quinta-feira, 26 de maio de 2011

Os astericos (versão 2011)

A recolha e tratamento estatístico é dar autoria do colega José Marques (do blogue pé-ante-pé) que já nos habituou a análises e informação oportunas...

Nota: Para quem não sabe ou não se lembra de onde raios veio o asteriso, o melhor mesmo é clicar acolá.

29 comentários:

  1. Quem tinha asterisco e deixou de ter perdeu o tal ponto extra ou continua com ele?

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  2. Não foi aditivado porque não obteve Muito Bom ou Excelente. Ao contrário do que muitos pensam, não basta tirar uma vez uma classificação de topo... Eles não se mantêm para sempre.

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  3. E eu que pensava que o mito tinha morrido quando fizeram a candidatura.
    Pelos vistos nem o que é perguntado na aplicação é lido. Eu bem digo que anda muita gente a brincar aos concursos. Este tipo de duvida nesta fase do "campeonato" é prova de toda esta brincadeira.

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  4. Pois, se eessas classificações se mantivessem para sempre... onde estaríamos?

    Desculpem o desabafo: não concordo com ESTA avaliação, mas convenhamos que há por aí muita gente "encostada" aos lugares...
    Eu voto numa avaliação com aulas assistidas, mas sem pré-aviso!

    (Podem bater à vontade.)

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  5. As avaliações de topo irão sempre existir... O que defendo é que com este tipo de modelo de avaliação, a consideração da avaliação na classificação para efeitos de concurso nacional seja eliminada.

    Estão a gerar-se profundas injustiças... Não é culpa de quem obtém as classificações de topo, mas sim de quem definiu esta regra perniciosa.

    Enfim...

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  6. Anónimo,

    eu também sou a favor de aulas assistidas sem pré-aviso. Sempre evitava o circo que vi montado por muito professor para A Sua Aula Assistida! Quem quiser vir ver uma aula minha, esteja à vontade. Preparada estará sempre; às vezes correrá melhor, outras pior...é a vidinha! Só não o compreenderá quem nunca deu aulas.

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  7. Claro que independentemente do modelo de avaliação, a consideração do resultado de um processo que depende de quotas por escola e da avaliação externa da escola onde o professor nesse ano deu aulas, NUNCA deveria contar para um concurso a nível nacional. Só mesmo a teimosia de um governo como o que ainda temos pode justificar essa injustiça!

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  8. Ricardo, não podia concordar mais com o teu comentário... Já nem sei mais o que fazer... este ano a queda livre ainda foi maior do que a do ano passado. Tantos anos a dar aulas para agora acontecer uma coisa destas ;-(

    Advogado, sim, anda muita gente a brincar aos concursos e são essas pessoas que se "safam". Quem me dera conseguir brincar aos concursos também :-(

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  9. Eu
    Pelo contrário. Os que se safam são os que não brincam. Conhecem as regras e tiram proveito disso. Podemos não gostar ou concordar com algumas das regras, mas temos de saber viver com elas. E quando está em jogo a sobrevivência profissional, é melhor começarem a jogar com as regras que existem. Porque não duvide que é mesmo a sobrevivência profissional que está em causa.

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  10. Desculpem o desabafao:

    E sabem que mais?
    Estou cada vez mais desiludida com o sistema. Estou no estrangeiro no âmbito do ensino de português no estrangeiro; fui avaliada e a minha avaliação não contou para nada em Portugal. Uma injustiça!
    Os professores a lecionar fora do continente estão a ser severamente penalizados. Este ano desci nas listas quase 600 lugares. Obtive melhor posição nos concursos há dois anos, incrível! E tenho trabalhado sempre!

    Será que esta forma peniciosa de posicionar os colegas nas listas irá algum dia acabar?
    Estou cansada disto. Sinto que o meu esforço,o facto de estar fora do meu país e ter o privilégio de divulgar a língua e a cultura portuguesas além-mar não está a ser devidamente valorizado pelas entidades competentes.
    Uma verdadeira deceção.

    Lia.

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  11. O ano passado o director da minha escola perguntou-me porque pedi a avaliação isto no final do processo. E respondi: Fiz muito tempo de serviço, longe de casa, a perder dinheiro, com horários rejeitados por muitos, não me posso dar ao luxo de ter gente com pouquíssimos dias de serviço à minha frente só porque teve excelente, não estava a valorizar o investimento em dias de serviço.

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  12. oh God,
    make me good, but not today.

    Estou farta de todos e de todas.

    Detesto-vos!

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  13. "Não é culpa de quem obtém as classificações de topo, mas sim de quem definiu esta regra perniciosa."

    Não podia discordar mais.

    Nem vou explicar. És inteligente, saberás a razão.

    Venderam-se.
    Para já, por 1000 euros.

    E vou pensar muito bem se não vou por os meus filhos num privado.
    Não os quero nas mãos de gentinha.

    Jake

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  14. "Fiz muito tempo de serviço, longe de casa, a perder dinheiro, com horários rejeitados por muitos, não me posso dar ao luxo de ter gente com pouquíssimos dias de serviço à minha frente só porque teve excelente, não estava a valorizar o investimento em dias de serviço."

    ?????????????????????

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  15. As minhas aulas "assistidas" foram logo definidas no início de Setembro do ano passado... O "meu" avaliador trabalhou o ano inteiro ao mesmo tempo que eu, num espaço contíguo ao meu e sem nenhum tipo de separação entre eles... Será que conseguiu avaliar alguma coisita?! XD

    Caso este sistema prevaleça, pois ainda há a hipótese de tal vir a acontecer, peçam TODOS aulas assistidas para o próximo ano lectivo! É a única forma de destruir o monstro...

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  16. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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  17. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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  18. Não posso concordar com este "salto de barreiras" num concurso nacional, como tal nunca pedi aulas assistidas!Tenho 15 anos de serviço como professora contratada e profissionalizada e tenho saltado de escola em escola....Isto não me fez alterar os meus valores e passar à frente dos meus colegas que, se pensassem como eu, estariam na posição que lhes é devida! Desta forma, em vez de compactuarem com um modelo INJUSTO e se deixassem a ganância de lado, com certeza que não se queixariam desta "palhaçada"e não diriam que a culpa é do SISTEMA!

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  19. "Podemos não gostar ou concordar com algumas das regras, mas temos de saber viver com elas. E quando está em jogo a sobrevivência profissional, é melhor começarem a jogar com as regras que existem."

    Nem mais...

    Goste ou não se goste, é pegar ou largar. E sofrer as consequências.
    Deixem-se de falsos moralismos.

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  20. Advogado, até podem não brincar, mas usam estratégias muito repugnantes para chegarem lá e no final os alunos são o menos importante... As aulas assistidas não me incomodam nada, é uma aula como outra qualquer, Quanto ao resto não tem nada de profissionalismo :-(

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  21. "Nem mais...
    Goste ou não se goste, é pegar ou largar. E sofrer as consequências.

    Deixem-se de falsos moralismos."

    Os ingleses têm uma palavra muito boa: disgusting.

    Tanto Socratismo que por aí anda.
    Mas a grande maioria de vcs não percebem o que isso significa.
    Terão o que é preciso para se se Professor..?
    Não, não têm. Estão bem para uma estação dos CTT a carimbar cartas ou para uma linha de produção de pregos a escolher os tortos.

    Operários.
    Apesar serem chamados de "dr".
    Jk

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  22. JK,

    nunca votei (nem votarei) Sócrates.
    Sou boa profissional, acredito naquilo que faço e esforço-me arduamente - colocando muitas vezes a família em 2º plano - para que os meus alunos tenham o melhor. E não é só na aula assistida... A porta da minha sala está sempre aberta. Como alguém aqui já referiu, umas vezes corre melhor do que outras.

    E tento ser, diariamente, uma boa OPERÁRIA da Educação.

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  23. "colocando muitas vezes a família em 2º plano."

    Cada uma sabe de si e das suas prioridades.
    Mas não estará a transformar os seus filhos nos alunos de outro alguém que dirá que a mãe "não quer saber deles", como nós dizemos de mães e pais carreiristas que temos..?

    Ainda hoje comentava com uma colega que estava um pouco "chateada" com uma situação inusitada lá na escola. Disse-lhe eu:
    - ó mulher, mas quem te mandou casar e ter filhos?
    Ou seja, ficamos a saber que para se ser uma muito boa profissional, a família deverá(?), poderá(?) ficar em 2º plano.

    Mas pq não em 3º ou 4º? E é pelos alunos, ou é pelo MB que a família passa para 2º plano..? Estou baralhada.

    De qualquer forma, perante este tipo de argumentos, eu diria que o melhor é desfazer-se da família e pronto. Acaba-se o problema de consciência que se detecta relativamente às prioridades. Certo? Certo :)

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  24. Olhem a do executivo disse-me que escusava de pedir aulas assitidas, porque não ia dar em nada!
    Preto no branco!
    mc

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  25. A minha porta ( aliás as três portas da sala) tb têm estado sp abertas. É que é um calor do caraças dentro das salas de aula!! :)
    Jake

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  26. Ricardo,
    acho que chegou a hora.
    Fecha o estaminé. Perdeste.
    Mesmo que dia 6 isto venha tudo abaixo ( que vai vir), perdeste.
    Fecha.
    Eles e elas que se orientem, já que são tão muito bons.
    Por duas aulas, galgaram 300 ou 400 lugares. E esfregam as mãos.
    Os que não galgaram, estão a rezar pela manutenção do monstro para escalarem no próximo ano com as duas aulinhas que atestam que são Muito Bons, de acordo com a receita eduquesa-Bimby. Ah! E o "nouvel" parâmetro de "deixar a família em 2º plano" tb já conta.
    Fecha isto. Lamento.
    Jake

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  27. Este modelo de avaliação não serve.
    Tanto teatro se monta por causa de 2 aulas assistidas. Ainda por cima com data marcada.
    E as cotas? Quando não chegam para todos? É justo que colegas com a mesma nota sejam prejudicados por não "caberem" na cota?
    Para não falar nas confusões. Há muita gente a referir que conhecem colegas "asteriscados" que tiveram apenas Bom.

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  28. ENFIM O ****CHICO-ESPERTISMO******
    VENCEU NOVAMENTE.

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  29. só sei que com essa história dos asteriscos tenho mais 1000 pessoas à frente, que no ano passado!

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