quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

E mesmo assim aparentam ser demasiados

 
Comentário: Esta redução no número de professores já era conhecida, no entanto, só agora são devidamente quantificados... Embora não nutra especial atração por números ou estatísticas, acho que os que se seguem são de fácil leitura (e retirados do artigo acima indicado):

"Numa comparação que começa no ano letivo de 2009/10, ainda antes da intervenção externa (2011), e que se prolonga até 2014/15, o TC conclui que nesse período de cinco anos o sistema da educação pública encerrou 2503 escolas (-30%), restando 5836; reduziu 33 695 professores (23%), para um total de 11 493; e abateu ainda aos seus efetivos 20 935 trabalhadores não docentes (31%)".

Para além disso,

"Para essa poupança, equivalente "à não contratação de 4060 professores", pesaram medidas como a redução dos professores em mobilidade na Administração Central (destacados) e em atividades não letivas" e a própria "redução e reorganização das unidades orgânicas". Ou seja: dos agrupamentos de escolas (ver fotolegenda). A reorganização curricular, que eliminou áreas não curriculares, reduziu a carga horária de algumas disciplinas e acabou com o "par pedagógico" (dois professores) de Educação Visual e tecnológica rendeu também 45,3 milhões em 2012".

O futuro não deverá ser muito diferente, até porque mesmo com os "radicais" de esquerda a ditar orientações a António Costa, o dinheiro não abunda e não interessa ter uma educação de qualidade.

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