segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Com pedido de divulgação...

Vinculação extraordinária – Comunicado do Grupo de Sindicalistas Independentes/ Autonomia Sindical (FENPROF) 

VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA – PRIORIDADE AOS PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO 

 1) De acordo com os números anunciados pelo Governo, o processo dito de “Vinculação Extraordinária” irá deixar de fora cerca de 1700 professores contratados do Ensino Público com mais de 12 anos de serviço e 5 contratos nos últimos 6 anos. 

 2) Situação tanto mais intolerável quanto, grande parte das cerca de 2000 vagas anunciadas para o concurso externo poderá vir a ser ocupadas pelos mais de 900 professores vindos do Ensino Privado e que concorrerão na 2.ª prioridade, com todo o seu tempo de serviço no ensino particular (20, 30 e até 36 anos de serviço!). 

3) Esta situação, de claro ultraje a todos aqueles que, ao longo dos anos, deram o melhor do seu esforço à Escola Pública, é absolutamente inaceitável. 

4) Em consequência, o Grupo de Sindicalistas Independentes/ Autonomia Sindical reivindica: 
 A. Que todas as Vagas de quadro a abrir no Concurso Externo para 2017/2018 sejam aditadas aos lugares a preencher no âmbito da vinculação extraordinária prevista. 
 B. Que, se após o processo anterior, sobrarem vagas por preencher, as mesmas sejam ocupadas, por ordem de graduação profissional, por professores contratados da 2.ª prioridade, que hajam lecionado no Ensino Público em 5 dos últimos 6 anos lectivos. 

Pelo Grupo de Sindicalistas Independentes, 
Carlos Vasconcellos

1 comentário:

  1. Era uma vez uma profesora de um colégio particular (mesmo mesmo particular daqueles sem contrato de associação) há mais de duas décadas. Mas um dia veio a crise e a professora foi despedida. Um drama. Teve de concorrer ao ensino público. Pior quando se viu nas listas graduadas havia mais de dois mil professores à sua frente por causa das malditas prioridades. Mas ela não desanimou. Concorreu a várias Ofertas de Escola das muitas TEIP que entretanto se reproduziam como cogumelos (ainda não havia BCE com critérios manhosos) e aí conseguiu vários horários horários completos anuais. Um luxo. Escolheu um deles, mas infelizmente era num escola TEIP mesmo TEIP com alunos muito mas mesmo muito... (digamos) difíceis. Não dava para aguentar e a professora passou o ano de baixa. Um horror. Mas no ano seguinte esta professora já conseguiu passar para o inicio da lista graduada e apesar de a escola TEIP ter optado por não a reconduzir lá conseguiu um horário completo anual noutra escola melhor (mas não muito melhor, que isto de escolas do Estado tem sempre muitos alunos complicados e de baixos recursos). Melhor ainda depois de um ano de grande sofrimento naquela maldita TEIP em que esteve sempre de baixa a nossa querida professora conseguiu vincular no QZP da sua área de residência no concurso de vinculação extraordinária que abriu nesse ano. Fim!(um happy end dedicado aos professores de todas as cores com a advertência de que qualquer semelhança com a ficção é pura realidade).

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