quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A luta continua

Fenprof e associação de contratados querem os professores na rua 

Comentário: Embora o fundamento da experiência como fator de dispensa da PACC, possa servir como argumento para esticar essa isenção para todos os professores, não acredito que Nuno Crato esteja disposto a fazê-lo. O objetivo desta prova não é (nem nunca foi) aferir o que quer que seja em termos de qualidade dos docentes.

Quanto à manifestação de 5.ª feira, como será expectável, terá um reduzido número de adesões, não só por ser um dia de aulas, mas porque o acordo entre a FNE e o MEC irá previsivelmente afastar todos os colegas contratados que entretanto se viram livres de concretizar a malfadada prova. Por mais que queira estabelecer outro raciocínio (e tenho esperanças de estar errado), todos sabemos como funcionamos enquanto classe profissional. Infelizmente.

12 comentários:

  1. Infelizmente Ricardo, é o que sinto na minha escola. Pessoalmente, eu e a minha mulher, ambos com mais de 10 anos de serviço, estaremos na mesma em Lisboa, a fazer greve e a protestar contra esta prova injusta.

    Tenho pena é que muitos contratados que até há uns dias atrás criticavam muitos efetivos por não estarem ativamente do nosso lado, de repente estejam a fazer exatamente o mesmo que criticavam.

    Nuno Crato apostou na divisão de uma classe desunida, e não se pode dizer que tenha sido uma aposta arriscada... E como é normal, alguém (FNE, Sindep e afins) mordeu o isco.

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  2. No dia 2/12 às 10.15h recebi um e-mail do SPGL com o seguinte teor:
    "Foi enviada para todas as escolas da área do SPGL uma convocatória de Plenário na Assembleia da República para dia 5 de Dezembro das 13h00 às 17h30.
    Desta forma, todas as faltas para participar na concentração do dia 5 de Dezembro devem ser justificadas ao abrigo da lei sindical."

    No mesmo dia às 19.15h recebi uma convocatória pela direcção do agrupamento para reunião de todos os departamentos do agrupamento às 16 horas...

    Ele há coincidências...

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  3. Eu estou isenta da prova, mas como estou em Lisboa estou a mobilizar os meus colegas que estão todos isentos para irem comigo para a Assembleia da República, porque devemos lutar para tirar esta medida do ECD, senão no próximo ano estamos a passar pelo mesmo, porque, colegas, acreditem em mim, eles vão voltar à carga no próximo ano. Temos de nos mobilizar para lutar contra isso.

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  4. A aposta em vez de ser no apoio contínuo e árduo aos docentes! Não !! é tudo ao contrário!! surpresas espúrias, malignas!! O que mais há , é que fazer em todas as escolas !! Em vez de ver o que se deve ver: abandono escolar; necessidade de muito apoio a tantos alunos, andam a ocupar quem já está desgastado e sabe Deus como!! Que deplorável!!

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  5. A luta também devia ser sobre o período probatorio

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  6. Este país é uma vergonha. Então para uns é 5 anos e para outros é 3 anos. Por isso é que este país nunca mais anda para a frente para uns é umas leis para outros outras e andamos nesta palhaçada. Eu acho que ninguém devia fazer a prova e ponto final isto que estão a fazer não tem lógica nenhuma.

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  7. Tens toda a razão devia ser 3 anos de serviço mas enfim vivemos num país desorganizado sem rei nem roque.
    Eu cá para mim ele quer fazer a prova para depois fazer a prova para os restantes é só uma questão de começar. Ponham se atentos e vão ver eles querem nos eliminar a todos.

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  8. Hipócritas!

    Todos felizes por serem os outros a fazer a prova estão armar-se em bons.

    Eu acho muito bem que façam a prova, na minha escola temos contratados muito fraquinhos nem sabemos a lógica de tais contratações

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  9. Marília:
    Já que assim é e como queremos todos o melhor para as nossas escolas, não tenho dúvida de que não se importará de referir o nome da sua escola e pelo menos o(s) grupo(s) disciplinar(es) a que esses colegas tão fraquinhos pertencem!!! Ficamos todos a aguardar!!!

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  10. Não se pode responder a hipocritas porque toda a gente não hipocrita sabe que a prova ou é para todos ou não é para ninguém

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  11. Bom dia,

    Uma colega minha fez-me a seguinte questão: "os 5 anos de tempo de serviço contam apenas com o tempo depois da profissionalização ou é o total?"

    O q se está a passar é uma pouca vergonha, mas vejo mto professor do quadro a apoiar a prova pq vão ganhar uns cobres com a correção desta. Estes nunca devem ter sido contratados e devem julgar q desta vão escapar!
    Não hé união na classe.
    Eu sou QZP, n faço a prova(este ano) e estou contra. Contudo, tb as universidades deviam dizer alguma coisa, pois a foirmação q dão está a aser posta em causa.

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  12. Para mim faz muito mais sentido uma prova para os professores do quadro, no acesso, por exemplo, ao último escalão, e facultativa. Quem não quisesse fazer a prova não progredia. Para os colegas contratados não se percebe bem qual é o fundamento, pois hoje em dia todos os cursos em ensino já têm a formação pedagógica e o "estágio" incluídos, e só entram para a carreira aqueles que o ministério autorizar, com a dotação de vagas. Se existisse uma ordem dos professores, poderia fazer sentido um exame de acesso (para todos), como acontece noutras profissões. Mas este exame seria feito pela ordem, não pela entidade empregadora.

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