAO CONSEGUI COLOCAÇÃO SEMPRE OUVI SINDICATOS A APREGOAR DEFESA DE TODOS MAS APENAS VI ALGUMAS SITUAÇÕES DEFENDIDAS PARA OS 1ºCICLO E NO 2º E 3ºCICLO PARA OS MAIS VELHOS... PARA CONTRATADOS FOI SEMPRE A MATAR E CADA VEZ SE VE MAIS PRECARIEDADE NESTES DOCENTES! TENHO UM COLEGA QUE TEM 18 OU 19 ANOS DE CONTRATO! EU JA TENHO 10! ONDE ANDAM OS DEFENSORES DOS CONTRATADOS?JA PAGUEI E NAO PAGO PARA SINDICATOS, PODEM DIZER QUE É FRUSTRAÇAO MAS SOU SÓ MAIS UM "COLEGA CONTRATADO"!

    MARCO FERREIRA

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  8. Qualquer prof para poder exercer outra atividade terá que solicitar autorização, junto da Direção, para o fazer. Ainda assim, para acumulação,só até ao limite de 6 hrs semanais.
    No entanto, de forma particular, o prof poderá cultivar batatas ou legumes e ser a sua, querida e bela, esposa a vendê-las na praça mais próxima...

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  9. Para Zé Lima: Tenho de reconhecer o valor da suposta iniciativa, no entanto, só mesmo vendo para acreditar.

    Nestes últimos anos tem sido cada vez mais difícil mobilizar professores à volta de uma ideia ou iniciativa... Espero que dê resultado.

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  10. Existem demasiados sindicatos... Demasiados interesses que não os da defesa da "classe"... Muitos a quererem assegurar um lugar sindical para poderem repousar da actividade lectiva... Enfim, existem demasiados problemas para que a criação de um sindicato exclusivo para professores contratados possa não resultar. E o "não resultar" poderá não vir daqueles que tiveram a iniciativa, mas dos outros que estão "instalados".

    Vamos ver no que isto dá, mas penso que seria interessante um sindicato apenas direccionado para a defesa dos colegas contratados. Também gostaria de ver o grau de adesão e o rumo da ideia (e sua implementação) a médio prazo.

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