quarta-feira, 28 de março de 2007

O «silêncio» do PS sobre o «professor titular».

No site do PortugalDiário a 27/03/2007: "Deputados do PSD, PCP e Bloco de Esquerda criticaram esta terça-feira o «silêncio» do grupo parlamentar do PS, quando questionado pela Plataforma Sindical de professores sobre os critérios adoptados no primeiro concurso de acesso a professor titular, escreve a Lusa.
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«Era importante perceber por que é que determinados cargos são menos pontuados do que outros ou por que é que algumas faltas são penalizadas. Ainda não é hoje que vamos sair daqui com estas respostas, que nunca existem, quer por parte do PS, quer por parte do Governo», disse Emídio Guerreiro.

As críticas do deputado do PSD surgiram depois da plataforma sindical afirmar não entender os critérios definidos pelo ME no primeiro concurso de acesso à categoria de professor titular, e após o PS, pela voz de Bravo Nico, não se ter debruçado sobre o assunto.
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«O silêncio é de compromisso com opções políticas do Governo que não decorrem de falta de competência ou de falta de bom senso», acusou, por seu turno, João Oliveira, do PCP, sugerindo que a intenção do Ministério da Educação é «dificultar a progressão na carreira aos docentes».

No primeiro concurso de acesso a professor titular, por exemplo, ao docente que exerceu actividade sindical nos últimos sete anos, únicos analisados na selecção, é atribuído um ponto por cada ano, quando ao docente que esteve na escola são atribuídos um total de 56 pontos, oito por cada ano.

Para aceder a professor titular, um docente tem de ter um mínimo de 95 pontos, que são ainda atribuídos a outros critérios como a assiduidade.
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Os sindicatos contestam ainda a avaliação do currículo dos candidatos, que o ME limita aos últimos sete anos lectivos, alegando que os professores em condições de concorrer têm em média 21 anos de serviço."

Ver Artigo Completo (PortugalDiário)

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