terça-feira, 12 de setembro de 2017

Pior a emenda que o soneto

Uma solução do tipo "nim" que, naturalmente, não agrada aos professores colocados a 25 de agosto.

Esta novela parece não ter fim à vista.

Para ouvir as declarações de Mário Nogueira, líder da FENPROF, basta clicar no vídeo abaixo.

3 comentários:

  1. Não criem confusão e indecisões aos professores desta forma e neste momento. Quem me garante que num concurso de recolocação vou ficar numa das minhas primeiras opções. O ME devia ter refletido sobre isto... Que ilegalidade teve o ME em assumir só horários completos para colocações? Estou confuso e cansado. Porque ninguém refere e se insurgiu desta forma contra as centenas e centenas de ultrapassagens dos docentes contratados e menos graduados na obtenção de lugares de quadro, em relação aos colegas que já estavam no quadro... Porquê???
    Não criem este ano mais confusão e indecisões aos professores

    ResponderEliminar
  2. NOTÍCIA PÚBLICO

    https://www.publico.pt/2017/09/13/sociedade/noticia/ministro-da-educacao-vai-alargar-prazo-para-permutas-entre-professores-1785297

    "Tal aconteceu porque o Ministério da Educação (ME) decidiu alterar as regras deste concurso, tendo apenas disponibilizado os horários completos (22 horas de aulas por semana) que foram pedidos pelas escolas e não os incompletos, como acontecia em anos anteriores. Na nota que então divulgou, o ME indicava que esta alteração fora pedida por organizações sindicais."

    Isto é verdade?
    Se for, entende-se a cara de comprometido do Mário Nogeira na entrevista.

    ResponderEliminar
  3. Desejo que quem de direito esclareça:
    - o porquê da aplicação no concurso de Mobilidade Interna (MI) do critério de colocação dos docentes QZP exclusivamente em horários completos, de acordo com a lista graduada;
    -o porquê de na 1ª reserva de recrutamento(RR)os QZP remanescentes não terem sido colocados de acordo com o critério usado na MI, ou seja, horários completos para os mais graduados e incompletos para os menos graduados;
    - o porquê de no concurso de professores (concurso interno, externo, extraordinário, MI, RR) o critério a usar não poder ser exclusivamente: graduação profissional, salvaguardando situações de empate, e ignorando prioridades.

    Saliento que devido à eventual recuperação/libertação automática de vagas ocupadas pelos docentes QZP, colocados a 25 de Agosto, caso possam concorrer à 2ª reserva de recrutamento, os horários libertos poderiam ser ocupados por docentes QA (3ª prioridade) opositores a MI, não colocados a 25 de Agosto, e que caso esta situação não se verifique, os QA (3ºprioridade), à semelhança dos QZP, sentir-se-ão lesados, uma vez que este horários poderão ser ocupados por docentes contratados. Docentes contratados sentir-se-ão prejudicados pois poderiam ter obtido colocação na MI, em horário completo liberto por um docente QA.

    O único benefício da lista de colocações/ não colocações de 25 de Agosto foi ter desencadeado um debate.Todos manifestaram os seus argumentos.
    Este debate, demonstrou que transparência, justiça, isenção e igualdade deverão ser a base de todo o concurso de docentes.

    No meu entendimento, desconhecendo a resposta aos esclarecimentos supracitados, urge assumir erros e garantir, desde já, que excepcionalmente, todos os docentes QZP e QA (sem componente letiva) DEVEM ser opositores a MI 2018/19, bem como QA por interesse do próprio e todos os contratados.

    Considero que o critério graduação profissional deverá ser o único a aplicar.

    Urge criar a ORDEM DOS PROFESSORES, à semelhança dos restantes grupos profissionais!

    Desejo que estejamos unidos para que possamos "reinar" em oposição a "(dividir para reinar), (derivado do grego: διαίρει καὶ βασίλευε), consiste em ganhar o controlo de um lugar através da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores se juntem."

    Sou professora QA, trabalhei sempre no ensino público, fui contratada aquando dos mini-concursos (horários incompletos), fui QZP, sou QA desde 2009, Estive colocada em 5 escolas (4 concelhos) nos últimos 5 anos, em consequência de ultrapassagens anuais sucessivas;
    Partilho o caminho com docentes deslocados do seu núcleo familiar (200 ou 400km), apanhados pela tempestade, absorvidos pela burocracia e pelo entusiasmo esquecem-se, por momentos, as injustiças.

    ResponderEliminar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...