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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

E eis que a proposta de "atalho" regressa à "mesa"


Comentário: Já no ano letivo anterior se falou nesta hipótese de "via rápida" para o ensino superior, mas o Governo lá deixou cair a proposta, adiando-a para depois. Agora voltam à carga, com a possibilidade de acesso ao ensino superior, sem a concretização de exames nacionais, para alunos dos cursos profissionais, cursos artísticos especializados, de aprendizagem, de educação e formação para jovens e da rede de escolas do Turismo de Portugal. 

Os exames nacionais, para estes alunos, deverão assim ser substituídos por “provas específicas, que podem ser teóricas ou práticas” e que serão realizadas pelas instituições de ensino a que se candidatam. Esta situação será "facultativa", cabendo às instituições de ensino superior decidir se querem ou não aderir a este concurso "especial". Mas sabendo nós que muitas instituições de ensino superior se debatem com a falta de alunos, não será muito difícil prever o que vai acontecer.

Se este "atalho" correr bem, podemos ter uma debandada do denominado ensino "regular", pois a maioria dos Encarregados de Educação está mais atenta à (eventual) facilidade de acesso às instituições de ensino superior, do que ao tempo que os seus educandos demoram a concluir os cursos.

Atrevo-me a dizer que este poderá ser um ensaio para aquilo que há muito se fala nos "bastidores", que é eliminar os exames nacionais, substituindo-os por provas "locais" e outros requisitos específicos para cada instituição de ensino superior.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Rede de oferta de Cursos Profissionais para o ciclo de formação 2016/2019

Cliquem na imagem abaixo, para acederem à lista (link DGEstE)...


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Enfim...

Em Gaia há 26 alunos inscritos num curso profissional que o MEC não aprovou

Comentário: Não me parece que esta situação seja caso único, e por aquilo que já pude constatar em anos anteriores também terá ocorrido em outras escolas / agrupamentos. 

Desconheço os critérios de homologação de cursos profissionais e posterior "distribuição" pelas escolas / agrupamentos, mas quero acreditar que existam motivos de equilíbrio de oferta pelas diversas instituições de uma determinada região e de acordo com todos os recursos que cada uma tem para oferecer. Caso contrário, poderemos estar perante uma repetição de algo que já ocorreu nas instituições de ensino superior, só que aqui um pouco pior pois por tradição quem sai da esmagadora maioria dos cursos profissionais não consegue qualquer tipo de empregabilidade na área em que obteve formação.