terça-feira, 23 de julho de 2013

Três novos diplomas em cima da mesa negocial

E para não termos qualquer paz de alma, eis que surgem (aqui) 3 propostas de diplomas para negociação com os sindicatos dos professores. Um deles, o projeto de diploma da prova de avaliação de conhecimentos, capacidade e competências, já foi abordado aqui.

Os restantes, estão relacionados com o regime jurídico da formação contínua e outro de aditamento ao ECD.

Para fazerem o download dos mesmos, cliquem nos links abaixo:



26 comentários:

  1. Vou é mandar isto tudo para aquele sítio. A sério, estou mesmo a pensar mudar de profissão. Nunca tive a "coragem" para o fazer mas se calhar vai ser desta... Deprimente!

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  2. Tudo isto para acabar com os contratados....
    a mais engraçada é de quem tiver aprovação terá de repetir a prova passado 5 anos caso tenha efetivado... mau demais para ser verdade

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  3. Porque se estiver efetivo está apto, caso contrário não... muito bom

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  4. Tanto disparate, mãezinha!
    - O que o ME (governo) parece querer é acabar com os prof's efectivos e 'reduzi-los' todos a contratados...
    - Quanto às provas de avaliação de conhecimentos (...), fazem-nas os médicos, os advogados, os candidatos a juízes, etc.
    Eu sou prof, faço provas aos meus alunos e não tenho qualquer receio de prestar provas eu mesmo. Por outro lado, sendo uma excepção, vi duas colegas, três dias depois, ainda a discutir como colocavam na mesa o modelo de desenho que os seus alunos tiveram de desenhar no exame - deprimente e verídico.
    Talvez as provas de ingresso, com todos os seus defeitos, consigam minimizar tais situações...

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  5. Nas primeiras vezes que se ouviu falar desta "maldita prova" previa-se que professores com um certo nº de anos de serviço fossem dispensados, agora nem isso. Da maneira que andamos todos desmotivados, vamos todos corridos abaixo de 14 e acabam-se os profs contratados.

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  6. Os médicos também fazem prova de avaliação de conhecimentos????
    sim, mas para escolher a especialidade e podem ter negativa. As notas mais altas são os primeiros a escolher a especialidade... os outros fazem prova de acesso à carreira quando acabam a faculdade e não a voltam a repetir por não estarem efetivos... Se tenho medo de uma prova??? não...mas não faz sentido fazer uma prova passados vários anos de ensino. Sempre fui a favor de uma prova destas no final do curso, não para ter acesso à carreira mas para efeitos de concurso (como os médicos) pois há faculdades e faculdades....

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  7. Espero que ao fim de vinte anos como contratada e a ser explorada não tenham a desfaçatez de me quererem avaliar. Esta gente revela, constantemente, o que pensa do povo: atiram-no para a lixeira quando acham que já não serve!
    Parece-me também mais uma forma de pôr amigos e boys a ganharem uns milhares!

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  8. Mas onde é que diz que a prova é só para os contratados?

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  9. Já se fez tudo aos contratados: roubo; exploração; ilegalidade; abuso; desrespeito; desigualdade...e,
    quando se pensava que mais nada seria possível fazer-se aos contratados, eis que surge a derradeira facada.
    FDP

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  10. oh anónimo se a prova é para avaliar os conhecimentos à entrada da vinculação a prova é para quem?
    Não estás apto? não sabes ler?
    A prova é uma aberração!

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  11. Qualquer um dos três documentos faz sentido. A prova acaba por ser uma inevitabilidade uma vez que muitos terão de sair do sistema, seja com o PSD, com o PS ou,caso aceitassem governar, com o PCP e o Bloco. Os mais aptos entrarão concerteza. O ideal seria que as Universidades e Politécnicos fossem instituições credíveis, mas há cada coisa...

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  12. Piaget: "com certeza" e não "concerteza".
    Está chumbado!

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  13. O Piaget, de facto, apenas quer criar instabilidade. Não é professor.

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  14. Estou triste, muito triste. Sinto que o tempo voltou atrás, tão lá atrás que é como se estivesse na época da Inquisição. A perseguição será diferente mas igualmente injusta.

    Como se já não bastasse toda a má fé à volta do trabalho dos Professores contratados (má remuneração; isenção de indemnizações comuns a qualquer trabalhador deste país; instabilidade profissional e familiar com a obrigatoriedade de concurso a duas zonas intermináveis etc, etc…) querem agora que todo o Professor contratado realize obrigatoriamente uma Prova de acesso à carreira….esperem lá! Mas eu não estava já na carreira há praticamente 19 anos?

    O que passa para a opinião pública, que não percebe nada do assunto, porque não entende ou não quer entender, é o seguinte:

    a) Todo o Professor contratado é uma nulidade sem habilitações profissionais;
    b) A culpa do insucesso é exclusivamente do Professor contratado;
    c) O Professor contratado não serve para nada visto que o seu trabalho não é reconhecido.

    Acreditem, o Professor contratado continua assim não por falta de habilitações profissionais, que são exactamente as mesmas dos outros, mas sim por falta de vontade do Ministério da Educação em vincular mais pessoas à função pública, e todos sabemos porquê; para além disso, o Professor contratado tem mais experiência visto que salta de escola em escola, do Básico ao Secundário, acumulando diversos graus de ensino e de funções ao longo da sua carreira; até a sua capacidade de adaptação é maior originada pela constante mudança a que é sujeito.

    A existir uma Prova de acesso à carreira, que esta seja para os recém licenciados que ainda não iniciaram a sua actividade profissional. Mas… se o Professor contratado tiver de a realizar então que a realizem também os Professores vinculados…TODOS!

    Não entendo esta medida…e não gosto do que não entendo. Para mim não tem lógica nenhuma, só a consigo explicar com a maldade ou a burrice, da mais pura e clara idiotice.

    Pois…o meu discurso estará um pouco descoordenado…talvez precise mesmo de realizar a Prova…espero que um dos itens seja o «Sermão de Santo António aos Peixes» …bem que o MEC precisa urgentemente de um Sermão do nosso Padre António Vieira.

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  15. Ou seja, no proximo ano, todos nós contratados teremos de fazer e aprovar com 14 valores na prova para podermos continuar a concorrer nos concursos anuais, ou isto é apenas no âmbito da vinculação que ocorre a cada 4 anos?

    Seja como for, acho que vou á faculdade pedir o meu dinheiro de volta, já que pelo visto o meu percurso na mesma é inválido...

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  16. Mas os colegas não veem que é uma questão de tempo até alargarem estas medidas aos efetivos? A ideia é cortar o mais possível o vínculo à função pública.
    Então a troika não quer que os funcionários públicos permaneçam no quadro apenas por 2 anos?
    É uma questão de tempo, amigos...

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  17. Caros, está na altura de apertarem com os sindicatos...vcs têm que ter um sindicato mais activo e mais reivindicador. Estas medidas são absurdas!

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  18. Pessoal, aqui vai o meu contributo para haver um pouco mais paz de alma.
    O artigo 20 do decreto de lei nº27/2009, 6 de outubro não foi revogado, e ele preve a dispensa na realização da prova.

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  19. creio que apenas para as pessoas que têm mais de 4 anos completos...ou seja...as pessoas que se formaram recentemente, que têm conceitos frescos e que recentemente foram avaliados pelas próprias faculdades são precisamente os únicos que têm que fazer a prova?! belo atestado de estupidez às faculdades. Nem sei como classificar estas medidas. Sindicatos ajudem a negociar estas aberrações!!!

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  20. Mas esta prova é para efeitos de contratação anual, ou seja, para suprir necessidades transitórias, ou para efeitos de ingresso nos quadros através do concurso que se realiza a cada 4 anos?

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  21. Boas Ricardo, sairam nova requisições.

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  22. Conhecendo o fundamentalismo deste MEC, a prova irá basear-se em pressupostos profundamente ideológicos. Grave, muito grave.

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  23. Requisições:
    Artigo 67 n.º 2 al a) ECD e al f)
    Artigo 68 al d) ECD

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  24. mas será possível que depois de anos a fio a ser avaliado por este aquele e outro modelo ainda não lhes chega.... raios os partíssem a todos

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