quinta-feira, 12 de julho de 2012

A manifestação de hoje em números...

Centenas de professores em protesto contra as políticas do Governo

Professores em protesto até ao Parlamento

Professores marcham do Rossio até ao parlamento

Comentário: Acredito que apenas amanhã poderemos ter números mais concretos da adesão à manifestação... Mas "centenas" parece-me algo redutor, quando nas proximidades de Lisboa existirão certamente milhares de professores. Se a esses forem contabilizados alguns colegas que se deslocam aqui do norte, não quero acreditar que o número de manifestantes não possa ser referido em "milhares".

34 comentários:

  1. Saiu hoje o despacho para o desporto escolar 2012-2013.
    nuno

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  2. Éramos milhares e não centenas.

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  3. Eu estive esta tarde em Lisboa e vi que eramos muitos!!

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  4. Movimento dos professores contratados.


    http://www.youtube.com/watch?v=8-Ydq0d9o1k&feature=related

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  5. NO Rossio não pareciam muitos, mas há medida que a tarde foi avançando as pessoas foram chegando e em São Bento éramos já pelo menos uns 20 000.

    Maria Ferreira

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  6. Onde chegámos! Embora compreenda a desmobilização nunca pensei que chegassemos a ser tão poucos. É um erro convocar manifestações que revelam a nossa fraqueza no que respeita a mobilização sindical. Algo terá de mudar no sindicalismo.

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  7. 25.000 Professores, com letra grande. Números da polícia!
    Quem diz que foi mau possivelmente nem esteve

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  8. Infelizmente tive conselhos de turma e não foi possível ir.. no entanto considero que temos que adotar posições mais radicais! Não coragem para marcar uma greve aos exames? Isso sim, fazia a diferença!

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  9. Hoje foi um passo. Mas há que dar mais: temos que abalar/afectar o sistema!!

    Senão... nada feito!

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  10. Dia 1 de Setembro muitos de nós devemos estar no desemprego por isso devemos todos colocar o Estado em tribunal. Vamos e temos direito a indemnização vamos encher os tribunais de trabalho com processo ...vão ter quer pagar....

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  11. Uma das bandeiras da manifestação era a do respeito pela autonomia escolar.
    Alguém com um pingo de juízo na cabeça associa esta reivindicação às legítimas aspirações dos professores? Este respeito pela autonomia é o quê? É para o diretor fazer o que lhe der na "telha"?
    A reivindicação da redução do número de alunos por turma faz sentido, bem como a reivindicação da vinculação dos contratados, mas ambas conflituam com a oposição aos Mega, pela simples razão de que quem emprestou o dinheiro exige cortes. Ou seria melhor acabar com a pápa dos destacamentos a tempo inteiro para (in)atividade sindical? Se houvesse democracia, os professores cantariam "os vampiros" a esses sindicalistas que nem de 3 meses precisam para se formarem em chicos-espertos. A Escola é boa e matéria depressa entra na tola (até rima com escola).

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  12. Se o Nogueira tivesse um pingo de juízo demitia-se hoje mesmo. Qualquer dia cabem num táxi.

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  13. Fui à manifestação ainda que não seja sindicalizada e, aparentemente, este ano não corra risco de ficar no desemprego.
    Fui, porque amanhã serei eu - o problema é que grande parte dos profs pensa que o mal só bate à porta dos outros - e fui, sobretudo, porque estou farta de ser humilhada. Fui, enfim, porque o acelerado declínio da nossa profissão também é culpa minha sempre que faço de conta que nada se passa.

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  14. uma jornalista, após esboçar umas perguntas a uma manifestante e esta lhe ter respondido que dava aulas há onze anos a contrato, remata a reportagem dizendo que a manifestação era de professores jovens e com poucos anos de serviço.

    jr

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  15. Estive na manifestação e constato que a adesão foi elevada, na ordem dos milhares, embora longe da adesão verificada nas célebres manifestações de luta por uma avaliação mais justa.
    Não foi uma qualquer manifestação; impôs respeito!

    Cloé

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  16. Professores do Quadro em Processo de Despedimento...
    Professores Coadjuvantes ou professores adjuntos/auxiliares de professores titulares de turma, a designação é irrelevante.
    Mas estes professores serão os que concorrerão em DACL que se não forem colocados, em outra escola, regressarão às origens.
    Este infeliz regresso irá marcá-los como um estigma, durante o resto do próximo ano lectivo...


    Taparão buracos, ajudarão outros a leccionarem as aulas, farão de babysitter de alunos com maiores dificuldades de integração comportamental ou com maiores dificuldades de aprendizagem.

    Receberão o vencimento, como os outros, mas têm o destino traçado: despedimento através de rescisões (recebem uma indemnização, quiçá sujeita a taxa máxima de IRS, embora o Governo reconheça não ter verba suficiente), mobilidade interna no MEC ou mobilidade externa dentro do Estado; nestes dois últimos casos, os 50 km não existem, porque o Governo quer criar o caos familiar, de forma a reduzir a despesa primária, ou...

    O Governo há-de massacrar a opinião pública, intoxicando-a sobre o facto de, por estar a sustentar cerca de 10 000 professores de quadro sem horário, nunca poderá ter controlo do deficie (quando foi o próprio Governo a criar essa situação) e serão inevitavelmente despedidos (através de criação de situações insustentáveis, em termos de instabilidade emocional)pelo Governo.

    Mas, no final do próximo ano, Nuno Crato defenderá que o sucesso escolar só será uma realidade, quando as turmas passarem de 30 para 34/5 alunos, o que conduzirá à criação de outra bolsa de professores parasitas, que em 2014 ou 2015 também terão de ser dispensados.


    As palavras do Primeiro, proferidas no dia 7 de Julho são bem objectivas e prometem endurecer as condições de vida de muitos professores, quando afirma que, segundo o jornal Público, os orçamentos mais significativos, são o da Saúde e o da Educação. Quem hoje disser que temos de substituir a poupança gerada pela suspensão do 13.º e do 14.º mês em redução de despesa pública tem de dizer quanto é que quer que se corte no Serviço Nacional de Saúde e nas escolas públicas em Portugal.

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  17. do "o Jumento"
    A amarga lição dos professores portugueses

    "Quando estava em causa uma questão secundária como a avaliação assistiu-se a uma imensa mobilização, ao apoio militante da oposição e das suas autarquias que apoiaram no transporte dos manifestantes no envolvimento da máquina do PCP que se queria vingar da perda de centenas de "funcionários" em consequência do regresso de muitos falsos sindicalistas às escolas.

    Agora que está em causa o despedimento de mais de duas dezenas de milhares de professores assiste-se à ausência de solidariedade entre professores, ao desprezo da comunicação social, à desmobilização das máquinas dos partidos e das autarquias. Os professores estão entregues a si próprios e perceberão agora que foram usados para derrubar um governo e ajudar a direita a chegar ao poder."

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  18. 20 centenas são 2 milhares... e meio milhar são apenas 500... milhares, centenas... quando o que sobra de uma manif é esta discussão é porque não se avançou nada em termos do que realmente importa.

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  19. Entre 20 a 25.000. E foi muito bom. Não podemos estabelecer como bitola a dos 120.000. isso já foi, acabou.

    Ontem fomos muitos.

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  20. A analise de Carlos parece-me muito correcta.
    Neste ano lectivo o que importa é fazer "saltar" todos os contratados que durante tantos anos serviram o Estado pelo indice base da tabela de remunerações.
    O ano lectivo que agora termina teve um 1º ensaio que se revelou insuficiente mas lança pistas para o que está prestes a acontecer neste novo ano.
    Quem esteve atento ao que aconteceu com muitos colegas contratados nos concursos do ano anterior sabe do que falo. Quem ainda está a "dormir" vai acordar da pior maneira possivel!

    Sobre a manifestação de ontem penso que para quem achou pouco empenho vai verificar que em Setembro as manifestações de professores desempregados vão ser infelizmente muito numerosas e muito empenhadas. Deixo apenas uma ressalva que acho importante. As manifestações de professores não devem ser viradas para dentro. Dos nossos problemas profissionais sabemos nós bem. O que é fundamental é passar para fora que a qualidade do ensino vai afundar. Com menos 25000 profissionais, com menos acompanhamento por parte de professores e funcionários e com a concentração de alunos em mega agrupamentos a qualidade vai ressentir-se e muito. E é isso que o comum cidadão tem de perceber. O unico problema é que uma parte importante das más consequencias disto nos mais jovens só se sinta nos próximos 10 anos com a detioração das competencias profissionais e um desemprego crónico entre os mais jovens a sobrecarregar ainda mais as gerações mais velhas. A grande vantagem dos médicos é que as consequencias das más politicas são imediatas: o cidadão adoece ou morre quando não é assistido.

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  21. Temos que os afixiar antes que eles nos asfixiem.
    Não lhes podemos dar saídas, temos que estar em todo o lado,tudo serve para lhes mostrar o quanto mal nos querem fazer, o quanto estão errados.
    Entupam o email do ministério com emails, etc, façam qualquer coisa, mexam-se.

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  22. Lutamos pela qualidade do ensino e pela estabilidade profissional.

    Que se marquem manifestações, vigílias, greves, boicotes...

    Devíamos parar. Recusar fazer o que quer que seja que ponha em funcionamento o próximo ano letivo.

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  23. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

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  24. Na RTP disseram mais do que uma vez, "milhares de professores".

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  25. CHAMEM AS FP25 PARA POR ORDEM NESTE PAÍS...MFA JÀ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  26. Estão a esquecer a Prova de ingresso na docencia! Que credibilidade tem este governo para fazer uma prova aos professores contratados se o Ministro Relvas fez o curso num ano! Que vergonha!

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  27. Os professores ajudaram a eleger este governo! Mas também podemos ajudar a derruba-lo!

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  28. É verdade, a prova de ingresso!!! Afinal a quantas anda isso? Sempre se vai fazer?
    Vamos tolerar mais uma falta de respeito?!? Ninguém devia comparecer, caso haja tal prova!

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  29. A minha mãe costuma muito fazer coelho com ervilhas eh, eh...

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  30. Lutamos pela qualidade do ensino e pela estabilidade profissional.

    Que se marquem manifestações, vigílias, greves, boicotes...

    Devíamos parar. Recusar fazer o que quer que seja que ponha em funcionamento o próximo ano letivo.

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  31. Se os professores contratados têm que fazer prova de ingresso, o Miguel Relvas e o Coelho deveriam rasgar o diploma!! O Relvas fez o curso num ano! E o Coelho não se conhece o seu percurso até aos 36 anos de idade! Apenas se sabe que viveu às custas da JSD! Que vergonha! São estes senhores que estão a chefiar PORTUGAL?O Zezé Camarim também deveria pedir a Licenciatura em Relação Internacionais!!

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  32. Professores do quadro = "têm o destino traçado: despedimento através de rescisões (recebem uma indemnização, quiçá sujeita a taxa máxima de IRS, embora o Governo reconheça não ter verba suficiente), mobilidade interna no MEC ou mobilidade externa dentro do Estado"

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  33. Vamos olhar para a forma de protesto dos médicos:

    1) Comunicam que vão fazer 2 dias de greve,
    2) O Ministro Saúde diz, q está disponivel p/ dialogar, médicos não aparecem à reunião,
    3) Fazem 2 dias de greve com mais de 90% de adesão,
    4) Após a greve, só reunem com o Ministro, nada de secretários de estado...

    Conclusão: Ministro vem anunciar acordo e a contratação de mais médicos...

    Isto é que é poder sindical e união de uma classe profissinal...

    A nossa greve... 25.000 professores a fazer barulho em Lisboa!!!!
    Vamos fazer greves objectivas, que gerem impacto na sociedade!!!

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  34. Sou professora QE, tenho 30 anos de serviço e este ano não tenho horário, aliás do meu grupo ninguém sem horário. É que somos de ET e a disciplina foi extinta. Pergunto eu, se não tenho horário nem disciplina concorro para onde?

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