quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Bem sei que não deveria...

...mas quase me sinto insultado quando (sem eu questionar... porque nunca questionei!) me justificam a não adesão à greve por motivos monetários ou por afirmarem nem perceber muito bem o porquê desta greve. 

O dinheiro faz falta a todos (cá em casa, são dois a fazer greve) e quanto a desconhecerem os motivos da greve... Bem... Recuso-me a tecer comentários pois iriam ferir a inteligência de alguém.

Fazer ou não fazer greve é uma decisão individual. De igual modo, e com argumentos como os que tenho sido forçado a ouvir (e a ler... porque acabo por também receber notificações das redes sociais) para a não adesão à greve, também começo a ponderar que de alguma forma poderia ser justo, um efeito individual - para aqueles que aderem à greve - em termos de uma eventual cedência governamental nos anos de serviço descongelados para efeitos de progressão. Bem sei que fica menos bem escrever o que escrevi, mas reconheço que é a irritação a falar. Eu sei que sou um bom ouvinte, mas há desabafos que prefiro não ser obrigado a ouvir.

2 comentários:

  1. Plenamente de acordo. Os professores são das classes sociais que mais influência poderiam ter se fossem efectivamente unidos... Mas assim deixaria de haver espaço para tanto mini-sindicato de professores!

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  2. Hoje de manhã ouvi na televisão um professor (será?) dizer que não faz greve, mas que estava solidário!! Enfim... sem comentários

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