quarta-feira, 26 de maio de 2010

Muito... Mas muito... Muito muito mais grave que a actual crise.

"Se não houver 'Magalhães' em Setembro é desastroso".

Comentário: O único comentário a fazer está na imagem que acompanha este post...

12 comentários:

  1. Um acontecimento desastroso vislumbrado por um personagem desastrado!
    A propósito de Magalhães, eles circundam, circundam, mas "não passam da cepa torta"!
    Um abraço.

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  2. Não sei qual é o motivo para tanto pânico, a julgar pela notícia do JN de ontem: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/interior.aspx?content_id=1578316

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  3. :/
    Claro que é desastroso......................para JPCouto!

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  4. Nem sempre a justiça falha. Quanto tempo levará o ME a repor a legalidade, desta vez?



    «Concurso para contratados

    Tribunal mantém suspensão da avaliação docente

    O Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja decidiu manter a suspensão dos efeitos da avaliação no concurso para professores contratados, que decorreu entre Abril e o princípio deste mês, anunciou hoje a Federação Nacional de Professores. A polémica com os concursos de professores está longe de terminar (Nelson Garrido)»

    http://www.publico.pt/Educação/tribunal-mantem-suspensao-da-avaliacao-docente_1439475

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  5. Por terras de Alberto João,

    «O grupo parlamentar do PSD-M apresentou, esta manhã, um novo Estatuto da Carreira Docente Regional, com algumas correcções em relação ao diploma que foi devolvido à ALM pelo Representante da República.

    O projecto de decreto legislativo propõe um modelo de avaliação para os últimos anos, contornando a ilegalidade que estaria associada à avaliação administrativa de 'bom' aprovada pelo Governo Regional.

    O novo Estatuto também altera o acesso ao 6º escalão e, segundo Jorge Moreira, retira todos os entraves à intercomunicabilidade de carreiras entre os professores da Região e os do resto do País.» (DN - Madeira)

    Não tive ainda acesso à nova proposta e, portanto, não posso comentá-la, mas lembro que os nossos problemas por aqui, relativamente a esta questão, são dois: (1) carreiras congeladas desde 2005; (2) não reconhecimento por parte do Governo da República da avaliação administrativa de 'bom' atribuída aos professores da Região (com todas as consequências que isso implica em termos, por exemplo, de contagem de tempo de serviço).

    Vamos ver se é desta que o assunto se resolve, mas só depois do decreto publicado é que acredito.

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  6. não se distraiam com magalhães e concursos...a barraca está armada e os feirantes vão continuar...
    amanhã MANIFESTAÇÃO.

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  7. Por terras de Alberto João (2),

    Não resisti a enviar-vos esta pérola:

    «Ainda sem ter comentado a situação de concorrência desleal entre empresas de comunicação social, promovida pela injecção de muitos milhões de euros no Jornal da Madeira, o deputado do PSD-M Savino Correia chegou à seguinte conclusão: "Se há Região no Mundo onde há mais pluralismo é na Região Autónoma da Madeira".» (DN - Madeira)

    Mas alguém tinha dúvidas acerca deste incontornável "facto"?

    ;)

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  8. C.Pires
    Podem mudar o que quiserem por aí, que o 1º problema não se resolve.
    O problema só se resolve quando se mudar o DL 51/2009. Enquanto não aa alínea c) do art 14º, não adianta nada. O ECD de cá já deve resolver o problema da Madeira, bem como o dos Açores, do privado, do EPE, das outras avaliações do ensino publico (EHT e Casa Pia, por exemplo).

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  9. Advogado,

    De acordo, relativamente ao artigo que citas, até porque o princípio é mau, ponto, para todos os professores, nada a discutir acerca disso, independentemente de estarmos todos corridos a bom por aqui ou não. Mas o facto de a avaliação administrativa dos últimos anos por aqui não estar a ser reconhecida pelo Governo Central tem outras implicações, como perceberás, caso consigamos sair daqui nos próximos anos, pelo menos de acordo com o quadro legislativo actual do continente. Neste momento há 3 anos que não contam simplesmente. Por outro lado, há esta "coisa" de um congealmento de carreira que se arrasta indefinidamente por estarmos tristemente em "terra de ninguém". Uma trapalhada é o que isto tem sido por aí e por aqui...

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  10. C.Pires
    Vou explicar-me melhor. Toda e qualquer avaliação diferente da avaliação realizada pelo ECD de CÀ não é aceite. O problema não se resolve se a legislação da Madeira mudar. Até podem ter uma ADD exactamente igual ao de cá que ela não é aceite, porque a legislação é outra. O problema só se resolve se a lei mudar CÁ. Basta a alteração que aparece nas propostas de alteração do ECD de cá avançar para essa avaliação administrativa ser aceite.

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  11. Percebi, obrigada pelo esclarecimento acrescido ;). É por essas e outras que acho que nisto de estatutos profissionais o ideal seria existir um universal e não 3, tal como em relação aos concursos, mas claro, as autonomias têm destas coisas e o contrário é negá-las.

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  12. Decisão. Tribunal de Beja volta a dar razão aos sindicatos, mas o Tribunal de Coimbra apoio o Governo

    O Ministério da Educação (ME) vai recorrer da decisão do Tribunal de Beja, que voltou a dar razão aos sindicatos na suspensão da avaliação nos concursos de professores...

    http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1581085

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