segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Em lume (demasiado) brando...

Arranque do ano lectivo marcado pelo "agravamento de precariedade".

Comentário: Ok... Apontar os problemas é um primeiro passo. Mas podemos inverter a "equação", ou seja, podemos ter um problema quando insistimos nesse primeiro passo e nada mais se acrescenta. E sinceramente, não sei até quando os sindicatos se vão manter na "penumbra" gerada pelo acordo de Janeiro, mas que começa a ser asfixiante tanta passividade... tanta troca de papéis... tantos pedidos de esclarecimento cruzados... ai isso começa.

Era bom que se começasse a aquecer a "máquina sindical", caso contrário, a insistir-se no "erro", qualquer dia deixa de haver "amigos" que paguem o "combustível" e "mudem o óleo".

8 comentários:

  1. Completamente de acordo! Há q começar a mexer senão nada feito e era mesmo importante q este concurso extraordinário para os contratados acontecesse este ano!

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  2. Ricardo
    O que queres que os sindicatos façam, quando, por exemplo, a resposta a isto (achas que isto é nada ou não tinhas visto?) http://www.sprc.pt/upload/File/JPG/jpgCartaz_27Set.jpg
    é isto http://smartforum.educare.pt/index.php?id=160380 ou isto http://smartforum.educare.pt/index.php?id=160381???

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  3. Para Miguel Pinto: Tenho algumas dificuldades em dar sugestões "públicas" aos sindicatos (até porque no meu caso pessoal são basicamente inertes), principalmente após o acordo de Janeiro de 2010. Nem imaginas o que ainda me custa ter esperança na acção sindical, mesmo sabendo um pouco mais sobre as reuniões que antecederam o fatídico acordo (e que tento sempre utilizar como atenuante).

    Mas não quero que penses que fujo à tua questão, e deixo-te duas sugestões e um reforço de iniciativa:

    Sugestões: (1) Elaboração de um "Manual de sobrevivência do professor avaliado" (Provavelmente através da informação poderiamos aceder a um maior número de "contestatários"); (2) Divulgar todos os pedidos de esclarecimento dos sindicatos às entidades ligadas ao ME - relativamente aos mais diversos temas - e consequentes respostas aos mesmos (tenho tido acesso a material diverso e interno de alguns sindicatos - que me comprometi a não divulgar - que julgo, optassem pela divulgação poderia ter outro tipo de impacto).

    Nota: Outras sugestões, implicariam um estudo prévio da minha parte e acesso a um tipo de logística que não tenho.

    Reforço de iniciativa: http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=76&doc=5003

    Miguel, não te iludas nem me confundas... O sentido das minhas críticas não têm um objectivo destrutivo mas sim construtivo. O fim que eu desejo para a acção sindical é o melhor possível, pois sei perfeitamente que só mesmo com os sindicatos poderemos fazer vingar o que quer que seja.

    Abraço.

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  4. Para Advogado do Diabo: O que eu queria que eles tivessem feito, não foi feito. O que eu queria que eles fizessem, dificilmente poderá ser feito após o acordo de Janeiro. O que eu gostaria que os colegas fizessem em termos de adesão é outro tema. O que eu gostaria de ver esclarecido pelos sindicatos acerca dos plenários seria: "Sim, fui ao plenário. Informaram-me, discuti alguns temas, ouvi e falei. E agora o que é que o sindicato pode fazer ou vai fazer com os "resultados" do plenário? O plenário onde estive vai servir exactamente para quê?" (provavelmente teriam maior adesão - ou não).

    Eu queria muitas coisas... Mas sei que existem diversas limitações. O que eu acho errado é "silenciar-me" por causa de limitações (incluindo as minhas). Se as tenho, procuro ultrapassá-las. Com um pouco de sorte com este meu comentário poderei ter as minhas questões respondidas (pelo menos no que concerne a plenários).

    Abraço.

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  5. Não estou iludido nem confuso, Ricardo :) e não considero que as tuas críticas são destrutivas.

    Não quero generalizar e o meu caso vale o que vale.
    Tenho por hábito divulgar as iniciativas sindicais e outras relacionadas com o quotidiano escolar a um conjunto alargado de colegas. E são muitos. Por contacto directo na maior parte dos casos. Nesse grupo, se há falta de acção não é pela escassez de informação. A questão é bem mais complexa, Ricardo. É também por considerar que existem razões de outra natureza que eu considero alienante transferir para os sindicatos o ónus da culpa da inércia em que vivem muitos professores. Abraço.

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  6. Os sindicatos querem lá saber?? querem é a cota no final do mês... isso sim!! o ensino está uma autentica palhaçada e os sindicatos são coniventes com a situação!! é ridículo o que fazem aos professores, então aos contratados é de bradar aos céus!! a avaliação entrar para a graduação é o principio do fim, visto que só terão MB e Excelente os amigos do director!! e o que fazem os sindicatos?? mandam uns bitaites pro ar e siga a banda!!
    É PRECISO GREVE? VAMOS LÁ!! 1 SEMANA, 2 SEMANAS AS Q FOREM PRECISAS MAS ISTO N PODE CONTINUAR!! PJS

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  7. Para Miguel Pinto: Eu sei que a questão é extremamente complexa e não está directamente relacionada com a ausência ou deficiência de informação... Será, em alguns casos, mais um problema de ausência do "in" na informação. ;)

    E como já deves ter constatado, eu costumo ser bastante abrangente na transferência do ónus da culpa. Neste post em particular, coube aos sindicatos.

    Tento ser "saudável" nas opiniões... e na medida do possível, proporcional.

    Abraço.

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