terça-feira, 10 de outubro de 2017

Um descongelamento lento... muito lento.


Comentário: Dificilmente seríamos exceção pela positiva... Não creio que alguém na nossa classe profissional, estivesse à espera de um "descongelamento" em moldes diferentes daqueles que estão a ser anunciados. 

As propostas da FENPROF até podem ir no sentido de atenuar o "mal", mas sem uma ação firme (uma greve "fofinha" à componente não letiva, não me parece suficiente), até podem ser mais ambiciosos, que os resultados serão... nenhuns! Mas como é sempre bom ler, fica o excerto da notícia:

"(...) É por ter noção do impacto orçamental de todo o tempo de serviço que a Fenprof não exige que estes sete anos de trabalho sejam totalmente e imediatamente considerados. Mário Nogueira explicou ao Negócios que o que quer é negociar a recuperação faseada desse tempo de serviço. "Nós não admitimos nenhum faseamento para o descongelamento. O que admitimos é negociar uma forma faseada de recuperação do tempo de serviço", tal como já aconteceu em processos anteriores. 

Além disso, a Fenprof exige a publicação de portarias que desbloqueiem progressões anteriores a 2011 e o reconhecimento do tempo de serviço dos professores ex-contratados (por vezes décadas) e que entraram na carreira depois de 2009 sem que o tempo de serviço anterior tenha sido considerado."

3 comentários:

  1. O problema da fenprof e que so ae preocupa com alguns professores!!!!

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    1. Francamente........

      Que raio de classe esta!!!!

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  2. Honestamente, ainda não percebi nada desta salgueirada. Eu entrei para a carreira há quatro anos e continuo a ganhar o mesmo. Depois de 25 anos de serviço, sempre a fazer o trabalho igual ao dos meus colegas e uns ganham X, outros Y. Não é nada justo!

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