quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O Guião para a reforma do Estado

Se estiverem dispostos a ler o famoso guião com orientações para a reforma do Estado, o melhor que têm a fazer é clicarem na imagem abaixo.
Para quem quiser ler apenas a parte relativa à educação, o melhor mesmo é começar na 69 e terminar na 78. Deixo-vos com algumas transcrições, dignas de reflexão:

"(...)a primeira proposta é a possibilidade de o Ministério da Educação, na sequência da participação das autarquias na rede de ensino básico, lançar concursos públicos para que as autarquias que o desejem e, sobretudo, associações de várias autarquias, se candidatem a verdadeiras “concessões de escola”, alargando gradualmente a sua responsabilidade, mediante os adequados critérios legais, a novos ciclos de ensino. (...)"

"(...) é um aspeto decisivo reforçar a autonomia das escolas, dando-lhes maior poder de definição do seu projeto escolar, no respeito por certos parâmetros nacionais.(...)"

"(...) convidar, também mediante procedimento concursal, a comunidade dos professores a organizar-se num projecto de escola específico, de propriedade e gestão dos próprios professores, mediante a contratualização com o Estado do serviço prestado e do uso das instalações. (...)"

1 comentário:

  1. Não vejo qualquer aspeto negativo nas ideologias propostas para a educação. Aliás, é o que se passa na maior parte dos países desenvolvidos. O sistema centralizado português já não existe na maior parte dos países. Claro que em África ou em países com regimes políticos totalitários ainda existe um sistema de ensino como o nosso, totalmente centralizado. Mas a aplicação daquilo que é proposto pelo governo assusta-me bastante, pois não acredito que estejamos suficientemente desenvolvidos para aplicar estas medidas sem cair no clientelismo, amiguismo, politiquismo e etc, descurando ao mesmo tempo valores como a competência, ou a capacidade de trabalho.

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