segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O aquecimento negocial

Crato prepara-se para acabar com a redução de horário dos professores 

Comentário: De tempos a tempos voltamos ao "fantasma" da ameaça da extinção das reduções dos professores... Espero realmente que tal não ocorra. Se o fizerem para além de eliminarem umas centenas de horários, também irão contribuir para um acréscimo de desgaste de uma profissão já de si cansada.

Estou em crer que esta medida será avançada como "moeda de troca" para aquilo que Nuno Crato deverá realmente querer implementar, ou seja, o acréscimo da componente letiva dentro das 35 horas de trabalho semanais. Mas isso sou eu a elaborar teorias... Só mesmo quem negoceia é que sabe o que irá fazer.

Amanhã (aqui e acolá), já deveremos ficar a saber mais qualquer coisa.

5 comentários:

  1. Estou convencido que tal não irá acontecer. Primeiro porque Crato prefere poupar via Mega Agrupamentos, eventualmente aumentará a componente letiva para bibliotecários, acessores e adjuntos, mas para os professores mais velhos não acredito. Depois porque isso constituiria uma oforta a Mário Nogueira de um rastilho com direito a enorme poder de fogo. Não acredito!

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  2. Não percebo porque é que as reduções devem existir APENAS para os professores do quadro.
    Por aqui se vê o respeito que os sindicatos têm pelos contratados ao considerarem que o trabalho de uns cansa e o trabalho de outros NÃO.
    Não bastava o preço dos tempos letivos ser para os contratados muito mais barato? Pois, parece que não.
    Enfim, penso que esta falta de respeito e umbiguismo vai sair muito cara a todos.


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  3. Óptimo.
    Assim o desmantelamento do sistema de educação é mais fáciu.

    Quem quiser educação que a pague.

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  4. As reduções são para os velhos, em regra os contratados são novos

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