domingo, 24 de julho de 2011

Incoerência e desconhecimento como base de decisões


Comentário: Mais uma vez se confirma que a coerência política é algo tão efémero como uma estrela cadente... Que não existiam muitas dúvidas de tal decisão, já todos sabiam, mas vê-la assim explícita num artigo ainda dói mais. Resta esperar por Setembro para tomar conhecimento do novo modelo de Avaliação do Desempenho Docente.

Apenas um reparo a fazer... Quanto ao facto da coerência política ser uma treta pouco ou nada posso fazer. agora quanto ao desconhecimento já será outra coisa. Vejam esta "alegoria" à leitura transversal ou à ignorância: "
O CDS-PP junta-se aos sociais-democratas nesta matéria. "O processo de avaliação este ano está terminado. Já está em fase de recurso. Quando o CDS votou a favor da suspensão ainda estava a meio", afirma o deputado centrista, Michael Seufert". Por favor... Isto é que é um político atento? Está em fase de recurso? No final? Jesus...Bastava ler este post do Advogado do Diabo e a "coisa" talvez lhe corresse melhor.

10 comentários:

  1. Com a passividade de sindicatos e da generalidade dos professores do quadro, a avaliação dos professores contratados foi avançando, e está praticamente concluída.
    Eis quando o governo generaliza o ponto da situação da ADD a partir do caso dos professores contratados e faz com que “levem todos por tabela”, ou seja, não há suspensão para ninguém.
    Agora respondam-me:
    -Perante esta atitude, dos professores e dos seus supostos representantes, não é merecido?
    Um abraço.

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  2. Ricardo, para os contratados, se não está já deveria estar.
    Foi por isso que coloquei aquele texto com as fases do processo de avaliação.
    Muita gene estáa esquecer-se que na avaliação existem, pelo menos, duas velocidades diferentes. Para os contratados a velocidade é mais rápido, pois tudo tem de estar feito, no melhor cenário, até final de Agosto. E se forem usados os prazos máximos, o processo já está atrasado.
    E já se sabe que são pricipalmente eles que já sentir os efeitos da avaliação.

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  3. FD
    Desculpe lá, mas os contratados fizeram alguma coisa de diferente?
    Ou foram igualmetne passivos?

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  4. Advogado,
    Qual foi a parte do: "-Perante esta atitude, dos professores e dos seus supostos representantes, não é merecido?", que não entendeu?
    Ou para si, professores só são os do quadro?
    Um abraço.

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  5. FD
    Não fui eu que escrevi isto
    "Com a passividade de sindicatos e da generalidade dos professores do quadro".
    Qual é a parte dos professores "do quadro" que escreveu que não entendeiu?
    Retire aquela parte do "quadro" e a conversa muda. Até lá, volto a repetir a pergunta. O que é que a maioria dos contrataso fizeram diferente contra a ADD?

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  6. Advogado,
    “O maior cego é aquele que não quer ver.”
    Senão vejamos. A frase a que se refere relata um facto. Já quando "aponto o dedo" faço-o aos PROFESSORES (os contratados também são professores!) e aos seus supostos representantes.
    Entendido? Ou será que apanhou o tique do “desvio (…………………...) colossal”!?
    Um abraço.

    P.S. Quanto à sua pergunta, acho que já percebeu que faço a mesma crítica, ou seja, os professores contratados nada fizeram! Mas os restantes mencionados tentaram fazê-lo só quando o problema chegou aos professores dos quadros! Correu mal! “O cuspo caiu-lhes na boca”.

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  7. Sem pretender ser advogado do "legítimo"...

    FD
    Se a "frase referida" "relata um facto" mais razões para ser rigorosa.
    E foi referida apenas a "passividade de sindicatos e da generalidade dos professores do quadro" e não a dos professores contratados! Facto!

    Por outro lado, afirmar que "os professores contratados nada fizeram! Mas os restantes mencionados tentaram fazê-lo só quando o problema chegou aos professores dos quadros..." é um insulto à generalidade dos professores. Parece que até 15 de julho apenas os professores contratados contestaram a ADD. Tem a certeza que não foi o inverso?
    Generalizações dessas são pobres! Mas mais pobres são ao serem realizadas na caixa de comentários de um dos blogues que mais representa e orienta os contratados.
    Também os tiros para o lado costumam correr mal - por vezes atingem os pés!

    Também FD!

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  8. Anónimo das 6:44,

    Que sabe ler já eu sei! E interpretar? É que não chega tirar coisas do contexto!
    Citou isto: "passividade de sindicatos e da generalidade dos professores do quadro", mas faltou-lhe isto: "a avaliação dos professores contratados foi avançando, e está praticamente concluída."
    Assim foi feito o ponto da situação de sindicatos, professores do quadro e professores contratados. Se a avaliação dos professores contratados foi avançando, é porque não estava parada (certo?), nem a avaliação, nem os contratados avaliados!
    Quanto ao resto que escreve e visto que também assina FD, faz favor:
    http://educaraeducacao.blogspot.com/2011/02/texto-de-um-amigo.html
    Um abraço.

    P.S. Ricardo, agora representa os contratados? Dá para pagar a quota por multibanco?

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  9. Advogado do Diabo:

    http://profslusos.blogspot.com/2011/02/uma-add-que-nao-satisfaz.html

    http://profslusos.blogspot.com/2011/02/veremos.html

    http://profslusos.blogspot.com/2011/05/os-colegas-contratados-e-passividade.html


    Repare nos comentários dos links que acima coloquei, inclusivé nos seus que, simplesmente, não existiram.


    http://profslusos.blogspot.com/2011/06/ainda-eventual-suspensao-do-actual.html


    Aqui, sei perfeitamente que comentou, mas repare, que exactamente na mesma linha de raciocínio que não comentou os anteriores, também não comentou o alerta que eu fiz.

    Repare (sei perfeitamente que já reparou) que estamos perante uma classe completamente inerte.
    O cerne da questão é ver o grau de inércia e os efeitos que se vão sentindo a curto prazo e sistematicamente para uma parte, e aqueles que, por comodismo, "só lhes dá jeito" ver os efeitos a médio e a longo prazo.

    Não substimem os professores contratados, porque a maioria tem os olhos mais abertos que os docentes dos quadros. Sentir os efeitos "na pele" ano após ano, vai criando defesas e o melhor de tudo: saber com o que contam, mas sobretudo, com O QUE NÃO CONTAM, sem criar vícios!

    Desse conjunto, ainda temos a VERDADEIRA NATA!!!

    Sempre "atentamente",

    Ana

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  10. Deixem-se de hipocrisiasjulho 25, 2011 1:53 da tarde

    Até ao ano lectivo 2006/07 os contratados e restantes professores eram obrigados a entregar um relatório anual da sua actividade profissional.
    Em 2007/08, ano da implementação do novo modelo de avaliação, os únicos que foram avaliados foram os contratados.
    Em 2008/2009 a avaliação é para todos, mas mas os contratados assume contornos diferentes dos restantes professores pelas implicações nos concursos.
    No lectivo de 2009/10, foram mais uma vez os contratados os únicos a serem verdadeiramente avaliados por um modelo que se quis revogado e apenas foi suspenso (só para pessoal dos quadros). Ou seja,pelo quarto ano consecutivo, foram os únicos a ser avaliados.
    Este ano a mesma palhaçada de sempre...
    E preciso ver que para professores contratados a avaliação SEMPRE contou para a manutenção em concurso, a eventual recondução e a valoração na graduação. A não entrega dos objectivos poderia implicar a impraticabilidade de se efectivar a aplicação do modelo e consequentemente, a impossibilidade de concorrer.
    O elo mais fraco sempre foram os contratados, as verdadeiras cobaias deste sistema.
    Deveríamos ser mais unidos! Eu sou sindicalizado, os sindicatos não estão cá para defender todos os PROFESSORES! pois parece que não os contratados são sempre os primeiros a cair.
    Para o pessoal do quadro a avaliação conta para a progressão na carreira, para os contratados conta para a obtenção de um posto de trabalho, são coisas bem diferentes!

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