sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A solução política do ME anunciada por Mário Nogueira...

Ouçam bem os primeiros 5 minutos! Não se assumem erros, nem se avançam soluções e aparentemente espera-se que os professores se "acomodem". Assume-se o alargamento das permutas e pouco mais.

Quanto a Mário Nogueira... Bem... É melhor ouvirem. Agarrem-se às cadeiras!

13 comentários:

  1. Já ouvi e já fiquei mal disposta... antes não tivesse ouvido :(

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  2. Uma vergonha! Deixarei de ser sindicalizada. Se eles não querem ou não podem, não preciso deles. As cotas ajudam nas ajudas de custo.

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  3. Para este problema dos professores lesados só existe uma solução: ATESTADOS MÉDICOS de 3 semanas. Assim ficam em casa, poupam dinheiro e que ganha são os alunos que só vêm os professores uma semana por mês.

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  4. Não pessoalmente o sr Nogueira, mas nesta captação de imagens parece embriagado.


    Será que a reunião foi acompanhada por uns tintos?
    Se exceptuarmos esta entrevista continuamos a pensar o mesmo...este senhor não tem estofo para representar alguém.

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  5. Concordo com a Maria da Fonte. Se é para isto, mais vale poupar na cota e aproveitá-lá para minimizar o valor das portagens... E um concurso extraordinário só para quem se sente lesado?? É mais ou menos o mesmo que dizer: fique onde está, que está muito bem!

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  6. E os professores indevidamente excluídos com recursos hierárquicos à espera de resposta? Alguns já deferidos que estão em casa em situação de desemprego e que não tem acesso às colocação que já saíram de CI, RR1 e RR2 a ver passar os outros. A esses a DGAE fala de colocação administrativa mas não o faz. Eu já tenho o recurso deferido desde o fim de agosto e teria sido colocada na RR1! Aguarde, aguarde... e nada! Ninguém faz nada. Fizemos a exposição da nossa situação aos sindicatos que estiveram na reunião (o Ministério admitiu cerca de 300 excluídos que tem tido os RH deferidos, alguns colegas foram integrados na VE e puderam concorrer na MI, outros esperam e desesperam sabendo que o deferimento lhe deveria garantir uma vaga em QZP ou pelo menos um contrato de trabalho em contratação. Mas estamos todos no DESEMPREGO. De nós ninguém quer saber. No final da reunião NADA foi o que ouviu.

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  7. Chamem a Polícia. Se tocares à minha campainha chamo a polícia

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  8. O "Agarrem-se às cadeiras!" é o que de melhor esta classe profissional faz.
    Arranja mil e um pretextos para não protestar, incluindo o recurso à greve.
    Um dos pretextos mais referidos é precisamente o que leio nestes comentários: vou rasgar as quotas (prefiro a cotas) que pago ao sindicato porque eles não fazem nada.

    E o que fizeram estes comentadores na greve em Junho? Que argumentos utilizaram? Ai que agora não dá jeito? Ai que há serviços mínimos e isto não dá nada? Ai que me vão retirar 1 dia de vencimento para nada?

    Mirem-se no exemplo da greve dos enfermeiros! à ameaça de faltas injustificadas, responderam com maior adesão. Descontaram 5 dias de salário e estão dispostos a mais. Cumpriram serviços mínimos e, mesmo assim, a greve teve sucesso.

    Não há mais paciência para tanta quota sindical rasgada.
    Larguem as cadeiras, levantem-se do chão e deixem-se de cobardias e desculpas esfarrapadas.

    Vão ensinar Cidadania?
    Calhando, os alunos sabem melhor o que isso é.

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    Respostas
    1. ... já agora... a greve de julho tinha por reivindicação ??? ... usar t-shirts?

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    2. Realmente existem colegas que gostam muito de dizer mal por aqui no Facebook.... Mas se calhar quando existem manifestações são dos primeiros a dizerem para gritarem por eles porque "não podem ir" por não terem tempo.... Mas para estarem aqui a dizer mal de quem dá a cara já tem tempo.... tenham vergonha e sigam o exemplo dos enfermeiros que são unidos... Não são como nós que devíamos ser os primeiros a dar exemplo...pois somos professores de todas as profissões incluído a nossa. Respeito por quem dá a cara por todos é o mínimo que devem ter a quem se diz PROFESSOR!

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    3. Fenprof e FNE:
      O descongelamento das carreiras docentes em janeiro de 2018;
      A garantia de abertura de novos processos de vinculação extraordinária em 2018 e 2019, para além da resolução dos problemas que se mantêm, relacionados com os docentes de ensino artístico especializado e a abertura de vagas para este ano;
      A negociação do despacho de Organização do Ano Letivo 2017/2018, com a definição clara dos conteúdos das componentes letiva e não letiva e a consideração, na componente letiva, dos intervalos do 1.º Ciclo;
      A aprovação de um regime especial de aposentação e/ou a aprovação de medidas concretas que garantam o “reajustamento funcional” da atividade desenvolvida pelos professores com mais tempo de serviço;
      A abertura de processos negociais específicos em torno de matérias como a gestão das escolas e o processo de descentralização / municipalização que o governo pretende levar por diante.

      Como vê, as reivindicações não tinham por objectivo o dress code.

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  9. O que está feito, feito está, dentro das regras. Com regras...
    MN precisa de fazer a barba, ou melhor, entrou em sintonia com o ministro. Sr. Ministro, não seja refém e assuma o comando, senão todas as semanas teremos cedências ridículas.

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  10. Lamento pelos colegas, mas gosto da escola onde fiquei colocado! Vou ter que concorrer por falhas, escolhas às quais não tenho culpa? Odeio sindicatos de professores sinceramente...

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