quinta-feira, 9 de junho de 2016

Não seriam de esperar outros números...


Comentário: Sem uma verdadeira política de estímulo e apoio ao acréscimo de natalidade, não seria de esperar que o número de alunos aumentasse, nem mesmo com eventuais acréscimos residuais resultantes da "importação" de seres humanos.

Ficam algumas frases do artigo em causa, que dão que pensar (e bem):

"Num só ano, entre 2013/2014 e 2014/2015, desapareceram das escolas cerca de 33.000 professores, dos quais 24 mil trabalhavam no ensino público. E inscreveram-se menos 25.700 alunos".


"Quanto aos alunos, o ensino público perdeu mais de 28 mil, enquanto o privado ganhava, no mesmo período, mais cerca de 2700 estudantes. Mas a proporção dos dois sectores continua estável: estavam no ensino público 1.236.204 alunos do pré-escolar ao secundário, o que corresponde a 79,7% do total (no ano anterior este valor era de 80,2%), enquanto no privado estudavam 314.522 (20,3%)."

"Nem mesmo o ensino secundário, que por agora devia estar a salvo devido ao alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, escapa a esta tendência de diminuição: entre 2013/2014 3 2014/2015 perdeu cerca de 2700 alunos no total. Por modalidades de formação, registou-se uma inversão da tendência que tem prevalecido nos últimos anos: o número de alunos inscritos nos cursos científico-humanísticos, destinados ao prosseguimento de estudos no ensino superior, subiu (de 193.646 para 196.380), enquanto o total de alunos dos cursos profissionais diminuiu (passou de 115.90 para 107.965)".

1 comentário:

  1. Claro que há, estão a fechar escolas , cursos e a despedir professores.
    È claro que há menos alunos no ensino.

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