domingo, 22 de julho de 2018

Conselhos de turma põem em causa uma avaliação justa

Um texto conciso e claro, emprestado do blog "Sete Pecados (I)mortais", e que transcrevo abaixo. Excelente, GAVB.


CONSELHOS DE TURMAS ILEGAIS PÕEM EM CAUSA UMA AVALIAÇÃO JUSTA



Quando alguém decide que se pode fazer um conselho de turma com um terço dos professores, pode estar preocupado com muita coisa, mas não está preocupado com o elemento mais valioso da avaliação: a justiça das notas atribuídas, ou seja, não está preocupado com os alunos.
Como podem três ou quatro professores avalizar as notas de dez professores? Não podem. Quem saí prejudicado? Os alunos. Quem permite tamanha indignidade, injustiça: o ministério da educação.
Permitir que avaliação dos alunos seja ratificada por um terço de um conselho de turma é o mesmo que dizer que o Orçamento de Estado pode passar com um terço dos votos, ou que se pode aprovar um moção de censura ao governo com um terço dos deputados.
Quem não respeita as leis que criou, perde todo o respeito daqueles que as têm efetivamente de respeitar, ou seja, o povo.
A medida do ministério da educação sobre os professores ainda em greve às avaliações, as ameaças aos docentes, a pressão inadmissível sobre as direções escolares, por causa de umas reuniões de avaliação, são dignas de um poder totalitário e que perdeu a cabeça e juízo.

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