«Não posso dizer que tenho muito prazer (em o cumprimentar)», afirmou a ministra da Educação, dirigindo-se ao autarca de Famalicão, quando chegou à unidade industrial integrada na comitiva do primeiro-ministro.
O incidente, que Armindo Costa considerou «não ter qualquer significado», foi presenciado por vários jornalistas e convidados.
Mais tarde o caso foi desvalorizado pelo autarca, que o atribuiu «à frontalidade que caracteriza» a ministra e ele próprio.
«A senhora ministra é uma pessoa frontal e o presidente da Câmara de Famalicão também o é, ambos dizem o que entendem que devem dizer«, frisou Armindo Costa, em declarações aos jornalistas no final da visita de José Sócrates.
Depois de muito instado pelos representantes dos órgãos de comunicação social, Armindo Costa revelou que a atitude da ministra terá sido provocada por afirmações que fez recentemente criticando o Ministério da Educação relativamente a questões relacionadas com a segurança dos professores nas escolas.
«Da mesma forma que elogio, quando entendo que algo foi bem feito, também tenho o direito e o dever, enquanto cidadão e autarca, de criticar o que entendo estar mal», afirmou Armindo Costa."
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