quinta-feira, 28 de maio de 2009

Também eu preferia...

Comentário: Na realidade, também eu já defendi as greves por tempo indeterminado, mas analisando tudo aquilo que tem ocorrido até hoje, considero agora que seria uma iniciativa sem grande sucesso. A desmobilização e a resignação alastraram como uma «praga» nas nossas escolas. Uma greve por tempo indeterminado poderia ter tido sucesso, mas não agora. Não vale a pena «chorar pelo leite derramado», temos de seguir em frente... As reflexões podem e devem ser feitas, com o objectivo claro de reformular e pensar futuras iniciativas. E ninguém coloca em cima da mesa, a esta altura, uma greve por tempo indeterminado. Para além disso, muitos colegas estão a apostar nas eleições legislativas para mostrar a sua «revolta», deixando de lado lutas "mais radicais".

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. A que tipo de lutas e acções se referem?
    Revelem algumas que sejam possíveis de colocar em prática e com uma grande adesão de educadores e professores!

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  3. Exacto. Seria importante, estudarem alternativas. Sejam sindicatos, sejam movimentos, é importante estudar e apresentar alternativas viáveis. E por viáveis, entenda-se iniciativas que tenham elevadas hipóteses de adesão, de acordo com o perfil da classe.

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