sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Até consigo compreender...


Comentário: Concorri para a Madeira durante vários anos e nunca consegui lá "dar" aulas... Mas nos vários anos em que concorri, conheci vários casos de colegas menos graduados do que eu (e não... não era "ouvir falar", eram situações em que eu tinha os números de telemóveis de alguns) e que não sei muito bem como, mas conseguiram arranjar por lá trabalho... Sim... Volto a explicar: eu, mais graduado e do continente, não conseguia lá trabalhar e outros também do continente, menos graduados, conseguiram, nos anos em que para lá concorri.

Disseram-me para reclamar... Mas também me disseram que não ia dar em nada. E de facto, não deu.

Adiante.

Obviamente que quero acreditar que aquilo por que passei seja uma situação de exceção, mas não consigo ser completamente isento na análise à mesma. Que estamos perante uma discriminação, isso estamos e não pode acontecer. Que quem "facilitou" estas maravilhas de arranjar escola na Madeira devia levar "paulada", isso devia. Agora, generalizar isto e penalizar todos é que já não acho correto (para além de não ser constitucional)... No entanto, recordo que será importante que esta discriminação no continente, também tenha retorno em termos de concursos concretizados na Madeira.

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